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terça-feira, 4 de janeiro de 2011

O presidente do Instituto da Droga e Toxicodependência (IDT) rejeitou esta sexta-feira a legalização da cannabis, defendida numa petição que o movimento Marcha Global da Marijuana (MGM) quer apresentar no Parlamento em 22 de Abril do próximo ano.

"Não estou nessa, francamente", comentou João Goulão, lembrando o "movimento exactamente inverso" relativamente ao consumo do tabaco.

Em declarações à Lusa, o presidente do IDT disse ser "adequado" o quadro legal actual, que descriminaliza o consumo de todo o tipo de drogas, penalizando-o apenas em sede contraordenacional.

"Existem dependências grandes de drogas ditas leves e consumos ligeiros de drogas ditas duras", sublinhou, considerando, por isso, que "faz cada vez menos sentido a distinção entre drogas leves e duras". Conforme afirmou, 10 por cento dos toxicodependentes que pedem ajuda às estruturas do IDT, fazem-no devido ao consumo de cannabis.

10%, é realmente uma minoria....

No texto da petição que pretende apresentar ao Parlamento, o movimento MGM sugere que a venda seja interdita a menores de 18 anos e que a venda seja permitia apenas "em locais devidamente regulamentados e fiscalizados, sendo os produtos aí comercializados sujeitos a controlo de qualidade" e a impostos similares ao do tabaco

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