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domingo, 7 de agosto de 2011

Manifestação contra maconha em São Paulo reúne cerca de 800 pessoas


Manifestação contra maconha em São Paulo reúne cerca de 800 pessoasUma manifestação contra maconha reuniu em torno de 800 pessoas, neste sábado no Centro de São Paulo. Porém não alcançou as expectativas dos organizadores que esperavam reunir cerca de 100 mil pessoas.

O grupo saiu por volta das 11h do Museu de Arte de São Paulo, na Avenia Paulista, sentido à Assembleia Legislativa e ocuparam duas faixas no sentido zona sul.

Vestidos com camisetas com mensagens como "A legalização da maconha destrói seu filho", e carregavam faixas que diziam: "Hippie que usa maconha não é hippie é micróbio".

Os manifestantes são ligados ao Instituto Espiritual Xamanico Céu Nossa Senhora da Conceição, presente em 150 cidades do país, e liderado pelo "escritor ecumênico" Xamã Gideon dos Lakotas.

Fonte: SRZD

Mais da metade dos americanos consome bebidas alcoólicas


Mais da metade dos americanos com mais de 12 anos consome bebidas alcoólicas, quase um quarto se embebedouno último mês, e um em cada 14 adolescentes fez uso de maconha, segundo um relatório sobre o abuso de substâncias químicas elaborado por uma agência governamental dos Estados Unidos.

Um total de 52% dos 137.436 americanos entrevistados em 2008 e 2009 disseram ter bebido no último mês, aponta o relatório, divulgado no fim de julho pela Administração dos Serviços de Saúde Mental e Abuso de Substâncias (SAMHSA, sigla em inglês).

O consumo de bebidas alcoólicas é mais frequente entre os 18 e 25 anos, e o estado de New Hampshire registrou o maior índice: 75% dos adultos jovens disseram ter bebido no último mês, segundo o relatório.

Nos 50 estados americanos, a idade permitida para o consumo de álcool é de 21 anos, embora haja exceções. Muitos estados permitem que menores bebam em locais privados, com o consentimento dos pais.

Segundo a SAMHSA, 23,5% dos americanos beberam em excesso no último mês, ou seja, consumiram cinco doses ou mais. Em Dakota do Norte, quase um em cada três habitantes embebedou-se no mês passado, o índice mais alto dos Estados Unidos.

O número de americanos que fizeram uso de maconha no mês anterior à consulta também aumentou em 2008 e 2009: 6,4% dos americanos com mais de 12 anos disseram ter consumido a droga, contra 6% em 2007-2008.

No grupo de 12 a 17 anos, o uso de maconha caiu, mas 7% dos adolescentes americanos ainda consumiam cannabis, segundo o relatório.

Os 10 estados que registraram o maior consumo de maconha foram Alasca (norte), Colorado (oeste), Washington D.C. (leste), Havaí, Maine (nordeste), Massachusetts (nordeste), New Hampshire (nordeste), Oregon (noroeste), Rhode Island (leste) e Vermont (nordeste).

A maconha para uso medicinal é permitida em todos os estados, menos Massachusetts e New Hampshire. O relatório foi baseado em pesquisas nacionais sobre o consumo de drogas e a saúde de 2008 e 2009.

Fonte: AFP

Droga artificial simula efeito de maconha e é vendida ‘disfarçada’


Droga artificial simula efeito de maconha e é vendida ‘disfarçada’
O fabricante, no entanto, já enfrenta problemas típicos do sucesso de qualquer produto: as falsificações.
A maconha artificial mais popular nos EUA, vendida como incenso, a K2 é alvo de resenhas em sites especializados, que também publicam vídeos ensinando a usá-la.

O fabricante, no entanto, já enfrenta problemas típicos do sucesso de qualquer produto: as falsificações.

Os inventores da K2 –uma alusão à montanha no Himalaia– até criaram um “selo de originalidade” para os pontos de venda, conforme seu próprio site indica, mas ainda há muitas cópias “piratas” por aí.

“Os usuários muitas vezes não fazem ideia do que estão usando. Eles se baseiam nos efeitos que os traficantes dizem que aquela droga vai ter”, diz Rafael Lanaro, do Centro de Controle de Intoxicações do Hospital de Clínicas da Unicamp.

“O assunto está ganhando cada vez mais espaço nos congressos de toxicologia, mas ainda há pouca literatura sobre os efeitos, sobretudo os de longo prazo, dessas drogas”, conclui.

SEM CONTROLE
O uso das drogas artificiais vem crescendo. Um estudo britânico divulgado na semana passada diz que a mefedrona (usada para fazer similares de cocaína e ecstasy) já é tão popular quanto a cocaína no Reino Unido. Mesmo assim, a maioria dos países ainda engatinha em seu controle.

Boa parte da Europa e os Estados Unidos estão se esforçando na proibição dessas substâncias, mas basta uma pequena engenharia química para que as drogas retornem à “legalidade”.

“É muito fácil fazer uma pequena alteração química que muda sua nomenclatura”, diz Lanaro.

Nos Estados Unidos, a maior frente de batalha é contra os canabinoides sintéticos. Trinta e oito dos 50 estados americanos baniram ou aguardam legislação para banir a venda dessas substâncias em seu território.

Por meio de sua assessoria, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) disse que, no Brasil, a análise e o subsequente banimento de substâncias vem da demanda de policiais e da própria população. No caso da recém-proscrita mefedrona, o apelo veio da Polícia Federal.

Apesar da proibição, coibir a venda e o uso dessas substâncias deve ser complicado. “Elas são mais difíceis de apreender porque os policiais não estão familiarizados com elas, a apresentação pode ser aparentemente inofensiva”, avalia Lanaro.

Testes comuns de detecção de drogas não costumam identificá-las. A maioria passa desapercebida pelos cães farejadores.

Coffeeshops na Holanda só poderão vender maconha para holandeses e turistas belgas e alemães


Objetivo é reduzir distúrbios e problemas como tráfego congestionado

A Prefeitura de Maastricht (sudeste da Holanda) determinou que o acesso às cafeterias que vendem maconha será permitido apenas a holandeses, belgas e alemães a partir de outubro. O objetivo da medida restritiva é reduzir os problemas provocados pelos turistas que vão ao país apenas para consumir a droga.

O proprietário da cafeteria Easy Going, Marc Josemans, disse à agência de notícias France Presse que a prefeitura local informou que fecharia os estabelecimentos se os problemas não diminuíssem. Josemans também é presidente da VOCM (Associação "Coffe Shops Oficials" de Maastricht, na sigla em holandês), que reúne 13 dos 14 estabelecimentos da cidade e que promove a iniciativa de restringir o acesso.

Josemans explicou que, como Bélgica e Alemanha fazem fronteira com a Holanda, os turistas que vêm desses países usam mais os transportes coletivos "e, portanto, não provocam, por exemplo, problemas no trânsito". No total, 1,4 milhão de turistas visitam anualmente as cafeterias da cidade que vendem maconha, provocando problemas no tráfego, poluição sonora e a proliferação de traficantes de drogas nas ruas.

Fora belgas e alemãs, os turistas que vão à Holanda exclusivamente para comprar e fumar maconha livremente são principalmente os da França, da Itália, da Espanha e de Luxemburgo. Com a restrição, a Prefeitura de Maastricht espera reduzir os distúrbios em 20%.

O governo municipial negou ter ameaçado fechar os locais, mas lembrou que mantém o plano de deslocar metade dos estabelecimentos, a partir de 2013, para os arredores da cidade, com o objetivo de diminuir os problemas. O plano da prefeitura é transformar essas cafeterias em clubes, aos quais apenas associados teriam acesso.

A Corte de Justiça da UE (União Europeia) disse que esse tipo de restrição é permitida pela legislação do bloco.

Fonte: AFP

85 mil pés de maconha são incinerados na Bahia e em Pernambuco


Policiais federais eliminam milhares de pés de maconha apreendidos em cinco municípios da BA e PEEm 5 dias, 85 mil pés de maconha são incinerados na BA e em PE
Em uma ação que percorreu áreas rurais de pelo menos cinco municípios, a Polícia Federal (PF) incinerou, somente nos últimos cinco dias, mais de 85 mil pés de maconha na Bahia e em Pernambuco.

O trabalho ocorreu durante a Operação Caruá IV, que teve o saldo de apreensões divulgado nesta quinta-feira. A corporação estima ter eliminado mais de 21,2 toneladas do entorpecente.

Segundo a PF, o resulta representa avanços diante da Operação Caruá II, realizada no ano passado com o mesmo objetivo. O total de apreensões cresceu mais de 33%.

A estrutura logística da "Caruá IV" impressiona: os agentes contaram com dois helicópteros "esquilo", um caminhão tanque, um ônibus de comando, uma ambulância, quinze viaturas 4x4, além de um caminhão guincho. A ação atingiu os municípios de Juazeiro (BA), Petrolina (PE), Dormentes (PE), Curaçá (BA) e Campo Formoso (BA).

A PF destacou que a sequência de operações realizadas desde 2006 já conseguiu incinerar mais de três milhões de pés de maconha somente na região.

A importância da farmácia viva


A fitoterapia é uma importante opção terapêutica que se baseia em experiências populares via conhecimento empírico do uso tradicional de plantas medicinais passadas de geração a geração, sustentada nas comunidades humanas tradicionais, quilombolas, silvícolas... Porém, sem a aquiescência cientifica. No entanto, estima-se que setenta e cinco por cento das drogas derivadas de plantas em utilização no mundo foram descobertas a partir de indicações de populações tradicionais (CRBIO, 93).

Fontes arqueológicas e antropológicas confirmam fatos significativos quanto ao uso de plantas medicinais pelas civilizações antigas e em todo o decorrer da evolução da humanidade. Os assírios, por exemplo, conheciam cerca de duzentos e cinquenta mil espécies de plantas fitoterápicas.

As famosas Tabuinhas sumerianas registra o uso de erva curativa. Alexandre “o Grande”, costumava agregar aos seus despojos de guerra espécies vegetais medicinais. Aristóteles escreveu tratados sobre ervas com princípios de ações emolientes, adstringentes e antiespasmódicas.

A China atual reconhece cerca de cinco mil espécies de ervas medicinais, dos quais quatro mil delas já foram submetidas a algum tipo de estudo. A trigésima assembleia mundial de saúde (WHA-30-19) estabeleceu três diretrizes básicas, através das quais distribuiu seus princípios de ação.

No Brasil, pesquisas científicas comprovam que o país possui a maior biodiversidade do planeta e estudos mostram que sua utilização racional nos proporcionará importante qualidade de vida e riqueza sustentável às futuras gerações. Então, por que não as pesquisamos e as utilizamos?

Ademais, dados estatísticos comprovam que o Brasil importa atualmente sessenta por cento da matéria-prima utilizada pela indústria farmacêutica nacional, embora muitas destas substâncias ou similares poderiam ser encontradas na flora brasileira. Paradoxal, não? Cadê o incentivo à pesquisa cientifica?

É sabido que as relações do ser humano com as plantas medicinais datam das mais remotas épocas, e que no mundo moderno, uma busca ao natural, se confunde com a preocupação de nossas próprias raízes. Então, por que não rever com seriedade este tesouro natural e dele colher bons frutos? Entende-se que, no momento em que o ser humano manuseia seus próprios conhecimentos, estes se revigoram e trazem o beneficio que se estende a toda a comunidade.

Como diz Pires (1978), a história das plantas medicinais no Brasil mescla-se com a história da botânica e com sua própria história. Ao analisarmos a flora mato-grossense, e sua importância no contexto nacional, com certeza encontraremos um rol muito extenso de espécies vegetais autóctones, nativas de extrema importância à vida, e que são fartamente usadas na medicina caseira regional.

No entanto, com a recente e intensa pressão antrópica das últimas três décadas, sobre os ecossistemas mato-grossenses e amazônicos impondo destruição sem precedentes, a vida nesses ambientes, inúmeras espécies vegetais ou até mesmo populações inteiras são e serão dizimadas sem que haja a “priori” um estudo mais acurado deste importantíssimo potencial nativo.

Evitar a depredação desses recursos e resgatar esse imenso tesouro natural, em parte ainda desconhecido, é dever dos poderes constituídos e da sociedade humana como um todo.

Fomentar a pesquisa científica, implantar infraestrutura de apoio e estimular a criação coletiva de farmácias-vivas e hortas-caseiras seriam um bom começo.

*ROMILDO GONÇALVES é biólogo, mestre em Educação e Meio Ambiente, perito ambiental em Fogo Florestal e prof.-pesquisador da UFMT/Seduc

Na França, legalizar a maconha renderia 1 bilhão de Euros



A legalização da maconha e a imposição de uma taxa similar à do tabaco sobre seu consumo renderia à França 1 bilhão de euros anuais, além de não provocar uma alta do consumo, segundo um estudo divulgado nesta terça-feira.

Eme netrevista ao jornal francês Le Monde, o autor do estudo, Pierre Kopp, professor da Universidade Sorbonne, disse que o país economizaria 300 milhões de euros em despesas ligadas às detenções pelo tráfico da droga.

O estudo comparou o custo da política atual de luta contra o tráfico ilegal da maconha e os gastos que seriam gerados por uma eventual autorização.

Para Kopp, a chave está em impor a essa substância um imposto que regule seu preço - para que não fique muito baixo e acabe favorecendo o consumo, nem alto demais, o que poderia gerar um mercado negro. "Um nível adequado (do imposto) permitiria evitar uma alta do consumo e geraria fundos para financiar a prevenção", indicou o especialista.

Kopp acrescentou que a atual política faz com que o Estado gaste cerca de 300 milhões de euros anuais na repressão ao tráfico.

Conheça a UDV: Religião da floresta amazônica, chega aos 50 anos



Aos 50 anos, com 15 mil seguidores, presente em todo o Brasil e em alguns países do Exterior, incluindo os Estados Unidos e Europa, o Centro Espírita Beneficente União do Vegetal (UDV) recebeu homenagens em sessão solene na Câmara dos Deputados e no dia 22 celebrou a data de sua fundação. Em todos os núcleos e distribuições do chá ahyuasca houve hasteamento das bandeiras (nacional, da unidade federativa e da instituição),almoço de confraternização e sessão.

“A UDV trabalha pela evolução humana por meio do aprimoramento de suas virtudes morais, intelectuais e espirituais, com o objetivo de estabelecer a paz no mundo”, explica o seu mestre geral representante Francisco Herculano de Oliveira, que foi discípulo do mestre José Gabriel da Costa, recriador da doutrina.

Ele foi seringueiro na floresta do Abunã, em terriório boliviano, próximo a Plácido de Castro e dono de olarias em Porto Velho. Morava na Rua Abunã, onde hoje se encontra o templo do núcleo que leva o seu nome. Foi também enfermeiro no Hospital São José.

Chá para concentração mental

Para efeito de concentração mental os sócios da UDV bebem nas sessões o chá hoasca (ou ahyuasca), obtido com a infusão de dois vegetais, o cipó mariri (Banisteriopsis caapi) e a folha chacrona (Psychotria viridis).

Na sessão da Câmara, a deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC) disse: “O uso de duas plantas – um cipó e uma folha, na formulação de um chá sagrado, a ayahuasca, daime ou vegetal inicia neste mundo um novo jeito de caminhar, mas que anda no mesmo caminho de outras respeitáveis e dignas religiões, levando milhares de homens, mulheres, jovens e crianças a se aproximar do sagrado.”

Perpétua lembrou a vigência de uma resolução baixada pelo Conad, o Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas, garantindo o uso ritualístico do chá. “Um competente grupo de trabalho que teve a relatoria do juiz acreano federal Jair Facundes”. A deputada solicitou ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional o reconhecimento do uso da ayahuasca em rituais religiosos como patrimônio imaterial da cultura brasileira.

Prática do bem

A Beneficência da UDV tem cinco mil voluntários permanentes. A titulação federal concedida à instituição teve seu primeiro reconhecimento em 22 de Julho de 1999 e vem sendo renovada anualmente, em concordância com as realizações do Centro, todas em benefício do ser Humano.

“O reconhecimento do Estado é uma confirmação de parceria que vem crescendo anualmente e dando bons frutos em prol da Sociedade Brasileira”, comenta o Mestre Francisco Herculano de Oliveira.

Desde 2010, o cadastro dos dados no Ministério da Justiça são compartilhados com o Ministério Público Federal, dando maior transparência das atividades beneficentes da UDV ao governo e sociedade.

Atualmente, uma das maiores ações e das mais relevantes é o Projeto Luz do Saber, voltado para alfabetização de jovens e adultos pelo computador. Já o Departamento Médico e Científico da UDV é o responsável pelo apoio e divulgação de pesquisas que têm comprovado a inofensividade do chá.

A Associação Novo Encanto de Desenvolvimento Ecológico, considerada a maior organização da sociedade civil de interesse público (Oscip) do Brasil certifica produtos orgânicos e mantém florestas em pé no sul do País e na Amazônia.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Legalização da maconha será discutida em evento do Judiciário


O Noade- Núcleo de Orientação e Acompanhamento aos Usuários e Dependentes Químicos de Natal - foi convidado a participar do ciclo de debates que será promovido pela Simulação de Tribunais Constitucionais (STC), no dia 09 de agosto de 2011, às 18h45min, na Biblioteca Central Zila Mamede (UFRN).

Durantes o evento, caberá a coordenadora do Noade, Lucineide Nascimento, mostrar a experiência do Núcleo, abordando os impactos sociais e psicológicos gerados pelo uso de drogas entre crianças, adolescentes, jovens e adultos no município de Natal.

Para a acadêmica de direito e organizadora do ciclo de palestras, Katyúrcia Cardoso, a presença do Noade no evento será essencial para que seja alcançado o objetivo do encontro que é desenvolver um raciocínio lógico, crítico e jurídico sobre a "Legalização da Maconha" no país.

Uruguai apoia debate sobre legalização do cultivo de maconha


O secretário da Presidência do Uruguai, Diego Cánepa, manifestou apoio nesta segunda-feira ao processo aberto no Parlamento do país para descriminalizar o cultivo de maconha para uso pessoal. "Acredito que temos que caminhar em direção a um processo de descriminalização da posse de maconha para o consumo pessoal", afirmou Cánepa, que também é presidente da Junta Nacional de Drogas.

O secretário da Presidência concedeu estas declarações após participar da conferência "Políticas de Drogas na Região e no Mundo", organizada pelo Ministério das Relações Exteriores uruguaio, na qual dedicou seu discurso a destacar o título da Copa América conquistado pela seleção de seu país. O feito é "muito mais que um triunfo esportivo, porque os jogadores se transformaram em uma espécie de arquétipo, de essência de valores como solidariedade e humildade que nós, uruguaios, queremos praticar", declarou.

"Além das políticas publicas que temos que desenvolver, além da redução da oferta, além de nosso compromisso na luta contra o consumo abusivo de drogas legais e produtos ilegais, também discutimos uma questão de valores", argumentou.

Fonte: Terra

AutoBlueberry



O AutoBlueberry foi criado por razões diferentes. Primeiro de tudo para trazer qualidade superior na genética automática das plantas feminilizadas. O Blueberry em si é um dos grandes best-sellers, um clássico do banco de semente Dutch Passion. As qualidades especiais do Dutch Passion Blueberry são conhecidas no mundo todo.

O AutoBlueberry está pronto para colheita em cerca de 10 semanas. Eles não crescem demais, consequentemente se criadas em Outdoor escondem-se fácil dos olhos de visitantes indesejados. Pela mesma razão, é possível colher ao ar livre duas ou três vezes por temporada, dependendo da latitude. Em latitudes do Norte é uma alternativa muito atraente para uma colheita de verão, enquanto que em climas mediterrânios duas ou três colheitas por temporada não são incomuns.




Em cada aspecto o AutoBlueberry é um verdadeiro cosmopolita. É uma variedade fantástica para o cultivo de clones. A fonte da floração automática da genética provém de cruzamentos com a espécie canadense Ruderalis e retrocruzamentos, até a geração F4, o que resultou no AutoBlueberry de floração 100% automática. Ainda assim carregando a maior parte das caracteristicas do Blueberry, de modo que o fenótipo é Blueberry distintivo. O aroma e o sabor é doce e frutado. A força e a qualidade da onda está acima de moderado.