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quarta-feira, 30 de março de 2011

O Sindicato: O Negócio Por Trás do Barato (Completo)

Imagine Um "Mercado de Maconha" na California

Uma novidade está dando muita discussão: imagine fazer compras em um mercado onde todos os produtos são à base de maconha?


Biscoitos, mel e até suco de uva e limonada com um ingrediente inusitado. Tudo o que está à venda em uma loja na cidade de San José, na Califórnia, tem maconha na composição. Ou, pelo menos, o THC, substância psicotrópica presente na erva que tem o uso autorizado para fins medicinais em 15 estados americanos.

Algumas bebidas, por exemplo, têm até 2,5 gramas de THC, que equivale a uma quantidade de erva pronta para fumar. Mas agora um empresário americano do estado do Colorado anunciou o lançamento de um novo produto com maconha como ingrediente que não parece nem de longe com remédio. Trata-se de uma bebida gasosa com vários sabores, garrafas coloridas e rótulos para lá de psicodélicos. A ideia é vender o produto também na Califórnia.

O lançamento de mais uma bebida feita com maconha está causando polêmica nos Estados Unidos. Autoridades acham que o formato das garrafas vai fazer muita gente pensar que está comprando uma bebida normal. O chefe do escritório de combate aos narcóticos da Califórnia diz que a venda da bebida com maconha é um perigo para jovens e crianças, que podem facilmente confundir o produto com um refrigerante.

O fabricante diz que a nova bebida terá bem menos THC do que as outras já existentes no mercado: apenas 35 miligramas por garrafa. Diz também que o gosto é parecido com o de uma cerveja suave. Mas, por enquanto, isso não parece ser suficiente para deixar mais tranquilas as autoridades da Califórnia.

domingo, 27 de março de 2011

Cannabis Britains Secret Farms







How drug works...







When We Grow... This Is What We Can Do! Trailer...

Trailer do documentario "When We Grow... This Is What We Can Do"

Canhamo come lixo nuclear!!!

Canhamo "come" Resíduos de Chernobyl, oferece esperança para Hanford
Inverno 1998-1999

Charkowski por Elaine
Páginas Oregon Central Verde



Uma explosão em um reator nuclear em 26 de abril de 1986 em Chernobyl, na Ucrânia criou o pior desastre nuclear do mundo - até agora.

A explosão contaminadas terras agrícolas em um raio de 30 km ao redor do reator. As poucas pessoas que ainda vivem lá devem controlar a sua comida e água por radiação. No entanto, a combinação de uma nova tecnologia (fitorremediação) e uma cultura antiga (cânhamo industrial) pode oferecer à Ucrânia uma forma de descontaminar o solo é radioativo.

Em 1998, consolidado produtores e processadores (CGP), Phytotech, e do Instituto da Ucrânia de Bast Culturas começou o que pode ser um dos projetos mais importantes da história - o plantio de cânhamo industrial para a remoção de contaminantes no solo perto de Chernobyl.

CGP é uma empresa ecologicamente minded multinacionais que financia a produção ea transformação de plantas industriais sustentáveis, como linho, cânhamo e do cânhamo industrial. CGP opera na América do Norte, Europa e Ucrânia.

Phytotech (ver página web: www.phytotech.com / index.html), especializada em fitoterapia, o termo geral para uso fitossanitário (plantas) para remediar (limpar) locais poluídos. A fitorremediação pode ser usada para remover os elementos radioativos do solo e da água na produção de armas antigas facilaties. Também pode ser usado para limpar metais, pesticidas, solventes, explosivos, óleo cru, hidrocarbonetos poliaromáticos, e toxinas lixiviação dos aterros.

Plantas quebrar ou degradar os poluentes orgânicos e estabilizar os contaminantes metálicos, atuando como filtros ou armadilhas. Phytotech feild que está realizando testes para melhorar a fitoextração de urânio, chumbo com césio-137 e estrôncio-90 a partir de solos e também de água.

Fundado em 1931, o Instituto de Culturas Bast é agora a instituição de pesquisa principal na Ucrânia trabalhando em produção de sementes, sementes de cânhamo de crescimento, cultivo, colheita e processamento e linho.

O Instituto Bast tem um banco genético incluindo cerca de 400 variedades de cânhamo de várias regiões do mundo.

"O cânhamo está provando ser uma das melhores plantas fito-remediativa temos sido capazes de encontrar", disse Slavik Dushenkov, uma pesquisa com scienst Phytotech. Os resultados dos testes têm sido promissores e CGP, PHYOTECH Bast eo plano de estudos Instituto escala na região de Chernobyl, na primavera de 1999.

O cânhamo industrial não é uma droga. Ao contrário do seu primo de maconha, o cânhamo industrial tem apenas traços de THC - a substância química que produz a alta. Em 1973, o Departamento do Interior e do Departamento de Saúde e Agricultura da ex-URSS emitiu um ultimatim para o Instituto de Bast Culturas - quer criar variedades não-psycoactive de cânhamo ou de parar de cultivar cânhamo. Assim, cientistas do instituto criou uma planta do cânhamo industrial, contendo apenas vestígios mínimos de THC. Modern testes no Canadá confirmou o baixo teor de THC de cânhamo do Instituto de Bast.

As novas tecnologias na colheita e processamento de cânhamo também estão sendo desenvolvidas no Instituto, cuja biblioteca contém mais de 55.000 volumes, principalmente, o cultivo do cânhamo e de linho.

Chernobyl pode parecer distante, mas a EPA estima que existam mais de 30.000 sitios que requerem tratamento de resíduos perigosos em todo os EUA, incluindo Hanford e Three Mile Island.

Fitorremediação com cânhamo industrial pode ser usado em muitos desses sites. Unfortunantly, o governo dos EUA se nega a legalizar o cultivo de cânhamo industrial e se apega ao mito obsoleto que é uma droga. Copyright Central Páginas Oregon Verde

Cadeira Ecologica, feita de Canhamo

O cânhamo ou a fibra da maconha, é a fibra natural mais resistente e mais usada na história até política mundial de combate às drogas.

Com esse pensamento o estúdio de design alemão Werner Aisslinger criou a Hemp Chair, uma cadeira com nova tecnologia de modelação sob calor e depois é aplicada uma cola ecológica à base de água, resultando em cadeiras mais resistentes, sustentáveis e baratas do que as de plástico.

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Marcha da Maconha 2011 "Programação da Semana Verde em Nitetói"

Marcha da Maconha em Niterói
A Marcha da Maconha Brasil é um movimento social, cultural e político, cujo objetivo é levantar a proibição hoje vigente em nosso país em relação ao plantio e consumo da cannabis, tanto para fins medicinais como recreativos. É nosso entendimento que a atual legislação e política de repressão sobre o cultivo e utilização da maconha são fatores de aumento e fortalecimento da violência.

E que todas as propriedades da planta devem ser aproveitadas, inclusive o potencial medicinal e econômico e quando isto for adequado sob o ponto de vista ambiental.

Esse ano ocorrerá a primeira Marcha em Niterói em 15 de Maio. Mas além desse espaço de manifestação, o coletivo vai oganizar uma semana de debates com a sociedade e formação dos militantes do antipoibicionismo. A Semana Verde ocorrerá de 09 a 15 de Abril, nos prédios da UFF e da Candido Mendes.

Programação da Semana Verde – de 07 a 14 de Abril em Niterói

- Dia 07/04, quinta-feira, às 21:00 hrs Cantareira
Panfletagem, Falcatrua, batalha de MC´s e oficina produção de cartazes e textos.

- Dia 09/04, sábado, às 15:00 hrs Praia de Itacoatiara
Panfletagem com todos vertidos de verde.

- Dia 10/04, domingo, às 16:20 hrs Praia de Icaraí
Panfletagem com todos vestidos de verde e o Bloco Planta Na Mente.

- Dia 11/04, segunda-feira, às 18:00 hrs Faculda de Direito da UFF
Palestra Os danos da proibição e a necessidade da legalização
Maria Lúcia Karam, juíza, LEAP Brasil;
Orlando Zaccone, delegado de Policia Civil, LEAP Brasil.

- Dia 12/04, terça-feira, às 18:00 hrs Campus UFF Comunicação (IACS)
Exibição do Filme “Cortina de Fumaça”

- Dia 13/04, quarta-feira, às 19:00 hrs Cândido Mendes Niterói
Debate sobre a legalização

- Dia 14/04, quinta-feira, às 18:00 hrs Campus UFF História(Gragoatá)
Palestra Proibição do que? Um debate sobre a legalização da maconha
Renato Cinco, sociólogo, organizador do MLM (Movimento pela Legalização da Maconha);
André Barros, advogado da Marcha da Maconha do Rio e organizador do MLM;
Luiz Paulo Guanabara, membro da ong Psicotrópicos;
Thiago Rodrigues, prof. Ciência Política da UFF.

e Festa Verde – Legalize Já

Para maiores informações acesse http://niteroi.marchadamaconha.org/

Ziggy Marley ganha medalha e camiseta da Marcha da Maconha

O cantor de reggae Ziggy Marley, filho do músico jamaicano Bob Marley (1945-1981), foi homenageado durante as festividades dos 285 anos de aniversário da capital de Santa Catarina, Florianópolis, comemorados na quarta-feira. Ziggy Marley recebeu a medalha Cruz e Sousa, concedida pela prefeitura local às personalidades que defendem a etnia negra, e uma camiseta de um movimento que promove marchas em defesa da legalização da maconha.

O músico foi recebido por cerca de 200 pessoas na comunidade do Morro do Mocotó, uma das mais carentes da capital catarinense. Ziggy Marley recebeu a camiseta do "Instituto da Cannabis", organização vinculada a um movimento estudantil da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), que promove a Marcha da Maconha na capital e realiza estudos sobre as aplicações medicinais da planta.

O presente foi entregue por uma das representantes do movimento, a estudante Mariana Marques. O filho de Bob Marley realiza uma turnê pelo Brasil e faz apresentação em Florianópolis nesta terça-feira, em comemoração ao aniversário da cidade.

Whoopi Goldberg: 'Eu fumei maconha antes do meu discurso no Oscar'

Vídeo conseguido pelo site 'TMZ', a atriz afirma que incendiou a planta antes de receber o prêmio, em 1991.

Em um vídeo conseguido pelo site "TMZ", Whoopi Goldberg afirma que fumou maconha antes de fazer seu discurso no Oscar em 1991. Na época, Whoopi foi consagrada como Melhor Atriz Coadjuvante por sua interpretação no filme "Ghost". A atriz explica que fumou para se acalmar e que ficou bastante alterada durante a cerimônia.

Whoopi contou também que logo após o término da cerimônia, recebeu uma ligação de sua mãe, que percebeu que ela tinha fumado quando viu que seus olhos estavam vermelhos.

E no melhor estilo faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço, a atriz advertiu. "O fato de eu fumar, não quer dizer que todo mundo tem que fumar."

Sementes de maconha reivindicam seu lugar nas cozinhas australianas


As sementes de maconha, ingrediente de produtos comercializados em todo o mundo, reivindicam seu lugar nas cozinhas da Austrália como um alimento nutritivo. Nos Estados Unidos, no Canadá e em países da União Europeia, são produzidos alimentos à base da semente de cânhamo (que tem "cannabis sativa" como nome científico), como barras de cereais, farinha, óleos e queijos vegetarianos. Porém, na Austrália, este produto "é estigmatizado", declarou à Agência Efe Andrew Katelaris, o promotor da iniciativa para legalizar o uso na culinária.

A Austrália comercializa o cânhamo em forma de cosméticos, fibras e alimentos para animais, mas uma coisa é oferecê-lo a cães e gatos, outra é permitir que cidadãos possam incorporá-lo a sua dieta diária.

Seus defensores argumentam que o governo ignora as propriedades nutritivas do cânhamo, porque "teme" a propagação dos cultivos desta planta por todo o país e acrescentam que cerca seis milhões de pessoas, mais de 30% da população, consumiram maconha em algum momento de sua vida.

Katelaris, médico e pesquisador, apontou que as sementes, ao contrário das flores, folhas e talos, têm baixa concentração de delta-9-tetrahidrocanabinol (THC), a substância psicoactiva do cannabis. Além disso, contêm proteínas, gorduras poliinsaturadas, como o Ômega 3, vitaminas, como a E, e contribuem para "desenvolver o cérebro e prevenir a demência", revelou Katelaris.

Apesar da resistência que a iniciativa encontrou entre as autoridades do país, os australianos consomem cannabis desde que foi introduzido pelos britânicos, no século 19. A planta, que segundo algumas pesquisas aumenta o risco de esquizofrenia e depressão, é ilegal na Austrália, mas a posse em pequenas quantidades e o cultivo de um número limitado de pés para uso pessoal foram descriminalizados em alguns estados e territórios do país na década passada.

Bob Carr, governador de Nova Gales do Sul entre 1995 e 2005, defendeu no Parlamento regional um projeto para legalizar o consumo de maconha para fins terapêuticos, uma proposta apoiada por Katelaris, mas que não progrediu.

A agência de segurança alimentar da Austrália e Nova Zelândia (FSANZ, na sigla em inglês) avalia, desde o ano passado, a solicitação de Katelaris para legalizar o uso de sementes de cânhamo para consumo.

Por enquanto, o órgão regulador concluiu que os alimentos elaborados à base de sementes de maconha "não representam um risco para a saúde" e "podem ser uma alternativa dietética útil".

Atualmente, a FSANZ submete a iniciativa à consulta popular como passo prévio aos debates que serão realizados nos governos dos diferentes estados e territórios do país.

Um dos desafios é a implantação de um sistema de controle para verificar se as sementes têm baixos níveis de THC, assim como a emissão de licenças para o desenvolvimento desta indústria de alimentos, explicou a porta-voz da FSANZ, Lydia Buchtmann, que assinalou que a decisão deve ser anunciada até o final do ano.

domingo, 20 de março de 2011

Cortina de Fumaça









O interessante jogo proibicionista: quem é vítima?

Analisando o processo de usuários que são detidos por posse de drogas para consumo pessoal percebe-se a existência de uma “vítima” neste trâmite jurídico denominada Estado.
 
Se pensarmos bem, a criminalização da maconha por parte desta suposta vítima denota uma tentativa de manter um quadro de delinqüência no país, além de sustentar um mercado paralelo considerado pelo âmbito jurídico ilegal de tráfico de drogas. Pensando na perspectiva do atual modelo econômico vigente, o capitalismo, essa forma mercantil é totalmente permitida, uma vez que atende ao principal interesse das nações que é o acúmulo incessante de capital através das trocas de substâncias entorpecentes, seja ela a cocaína, o crack, o ecstasy, LSD, ou a maconha.  

Esse jogo de trocas ilegais movimenta, segundo o Relatório Mundial sobre Drogas das Nações Unidas (2005), 13 bilhões de dólares, ao passo que no Brasil, em particular o estado do Rio de Janeiro, segundo o estudo da secretaria de Fazenda do Estado do Rio de Janeiro "A Economia do Tráfico na Cidade do Rio de Janeiro: Uma Tentativa de Calcular o Valor do Negócio" (2008) estimou que o tráfico de drogas fatura entre 316 e 633 milhões de reais por ano.

A que ponto está querendo se chegar com estes dados? Que esta suposta vítima, o Estado brasileiro, lucra de forma incessante mantendo esta forma de transação comercial e, portanto, desinteressante do aspecto econômico a mudança legislativa em relação à legalização da maconha e, num âmbito maior, a descriminalização de outras drogas.
 
Para manter esta situação sob o controle das forças policialescas nacional,  os aparelhos ideológicos fazem a sociedade crer que o aumento do contingente repressor legitimado pelo Estado é a saída mais eficaz no combate ao tráfico de drogas, assim como a criação de maiores centros de detenção para delinqüentes que hoje atinge o exorbitante número de 290 mil usuários detidos no Brasil, e nos EUA esse número chega a 1 milhão.
 
O exercício sociológico que é inexistente neste projeto de guerra ao tráfico é que o número de usuários não diminuiu, o poder paralelo do tráfico de drogas só acresceu, juntamente com o tráfico de armas que impera em zonas latentes em que se dá estas transações comerciais, marginalizando socialmente as comunidades periféricas dos centros urbanos e inserindo novos atores neste jogo: crianças e adolescentes que estão excluídos das escolas e seus responsáveis que são afetados pela desestruturação do mundo do trabalho, assim como continua existindo a extorsão policial como prática da política proibicionista. Isto pode ser muito bem visto em cidades como o Rio de Janeiro (Brasil), Medellín e Cali (Colômbia), e Tijuana (México) para se visualizar como exemplos desse conflito.
 
Para sustentar essa política proibicionista vigente no Brasil, e na maioria de tantos outros países, fora investido trilhões de dólares de maneira irresponsável, irracional e incompetente, uma vez que esta se encontra completamente falha e falida, podendo ser associado a um holocausto de proporções semelhante à Alemanha em tempos de guerra mundial. Isto porque inclui a execução de moradores de periferia, negros e pobres, além da suspensão de muros cercando favelas como espécie de “proteção” a sociedade de classe média, branca e da zona sul.
 
Esta política, tão ambígua em sua efetivação, demonstra duas faces: uma delas a política de redução de danos, que é adotada em países que tentam amenizar a repressão de drogas e aos usuários e, ao mesmo tempo, ainda sustenta um lei proibicionista que, apesar de diferenciar o usuário do traficante e abrandar as penas, continua com uma postura militarizada para tratar do assunto. Daí surge a questão de formação da polícia, assim como uma radical mudança valorativa da sociedade que trata o assunto de maneira conservadora, moralista e hipócrita.
 
Nesse quadro de proibição das drogas, mais especificamente da criminalização da maconha, aparece um nó compreensível que se destina a entender o porquê do Brasil não ter aprovado a lei de reforma agrária. Diante disto, vê-se na região nordeste o chamado “Polígono da Maconha”, situado no estado de Pernambuco, que concentra latifúndios para plantação de maconha explorando a mão-de-obra campesina a preços ínfimos, deixando os trabalhadores sem poder recorrer ao ministério do trabalho em casos de maus tratos e/ou qualquer outro tipo de abuso existente, assim como a tentativa de destruir plantações de coca na Bolívia que é uma planta inserida dentro do contexto cultural da sociedade indígena como forma de aliviar fome e agüentar a altitude de determinadas cidades (não confundir a coca planta, com o processo químico que esta planta é submetida para a produção de cocaína).
 
Esta proibição que ocorre há 77 anos no Brasil deixa claro quem é vítima e quem é ator da agressão. Um Estado que executa, chacina, latrocina, estupra e prende não merece ser chamado de vítima, não merece ser chamado de protetor dos cidadãos brasileiros que querem fazer uso do seu próprio corpo, que mantém nos marcos legais do capitalismo uma prática imoral e imunda, subjugando toda uma sociedade a grupos de traficantes armados apontando fuzis na cabeça de uma suposta liberdade que nos é “gentilmente” concedida através da omissão do poder público frente a esta questão.
 
Portanto, aqueles que dizem que a marcha da maconha é um prática apologética e que reforça o poder do tráfico e do traficante, não é verdadeiro. Marcha da Maconha é uma irracionalidade estar acontecendo no sentido de que é igualmente irracional o Estado brasileiro manter a maconha proibida neste país, impedido pesquisas para o seu uso medicinal, não permitindo seu uso recreativo, legitimando o lucro abusivo da indústria farmacêutica, têxtil e do tráfico.

Uma Mancha de Negligência no Paraíso da Cannabis!

A história que recebemos de um amigo leitor pode ser bem semelhante com a de outras pessoas que passaram o Carnaval em Trindade, paraíso canábico no litoral sul do Rio de Janeiro. Lá não faltam histórias de que foi parado na blitz que funciona sem parar no início da estrada que dá acesso ao pequeno vilarejo.

A história de terror começa logo na sexta-feira, na chegada a Trindade. Com uma quantidade maconha suficiente para quatro baseados nosso personagem e sua esposa foram abordados por dois Cabos e um Sargento que em nenhum momento esconderam o jogo em relação ao objetivo da repressão. Eles não queriam droga, apenas o dinheiro dos maconheiros que invadem o local.


Foram aproximadamente 40 minutos de negociação que resultaram na perda de 500 reais para o casal que perdia todo encanto do carnaval e o dinheiro necessário para o pagamento da pousada. Em outros casos, as vítimas da Guarda Negligente eram obrigadas a seguir até o caixa eletrônico mais trindade_estradapróximo para levantar o valor da propina pedida. Não menos grave são as histórias de furto de objetos de valor como câmeras e notebooks.

Os casos ocorridos em Trindade são a cara de uma política repressiva que ocorre em qualquer canto do Brasil. Cria-se a imagem de um inimigo público que precisa ser combatido, neste caso o consumo de drogas, e nele aplica-se toda força possível. Ao grande público é oferecida uma história de combatentes implacáveis contra o "mal da droga que destrói o país".

praia do meioPara quem escapou desta blitz o Carnaval em Trindade deve guardar apenas boas lembranças. O paraíso de Mar e Mata Atlântica pode ser fantástico para quem busca um retiro canábico distante da folia de ruas lotadas e brigas provocadas por excesso de álcool. A marofa que subia no camping, na praia ou na trilha em paz em nada lembrava o discurso de degradação social disseminado pelos proibicionistas.



 

Produzir Cannabis....

Como plantar?

Lembre-se que plantar Cannabis é crime, como tal nao estamos a incentivar a faze-lo, estamos simplesmente a mostrar o que nao deve fazer....

Plantar não é assim tão difícil como dizem. Separe as sementes de um fumo novo. Dê preferência às sementes mais escuras, com a casca íntegra. A maioria das pessoas planta em um vaso pequeno e deixa dentro de casa para um posterior transplante em um vaso maior ou no solo.

Importante, principalmente no segundo vaso (o do transplante) é saber preparar bem a terra. No fundo do vaso, ponha algumas pedras e um pouco de areia. A terra na metade do vaso pode ser misturada com um pouco de areia (10 a 20%), isso dá uma boa drenagem para a água e minerais. A terra da parte superior deve ser pura, ou com um mínimo de areia. Não economize. Utilize terra preta, adubada, a melhor que você encontrar. Lembre-se que aquilo que você vai fumar virá dela.
Se for transplantar no solo, escolha o lugar que mais pega sol (fator mais importante)

*IMPORTANTE: Se você plantar em um pequeno vaso, inicialmente, não deve demorar muito para transplantar para outro maior. Espere a coitadinha alcançar uns poucos centímetros e algumas folhas. A raiz principal cresce até encontrar o fundo do vaso, depois começa o crescimento das raízes laterais. Se o transplante ocorrer após a chegada da raiz principal no fundo do vaso, sua planta não vai alcançar uma altura apropriada, e não dará tanto fumo quanto deveria, embora a qualidade do mesmo não seja prejudicada.

E quanto à água?

Dê preferencia para água filtrada, daquelas máquinas que em quase toda cozinha tem.
Não molhe demais. É preciso achar um equilíbrio entre ÁGUA x DRENAGEM DO VASO x HORAS DE SOL. Água demais pode apodrecer a sua raiz e água de menos vai secar a sua planta. Quanto mais quente o clima, mais água você pode oferecer à sua prole. Algumas pessoas dizem que 150 ml/planta/semana são suficientes, mas você deve descobrir por si próprio a quantidade ideal para a sua plantação.

Sol?

Sol, sim, o sol... A Cannabis é uma planta que não vive sem o sol. Tudo pode estar ruim para ela, mas sem o sol ela não vai crescer. As principais plantações do Brasil, são em torno do Rio São Francisco, onde existe sol e água em abundância. Escolha plantar em setembro, outubro, após a estação fria do ano. A primavera é a época ideal. A temperatura ideal deve ser em torno de 30 graus C. Plantando em um vaso é possível fazer a planta sempre acompanhar o sol. Eu não estou falando de 4, 5 horas de sol, mas sim, 12 se possível. O crescimento dela é directamente proporcional à exposição solar.

E o que mais?

Passando com êxito pelos passos iniciais, é só esperar a época certa para a colheita. Identificar a época certa para colher é o que as pessoas têm mais dificuldade. As folhas clássicas da cannabis não servem para fumar. Sim, eu sei que parece besteira, muita gente diz que já fumou delas e deu... etc. Tente não arrancar muitas folhas. É importante elas ficarem até envelhecerem no pé. Cada raminho com 5 folhas vai dar origem à um galho principal, cada galho principal dará mais folhas e vai continuar dando novos galhos e topos (tops), onde está a maconha que você quer, aquela que se fuma.

Como saber a época certa para colher?


A planta tem um ciclo. Ela morre no fim. Ou seja, você não pode ter uma planta e ir consumindo ela aos poucos. Só vai dar realmente para fumar quando chegar ao fim do seu ciclo vital. A duração do ciclo tem uma variação. Depende muito do sol, temperatura e água. Um ciclo de verão dura cerca de 4 meses. Em locais frios, com pouco sol, pode demorar até 1 ano.
Chegará uma época que a planta vai começa a perder todas as folhas grandes. Elas começam a murchar, secar e cair. Vai sobrar pequenas folhas gordinhas nos topos (tops). Você vai perceber que ela está morrendo. Logo, toda a planta vai parecer um pinheirinho, sem folhas grandes e vários tops gordos. Espere a maioria (ou quase todas) das folhas grandes secarem e/ou caírem ecorte a danada.

Como secar para fumar?


Você pode cortar cada top e deixar num locar seco, arejado, para secar. Uma boa dica é deixar eles em cima de umas folhas de jornal seco com um vento indirecto soprando. Durante a noite, ou quando estiver alguém que não pode saber da sua produção por perto, enrole os tops (sem prensar, deixe ar dentro) em folhas de jornal seco e guarde. Não deixe guardado por muito maisde 1 dia, pode mofar. Não prense os tops. Eles precisam de ar para secar. Quando eles estiverem mais secos, você deve limpá-los, preferencialmente, para aumentar a potência do seu fumo, tirando a palha (resíduos de folhas) do resto, da "murruga". É fácil identificar o que é folha e o que é murruga. A murruga (onde estão as glândulas de THC) não seca, ela permanece verde, enquanto as folhas secam. Brinque com os tops. Após eles secarem, aperte um contra o outro, amasse, desamasse, amasse de novo, etc... Vão sair as folhas sem THC, talvez até em forma de pó. O que sobrar na mão é o que deve ser fumado. Se você não se sentir seguro a botar fora tudo o que saiu, guarde e "tente" fumar. É um fumo de péssima qualidade, parece fumar capim, mas para épocas de seca... O resto, a murruga, deve ter um gosto de novo, de "leite" como dizem alguns.

"Lembre-se que a Cannabis é como um bom vinho do porto: melhora com o passar do tempo, pois vai perdendo o gosto de clorofila."

Proibir é legal?

O álcool faz mal à saúde. E não só à de quem bebe. Ele corrói famílias, causa acidentes e cobra uma alta conta do sistema público de saúde. Mas, como o álcool é uma droga legal, seu comércio gerou uma indústria saudável, que movimenta a economia como qualquer outro bem de consumo: rende impostos ao governo, lucro para empresas e empregos para quem quer trabalhar. A cada ano, a indústria global do pileque fatura US$ 450 bilhões.

A cocaína, a heroína e o ecstay também fazem mal à saúde. E também giram um mercado que rende um belo dinheiro: cerca de US$ 330 bilhões por ano. Da ilegalidade, porém, germinou uma indústria doente: em vez de gerar impostos, o dinheiro dos narcóticos chega ao Estado sob a forma de propinas que fomentam a corrupção. O lucro do negócio é investido em armas que alimentam a violência. Em lugar de empregos, o tráfico oferece às crianças e jovens uma vida de crimes.

Parece fácil a solução, então: tratemos as drogas como tratamos o álcool. Há muita gente boa acreditando nisso: economistas, médicos, políticos. Mas, para cada defensor, existe uma opinião contrária. Afinal, ninguém sabe exatamente quais os efeitos da legalização: ela jamais foi plenamente colocada em prática. Quais drogas poderiam ser liberadas? O crime organizado e o tráfico perderiam força? O consumo aumentaria? Como isso afetaria a sociedade? Dúvidas como essas terão espaço nesta reportagem. Mas parecem não existir na cabeça dos legisladores.

Colocar as drogas na ilegalidade foi a solução sistematicamente adotada no século 20, em todas as partes do globo. Infelizmente, a lei não controlou o consumo e há quem defenda que ela o aumentou. De quebra, nos jogou numa guerra contra traficantes, que por sua vez estão em guerra contra todos nós. O dano que o vício dos outros causa em nós nasce quase completamente do fato de as drogas serem ilegais, escreveu em 1972 o americano Milton Friedman, talvez o mais influente economista do século 20, vencedor do Prêmio Nobel e defensor da total legalização dos entorpecentes.

Por que proibir?

Discutir se as drogas devem ser legalizadas esconde uma questão anterior: por que proibi-las? Afinal, drogas sempre existiram. E, com raras exceções, sempre foram toleradas. A primeira política moderna para colocar os entorpecentes na ilegalidade nasceu nos EUA, em 1914, com o Ato de Narcóticos. Era uma reação aos crescentes problemas de dependência e overdose com ópio e cocaína, uma novidade num país tão religioso. Em 1918, o governo criou uma comissão para avaliar os efeitos da legislação. O grupo concluiu que: 1) um mercado negro havia surgido para atender à a procura pelas drogas; 2) esse mercado estava organizado nacionalmente para importar e distribuir o contrabando; e 3) o uso de ópio aumentara significativamente.

Diante das evidências de que a proibição beirava o fracasso, o governo americano não teve dúvidas: aumentou mais ainda as restrições, passando de 5 para 10 anos a pena máxima por crimes relacionados a drogas na década de 1950, esse limite chegaria à pena de morte. A opção proibicionista tem uma motivação moral muito forte, influenciada pelas instituições religiosas, diz Sean Purdy, professor de história americana na USP.

O ciclo que começou em 1914 repressão aumenta o preço, que valoriza o tráfico, que estimula o consumo, que aumenta a repressão iria se repetir, sob influência americana, pelo planeta. Os EUA usaram sua posição privilegiada na economia para estabelecer vários programas de erradicação de drogas, diz Purdy. Em 1961, os americanos conseguiram emplacar a assinatura de um pacto global contra as drogas na ONU. Com o acordo, o mundo achou que estava pronto para enfrentar o problema.

O documento ficou bonito no papel, mas não serviu para frear a história. A década, que começou com todos os países prometendo combater o uso de drogas, terminou com soldados americanos fumando maconha no Vietnã e hippies se entupindo de LSD mundo afora. Diante desse quadro, o presidente americano Richard Nixon resolveu lançar a Guerra às Drogas, como batizou sua política de tolerância zero com a venda e o consumo.

Brasil é o maior consumidor sul-americano de drogas, aponta relatório do Departamento de Estado dos EUA

País conquistou a primeira posição este ano. Na região dos países do Mercosul há um grande fluxo de drogas em trânsito, aquelas que têm como destino final ou a Europa, ou os EUA ou ainda a África

O Brasil se transformou no maior consumidor sul-americano de drogas, segundo informou nesta quinta-feira (3) o Departamento de Estado dos Estados Unidos em relatório sobre a "Estratégia para o Controle Internacional de Narcóticos". O documento é publicado anualmente e traz informações sobre os países que ajudam os EUA a combater o narcotráfico. Na América do Sul, Argentina, Chile, Paraguai e Uruguai seguem sendo países estratégicos na distribuição de drogas com destino à Europa e América do Norte.

Segundo o documento, a grandeza do país e a extensa costa do Brasil “o transformam em uma rota de passagem inevitável para o contrabando de narcóticos rumo a Europa, África e, em menor quantidade, aos Estados Unidos”. O relatório aponta ainda que com tanta droga passando pelo país, o consumo aumentou consideravelmente, e que segue crescendo.

Outro relatório, divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU), afirmou que o país já tem 900 mil consumidores de cocaína. Para os EUA, além de consumir, o Brasil também está se transformando em um grande fornecedor de compostos químicos para a produção da droga, além de contribuir para o tráfico ao não fiscalizar o trânsito de pequenos aviões da Colômbia e Peru - reconhecidos mercados produtores da cocaína.

Sobre a maconha, o relatório afirma que embora já se cultive a planta no nordeste do país, o Paraguai continua sendo o maior fornecedor da droga. E a cocaína que chega ao mercado brasileiro vem, principalmente, da Bolívia, Peru e Colômbia em aviões de passagem, com destino final aos mercados europeu, norte-americano ou africano.

Outra importante rota da droga no continente é a Argentina, que apesar de não ser grande produtor de cocaína transformou-se rapidamente no segundo maior mercado consumidor da droga. Só no ano passado, a Administração de Controle de Drogas (DEA na sigla em inglês) calcula que tenham passaram pela Argentina cerca de 70 toneladas de cocaína destinadas, majoritariamente, à Europa.

O Chile, segundo o relatório, também não é um grande produtor de drogas ilegais, mas é "um importante país de passagem para os embarques de cocaína andina com destino à Europa, e algumas fontes assinalam que para envios aos Estados Unidos também".

Ainda na região do Mercosul, Uruguai e Paraguai também preocupam as autoridades norte-americanas. No ano passado, o Governo dos Estados Unidos tirou o Paraguai da lista dos maiores produtores e lugares de passagem de drogas ilegais, mas o país ainda é um importante fornecedor de maconha para os sul-americano. Já o Uruguai não é grande produtor de drogas, mas tem atraído os traficantes “pela estratégica posição marítima do país”, que faz fronteira com Argentina e Brasil.

Também preocupa o aumento no consumo da pasta base de coca em toda a região. "O consumo local do produto da base da cocaína, barato e altamente aditivo, conhecido como 'pasta base', continua sendo um problema", acrescenta o documento.

Garota abre "padaria da maconha" e vende no Facebook

Se você achava que só brasileiro dava um "jeitinho" de vez em quando, conheça a história de Sarah Probasco, que é de Oklahoma, nos Estados Unidos. Ela também deu um jeitinho. Primeiro, deve constar que Sarah curtia "a erva" e ganhava uma graninha vendendo - só que, como nóis sabemos, ela é proibida.

Para não deixar de lucrar, a moça resolveu colocar maconha em receitas de padaria e vender por aí. Como a internet está cada vez mais ajudando os comerciantes, ela foi distribuir seu produto no Facebook. Só que a polícia descobriu. Segundo o site The Weekly Vice, foram três meses investigando, mas eles descobriram.

- Aparentemente, ela tinha um negócio chamado "Padaria Basco", que ela estava promovendo.

Os investigadores tiveram que fazer várias compras no site antes de ir atrás de Sarah. Ela, é claro, foi presa - e a fiança ainda não foi estabelecida.

sábado, 19 de março de 2011

Cigarro vs. Maconha

Pinneaple Express, "Segurando as Pontas"...



Pineapple Express (br: Segurando as Pontas) é um filme estadunidense de comédia, dirigido por David Gordon Green, escrito por Seth Rogen e Evan Goldberg. O produtor do filme foi Judd Apatow que anteriormente trabalhou com Rogen e Goldberg em Superbad - É Hoje. O filme foi lançado em 6 de agosto de 2008.

O filme conta a história de Dale Denton (Seth Rogen) e o traficante Saul Silver (James Franco). A história começa quando Dale visita Saul para comprar maconha, mais especificamente, um novo tipo, chamado Pineapple Express. Dale presencia um assassinato cometido por uma policial desonesta (Rosie Perez) e o chefe do tráfico mais perigoso da cidade (Gary Cole), ele entra em pânico e deixa sua "bituca" de Pineapple Express na cena do crime. Agora o mais perigoso traficante da cidade está atrás da única testemunha do crime, além de Saul, única pessoa para quem vendeu a rara "Pineapple Express".

Maconha alivia inflamações, mas pode aumentar risco de infecções

Princípio ativo da planta atinge células que suprimem resposta do sistema imunológico, explicam cientistas.

Pesquisas recentes mostram que ao "anestesiar" nosso sistema imunológico, a maconha alivia doenças inflamatórias, mas também aumenta o risco de infecção.
Cientistas da Universidade da Carolina do Sul descobriram que seu ingrediente ativo atinge um recém descoberto tipo de célula que diminui a resposta imunológica do organismo, facilitando a entrada e instalação de infecções.

Prakash Nagarkatti, líder de um grupo de pesquisa, injetou o principal ingrediente ativo da maconha, o delta-9-tetrahidrocanabinol (THC) em ratos de laboratório. O THC ativou dois tipos de receptores canabinóides nas células dos sistema imunológico dos animais, chamados CB1 e CB2.

A ativação desses receptores levou à mobilização em grande escala de células mielóides supressoras (MDSC). Elas têm um papel importante na diminuição da resposta do sistema imunológico, fazendo com que ficar em níveis normais, como quando não há infecção.

A descoberta oferece uma possível explicação dos motivos pelos quais usuários de maconha apresentam mais risco de infecções do que quem não fuma a droga, de acordo com os pesquisadores.

Além disso, o resultado sugere que o THC poderia ser usado quando houver necessidade de suprimir o sistema imunológico, por exemplo, após transplantes, quando não é interessante que o organismo do receptor tenha reações contra o novo órgão.

Maconha pode "desativar" esperma

Estudo sugere que tanto a droga quanto uma substância produzida por nosso corpo podem atuar na diminuição temporária da fertilidade do homem.

Um estudo da Universidade da Califórnia acaba de mostrar os efeitos de um anticoncepcional inusitado: a maconha. Com um olhar mais a fundo sobre o funcionamento dos espermatozóides, os pesquisadores chegaram à conclusão de que a droga contêm um princípio ativo capaz de “gastar a bateria” dos espermatozóides antes da hora.

Os espermatozóides permanecem imóveis na maior parte do tempo em que estão no corpo dos homens. O movimento só começa quando ele está a caminho do corpo da mulher e sua “bateria” dura apenas o tempo suficiente para atingir o óvulo feminino.

Se os espermatozóides forem ativados em algum momento antes do necessário, eles não têm energia suficiente para chegar ao óvulo e perdem a chance de fecundação. E a maconha, assim como uma substância do canal reprodutor masculino e feminino, o encocabinóide, tem o poder de fazer essa ativação, de acordo com a pesquisa.

Um dos responsáveis pelo estudo, Yuriy Kirichok, compara os espermatozóides a balões cheios de ar. Assim como bexigas, os espermatozóides estão "inflados", com partículas com carga positiva - os prótons - em vez de ar. Quando liberamos todos estes prótons de uma vez, o espermatozóide se move. É como se estivéssemos abrindo um canal para que o ar escapasse do balão. Isso acontece porque, a carga do lado de fora de onde está o esperma é negativa e atraí os prótons que estão dentro dos espermatozóides, de carga positiva. “Nós identificamos a molécula que permite que isso aconteça", diz o pesquisador.

A maconha e os endocanabinóides, dizem os pesquisadores, abrem o caminho para essa reação ocorrer, e o "ar" sair do esperma. Com a ativação antes do tempo, quando chega a hora de correr para o corpo da mulher, já não há potência para alcançar o óvulo.

O estudo, por enquanto, trabalha em cima de hipóteses. Nenhum teste prático com consumidores de maconha foi feito para comprovar se o efeito, de fato, é significativo.

domingo, 13 de março de 2011

Mais exercícios e menos maconha


Estudo de universidade americana mostra que duas sessões de corrida na esteira por semana podem ajudar a diminuir muito o desejo e, efetivamente, o uso da maconha.

Pesquisadores da Universidade de Vanderbilty, em Nashville, nos Estados Unidos, estão estudando usuários de maconha para tentar entender como os exercícios atuam sobre o cérebro – e, quem sabe, usar a atividade física como prevenção e tratamento para usuários da droga.

Os participantes (apenas 12, o que inspira futuros estudos para a confirmação dos resultados) relataram uma diminuição significativa na vontade de fumar depois de algumas sessões de corrida na esteira, de acordo com estudo publicado na quinta (10) no PLoS ONE. Esta é a primeira pesquisa a demonstrar que o exercício pode reduzir o consumo de cannabis por pessoas que não desejam parar.

Os cientistas escolheram oito estudantes do sexo feminino e, quatro, do masculino, que se encaixavam no critério de "dependentes" da droga e não queriam qualquer ajuda ou tratamento para parar de fumar. Durante o período acompanhado pelos pesquisadores, o desejo de fumar e o uso efetivo da maconha diminuiu mais de 50% depois de corridas de 10 a 30 minutos na esteira, duas vezes por semana. Isso resulta em 10 sessões, mas já nas cinco primeiras a vontade de fumar já havia diminuído bastante.

Os participantes do estudo, que declararam fumar em média 5,9 cigarros de maconha por dia, frequentaram o centro de estudos de Vanderbilt cinco vezes por semana durante duas semanas para as sessões na esteira. Os pesquisadores mediram a quantidade de exercício necessária para cada um atingir entre 60% e 70% de sua frequência cardíaca máxima, e assim criaram um programa personalizado para cada jovem. Depois da corrida, os estudantes viram fotos relacionadas ao uso da maconha e seu estímulo, para depoir rankear seus desejos pela droga. Foi então que expressaram ter menos vontade de consumi-la. Além disso, disseram que reduziram o uso para 2,8 cigarros de maconha por dia durante o programa de exercícios.

"Hoje não há formas de tratar a dependência de cannabis com medicamentos. Essa é uma grande (descoberta), considerando a magnitude do problema do uso da droga nos EUA", diz o co-autor da pesquisa, Peter Martin, diretor do Centro de Dependência de Vanderbilt. Ele diz que é importante repetir tais experimentos em um estudo maior, randomizado e controlado.

Segundo outro pesquisador, Mac Buchowski, o estudo mostra que o exercício pode realmente mudar como o cérebro trabalha e a maneira como ele responde ao mundo. Para ele, o uso da maconha pode parecer "um hábito inocente e recreacional", mas é uma doença que deve ser tratada.

Nos Estados Unidos, o abuso ou dependência da maconha e suas complicações aumentaram em todas as faixas etárias na última década. Em 2009, aproximadamente 16,7 milhões de americanos acima de 12 anos já haviam usado a droga nos meses anteriores, sendo 6,1 milões usuários frequentes – 20 ou mais dias durante o mês.

No Brasil, o consumo também vem crescendo. Em 2001, 6,9% da população usava a droga. Em 2005, passou a 8,8%. Ja a dependência atinge 1,2% dos brasileiros, segundo levantamento domiciliar sobre o uso de drogas psicotrópicas no Brasil feito pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). O último levantamento, de 2007, mostra que o uso de maconha entre mulheres cresceu de 3,4%, em 2001, para 5,1%, em 2005. Entre os homens, o aumento foi de 10,6 para 14,3%, respectivamente.

Parlamento uruguaio debaterá projeto sobre cultivo e consumo de maconha

Dois deputados da Frente Ampla (FA), no pode no Uruguai, concluem os detalhes de um projeto de descriminalização do cultivo de maconha que enviarão esta semana ao Parlamento e que se soma a outro em debate desde o final de 2010, informou nesta quarta-feira à Agência Efe deputado Sebastián Sabini.
Ele disse que sua proposta, elaborada em conjunto com o deputado Nicolás Núñez, situa em 25 gramas a quantidade de maconha que o cidadão pode levar nas vias públicas e em oito as plantas que pode cultivar em sua casa.

"A partir dessas medidas se pode começar a presumir que o sujeito está traficando", afirmou o parlamentar.

Sabini pertence ao Movimento de Participação Popular (MPP), legenda do presidente José Mujica e que integra o heterogêneo FA, onde convivem desde ex-guerrilheiros tupamaros até democratas-cristãos, passando por comunistas e socialistas, grupo ao qual pertence Núñez.

Segundo o congressista, sua iniciativa "se dirige unicamente ao cultivo de maconha" e é bastante diferente do projeto anterior sobre a questão apresentado em novembro de 2010 pelo deputado Luis Lacalle Pou, do conservador Partido Nacional.

"A grande diferença é que o projeto de Lacalle Pou não fixa quantidades e aumenta todas as penas relativas ao tráfico sem diferenciar quantidades e substâncias", acrescentou.

O deputado do MPP disse que sua intenção é "gerar um debate a respeito da necessidade de adequar as penas às quantidades apreendidas, com a possibilidade de impor multas econômicas ou prestação de serviços comunitários".

Segundo ele, o objetivo final de sua proposta é determinar "em que momento pode se considerar que se está cometendo um crime", algo que "com a legislação atual fica nas mãos do juiz".

Como funciona uma clínica de maconha medicinal na California

Há 14 anos já é permitido fumar a erva no estado da California - desde que para fins terapêuticos. Entenda quem tem esse direito.



1. CONSULTA MÉDICAÉ preciso obter uma recomendação de uso medicinal de maconha assinada por um médico que atue na Califórnia. Isso serve para residentes no estado que tenham sintomas como dores, náusea, perda de peso e insônia - o que vale para condições desde TPM até câncer.

2. CADASTROCom a recomendação e uma carteira estadual de usuário, o paciente se cadastra na clínica de maconha. Antes de aprovar o pedido, ela precisa investigar a situação legal do médico. Cadastrado, o usuário pode comprar a maconha na loja ou pedir por telefone.

3. COMPRAAlém da grande variedade para fumar e cultivar, vendem-se óleos, concentrados e cristais da erva. A seleção de comestíveis também é grande: mel, chás, biscoitos, bolos, chocolate, balas e pirulitos, tudo aditivado.

4. PRODUÇÃOA maconha precisa ser cultivada na Califórnia, por cooperativas de pacientes. Em tese, as clínicas compram o excedente plantado pelos usuários. Mas a comercialização de espécies e sementes originárias de outros países indica que muita coisa tem origem ilegal.

5. CONSUMOA erva medicinal pode ser fumada em qualquer lugar onde o cigarro comum for permitido - exceto em veículos. Também é proibido fumar num raio de 300 metros de escolas e centros juvenis. Já algumas clínicas têm jardins internos próprios para o consumo.

6. IMPOSTOSComo na maioria das transações comerciais, a maconha está sujeita ao imposto estadual sobre a venda, no valor de 8,25%. Condados e municípios podem aplicar outras taxas. As clínicas também pagam por licenças de funcionamento, como qualquer empresa.

Siga os rastros de Bob Marley até Nine Mile

Siga os rastros de Bob Marley até Nine Mile
Vila simples onde nasceu e está sepultado o maior ícone rastafári tem histórias, lendas e muitas lembrancinhas
O ícone do movimento rastafári está em estampas de camisetas, quadros e toda a sorte de souvenirs espalhados pelo país. Muito pouco para os fãs. Para eles, a melhor lembrança da ilha é conhecer o povoado de Nine Mile, onde Robert Nesta Marley nasceu, em 1945, e foi sepultado, 36 anos mais tarde.

O vilarejo está localizado em meio às montanhas, a cerca de 60 quilômetros de Ocho Rios - é possível contratar um dos vários tours na cidade ou negociar a viagem com um taxista - o preço pode variar de US$ 75 a US$ 150, dependendo do motorista.


Paga-se US$ 19 para entrar no complexo. Um guia vai acompanhá-lo durante a quase 1h30 de tour -  separe alguns trocados para a gorjeta. Estão lá a casa onde nasceu o rei do reggae e outra, na qual viveu dos seis meses aos 12 anos, quando se mudou para a capital Kingston.
 


O guia vai jurar que a cama de solteiro da residência da família Marley é a mesma a que o cantor se refere nos clássicos versos de Is This Love. E que a pedra pintada nas cores rastafári (vermelha, amarela e verde) servia de travesseiro para o rei meditar. Será?

Certo mesmo é o local de sepultamento de Bob Marley, um mausoléu simples, onde foi enterrado junto com sua guitarra. Para entrar no local, é preciso tirar os sapatos - fotos não são permitidas. Na mesma área, estão sepultados outros parentes do músico, como sua mãe, um de seus irmãos e seus avós.

Museu. Outro lugar repleto de memórias do ícone jamaicano é o Bob Marley Museum, instalado na casa em Kingston para onde ele se mudou em 1975 e que também servia como estúdio. Ali, é possível observar alguns objetos pessoais do cantor, como capas rastafáris, e discos de ouro e platina - Exodus (1977), Uprising (1980) e Legend ( 1984). A entrada custa US$ 20 e não é permitido fotografar ou filmar o ambiente.

Rastafári. Bob Marley divulgou ao mundo a cultura rastafári, mas, ao contrário do que se pode imaginar, a religião é seguida por apenas 5% dos jamaicanos - a maioria no país é adepta do protestantismo. Os rastafáris acreditam que o último imperador da Etiópia, Hailé Selassié, representa a reencarnação de Jah (Deus). Sonham em retornar à África, de onde vieram seus antepassados durante os anos de escravidão,são vegetarianos e não consomem álcool.
Não dá para falar de Jamaica sem pensar em reggae. E tampouco dá para falar de reggae sem associar o ritmo a Bob Marley - em maio, serão 30 anos sem o músico.

terça-feira, 8 de março de 2011

'É a planta mais benéfica da Terra', diz Ziggy Marley sobre maconha

Prestes a desembarcar no Brasil como uma das atrações do Pop Music Festival, que acontece no mês que vem em Porto Alegre, Brasília e São Paulo, Ziggy Marley anda ocupado. Está em processo de finalização de seu próximo álbum, prepara uma mostra que vai rodar o mundo homenageando Bob Marley — em maio faz 30 anos da morte do cantor — e lança em abril uma HQ que promete causar polêmica.
Criada em parceria com o escritor Joe Casey e com ilustrações de Jim Mahfood, “Marijuanaman” conta a história de um super-herói vindo de um planeta em que a THC (tetraidrocanabinol) está em extinção. Em razão disso, Marijuanaman busca evitar a destruição dos campos de maconha da Terra, que tem como vilão da vez a empresa farmacêutica Pharmexon.

"Ele surgiu para defender essa planta, defender a natureza e tentar desmistificar as mentiras e a antipropaganda que a sociedade faz sobre ela. É a planta mais benéfica que existe na face da Terra", explica o músico, por telefone, em entrevista exclusiva ao G1 - no Brasil, a maconha não é legalizada.

Além do super-herói nada convencional, Ziggy falou ainda sobre música, sua relação com a obra do pai ("Procuro sempre proteger seu legado") e suas expectativas sobre as apresentações no Brasil, que incluem também o Rio de Janeiro ("Será o melhor show que já fiz no Brasil").

Você já se apresentou no Brasil algumas vezes. Teve a oportunidade de conhecer um pouco da nossa música durante essas viagens?

Ziggy Marley — Sempre ouvi música brasileira, mas não consigo me lembrar de um nome específico agora. Eu simplesmente ouço os discos. O Brasil tem grandes músicos.

Você chegou a ser influenciado por algum artista brasileiro?

Ziggy — Sim, mas é importante que eu diga uma coisa. Fui influenciado não só pela música brasileira, mas por música de muitas outras procedências, como da África, por exemplo. Estão todas no meu sangue, de toda a parte.

No próximo mês de maio, a morte de Bob Marley completará 30 anos. Depois de todo esse tempo, você acha que suas mensagens foram absorvidas?

Ziggy — Sim, acho que suas mensagens sobre amor, paz e compreensão foram bem entendidas, tanto pelas pessoas quanto por outros músicos. Acho que isso demonstra, acima de tudo, respeito à obra do meu pai.

Você pretende organizar algum tipo de evento em sua memória? Talvez um show?

Ziggy — Um show não, mas faremos algo sim. Vamos levar a mostra “Life of Bob Marley”, que ficou em exposição no Museu do Grammy, em Los Angeles, no ano passado, para viajar ao redor do mundo. Será uma celebração não só de sua obra, mas de sua vida. Começaremos a viajar em maio.

O que você acha do lançamento de produtos póstumos e do uso da imagem de Bob Marley hoje em dia?

Ziggy — Existem coisas que eu vejo, mas não gosto. Sobre outras, acho OK. Procuro sempre proteger seu legado, mas, às vezes, é difícil fazer essa avaliação e controlar tudo o que é lançado. Temos que tomar cuidado para não comercializar Bob Marley demais. Mas a minha maior luta é no sentido de preservar sua obra da forma como ele gostaria de mantê-la. E os maiores problemas que encontro são justamente neste aspecto.

Em julho do ano passado, você apresentou os quadrinhos "Marijuanaman" durante a feira de cultura pop Comic-Con, nos EUA. O super-herói extraterrestre busca evitar a destruição dos campos de maconha da Terra. Como surgiu a ideia?

Ziggy — Não tive a ideia sozinho (o personagem é uma parceria com o escritor Joe Casey e o ilustrados Jim Mahfood), mas ele surgiu para defender essa planta, defender a Natureza e tentar desmistificar as mentiras e a antipropaganda que a sociedade faz sobre ela. É a planta mais benéfica que existe na face da Terra. Gostaria de poder utilizá-la em benefício do mundo. Porque conheço essa planta. Sei que ela pode ser muito útil ao planeta, não só através de seu uso farmacêutico, mas também industrial. Fazer o bom uso da maconha é algo que pode vir a beneficiar a todos na Terra.
Não teme que o personagem influencie as pessoas com relação ao uso de drogas?

Ziggy — Mas não é uma história sobre drogas, é sobre uma planta. Não se trata de cigarros, álcool ou nada produzido em uma fábrica. É sobre algo que se planta, que existe na Terra há milhares de anos. Repito: é uma planta, não é uma droga. Isso não tem a ver com o uso de drogas. O que a gente apoia são os diferentes usos desta planta. O tabaco também é uma planta. No entanto, as pessoas o transformam em cigarro. E um um monte de gente morre de câncer por causa disso. E outras tantas pessoas morrem por causa de bebida alcoolica.

Tem planos de lançar um novo trabalho na música?
Ziggy — Sim, inclusive estou no estúdio neste momento finalizando "Wild and free", meu próximo disco. Ainda estamos definindo quando será o lançamento, mas acontecerá ainda neste ano.

Vai tocar algumas dessas novas canções no Brasil?
Ziggy — Essa é uma boa pergunta. Ainda não sei. Acho que vou deixar as novas canções para uma próxima vez. Mas pessoas no Brasil vão poder ouvi-las muito em breve. Acho que este será o melhor show que já fiz no Brasil.

Talvez volte com sua antiga banda, o Melody Makers...
Ziggy — Não tenho nada planejado quanto a isso, mas é uma boa ideia. Não posso afirmar nada agora, mas é uma possibilidade.

Lady Gaga diz que fuma maconha enquanto está compondo suas músicas

Lady Gaga diz que fuma maconha enquanto está compondo suas músicasA cantora americana Lady Gaga, confessou ao jornalista Anderson Cooper, da CNN, que usa algum tipo de droga. "Eu ainda fumo um bocado de maconha quando estou escrevendo música", revelou a popstar de sucesso numa entrevista ao programa '60 Minutes', da CBS, no qual Cooper foi um dos convidados.

"Eu não vou posar de boazinha para o '60 Minutes', dando uma de ser humano certinho, porque eu não sou", completou a artista. No entanto, ela terminou dizendo que "Não quero encorajar as crianças a usar drogas".

Entre outras revelações curiosas para o programa, ela disse que tem outro nome na cama. "Na cama, eu sou Stefani", disse a superstar de 24 anos, cujo nome verdadeiro é Stefani Germanotta. Gaga também contou a Cooper o que quis passar quando se vestiu de carne numa entrega de prêmios da MTV: "As implicações morais e éticas da vestimenta estavam além da compreensão do público, que só viram o lado chocante da roupa". E ele continuou: "O que eu quis dizer é que carne morta é carne morta, em relação aos nossos soldados que estão no exterior".

Cannabis com nome de Charlie Sheen dispara em vendas na Califórnia

Maconha com nome de Charlie Sheen dispara em vendas na CalifórniaTipo de maconha ganha o nome de Charlie Sheen na Califórnia, diz site.
Segundo o 'TMZ', procura pela droga em postos de saúde do estado americano é grande.
Em lojas que vendem maconha na Califórnia, nos Estados Unidos, uma nova droga tem feito sucesso: Charlie Sheen.

Isso mesmo, o ator virou nome de uma erva, após ser internado depois de festejar por 36 horas com prostitutas, informou o TMZ.

O novo tipo da erva Cannabis Sativa começou a ser comercializada na semana passada e está disparando nas vendas. Um funcionário de uma das lojas contou ao site que a demanda é tão grande que já é necessário plantar mais...

sábado, 5 de março de 2011

MGM 2011 - Marcha global da Marijuana 2011

Embora a Canábis não seja inofensiva, os riscos do seu consumo são mínimos, principalmente quando comparada com outras substâncias largamente consumidas e aceites pela lei e pela sociedade. A proibição NÃO é do interesse público: põe em risco a saúde dos cidadãos, fomentando o mercado negro e a adulteração dos produtos e impedindo o Estado de arrecadar milhões de euros em impostos.

A experiência mostra-nos que o uso de Canábis não é uma grave ameaça nem aos consumidores, nem à sociedade. Cabe por isso ao Estado o dever de provar o contrário se pretende continuar a limitar a liberdade individual e a penalizar os consumidores.

Apelamos a toda a sociedade civil que se junte ao nosso protesto pela legalização da Canábis e o do seu cultivo para consumo pessoal ou para fins industriais ou com vista à investigação para fins medicinais.

Sai do armário, traz a tua faixa, pancarta, o teu instrumento e vem marchar pela legalização.

Sábado, dia 7 de MAIO!!!


Visita o site da organização