Search Here!!!

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Canabinoides runners high


Em vez de endorfina, são os canabinoides que atuam após uma boa corrida.

Você já deve ter sentido aquela sensação de bem-estar depois de correr intensamente. Ou não? Durante décadas, os pesquisadores creditaram o aparecimento desse estado, que eles dizem lembrar a condição em que se fica quando se toma drogas, a um grupo de substâncias chamadas de endorfinas.

Compostos fabricados pelo corpo e que agem como a morfina, elas seriam as causadoras do chamado runners high, algo que poderia ser traduzido como “chapação da corrida”. Mas agora, ao que tudo indica, o papel das endorfinas está sendo colocado em xeque.

Cientistas afirmam que essas substâncias são grandes demais, de modo que não conseguem invadir o cérebro, o que significa que elas não causariam mesmo esse tremendo bem-estar. Os novos candidatos são compostos chamados de canabinoides, nome inspirado na Cannabis, a maconha, já que os efeitos deles são parecidos aos da droga. Sim, o corpo produz canabinóides quando se corre intensamente, e seriam eles os causadores da euforia gerada pela corrida. Você acredita?

Entenda os conflitos sobre a legalização da maconha medicinal nos EUA


Nos debates — e nas notícias — sobre a legalização da maconha no Brasil, há uma referência constante: nos Estados Unidos, o uso da maconha para fins medicinais começou a ser legalizado em 1996. Na verdade, não há qualquer lei federal nos EUA que descriminalize o plantio, a distribuição e o uso da maconha, para qualquer fim, dizem agentes e promotores federais, segundo o Las Vegas Review-Journal.

O que existe no país é um conjunto de leis estaduais que legalizaram o uso medicinal da maconha, umas espelhadas nas outras. Mas, em vários desses estados, distribuir e plantar maconha ainda dá cadeia.

Em Nevada, o estado que abriga os famosos cassinos de Las Vegas, Lake Tahoe e Reno, 12 pessoas que operam uma cooperativa de distribuição de maconha sob a proteção da lei estadual, foram presas por agentes federais e estão sendo processadas. Outras sete pessoas, que operam “dispensários” (estabelecimentos de beneficência que “dispensam” gratuitamente medicamentos e que ostentam oficialmente o título de "totalmente legal"), também foram presas. Todas estão sendo acusadas de crimes de distribuição, produção e posse de maconha.

Além do conflito da legislação estadual com a federal, as leis aprovadas pelos estados têm falhas que são exploradas pelas autoridades federais. Por exemplo, a lei de Nevada permite a pessoas portadoras do cartão de usuário plantar maconha em suas propriedades, para seu próprio consumo. Mas a lei é vaga e não descriminaliza claramente a compra de sementes de maconha para o plantio. "Isso quer dizer que a pessoa primeiro tem de cometer um crime, que é a compra ilegal da semente, para depois poder exercer o seu direito legal de plantar e consumir maconha", diz o advogado Robert Draskovich, que defende alguns dos distribuidores de maconha presos.

Além de vago na definição de alguns pontos, o texto da lei também seria complexo até mesmo para pessoas habituadas a lidar com a lei. De acordo com os autos de um processo que tramitou por um tribunal de Nevada, o juiz Doug Smith disse ao advogado Robert Draskovich, em uma audiência recente: "Tive de ler essa lei que legaliza a maconha para fins medicinais por duas ou três vezes para entendê-la. Não sei como os parlamentares que a aprovaram conseguem entendê-la."

As autoridades federais também se empenham na fiscalização do estrito cumprimento da lei. Em Nevada e outros estados, elas lutam contra algumas "espertezas" ilegais dos dispensários e das cooperativas. Os agentes e promotores federais as acusam, por exemplo, de solicitar uma contribuição dos usuários a suas organizações, ao fazerem a distribuição da maconha, que deveria ser gratuita. Para os promotores públicos, isso caracteriza comércio.

Outra é a de conseguir um cartão de usuário para pessoas que não dispõem de prescrição médica e que, portanto, não teriam direito a receber a maconha para uso medicinal. Elas teriam conseguido cartão de usuário até para agentes disfarçados em usuários da DEA (Drug Enforcement Administrations — o órgão americano que combate o tráfico de drogas).

Mais uma: elas estariam plantando mais maconha em seus estabelecimentos do que o permitido por lei. Teoricamente, os dispensários solucionariam o problema dos pacientes com doenças como o câncer, que não têm mais condições físicas para fazer o plantio da própria maconha. A lei os autoriza a fornecer maconha para pacientes. Mas elas têm uma cota de produção, que não estariam observando. E também o problema de conseguir semente para plantá-la, o que é igualmente ilegal para os dispensários.

No estado de Delaware, as autoridades governamentais acham que a lei aprovada pelo legislativo estadual não vai produzir qualquer efeito pelo menos até meados de 2013, por causa dessa questão das sementes e dos processos burocráticos. Em Nova Jersey, já se passaram 20 meses desde que a lei estadual foi aprovada e não se espera que ela tenha efeito até meados de 2012.

Até agora, 15 estados americanos, liderados pela Califórnia, já passaram leis de legalização da maconha, mas lutam com sua regulamentação e com sua aplicação prática. Até as doenças que se qualificam ou não para justificar o uso da maconha para fins medicinais não foram bem definidas — e estão sujeitas a controvérsias.

A lei de Delaware, por exemplo, exclui o glaucoma o lista de doenças qualificadas. No entanto, alguns estudos clínicos chegaram à conclusão de que a maconha pode aliviar a pressão intraocular nos olhos causados pelo glaucoma. Também em Delaware, ao contrário de outros estados, nem mesmo pacientes com doenças qualificadas, como AIDS, câncer e distúrbio de estresse pós-traumático, podem plantar maconha em casa.

Nova Jersey também não permite aos pacientes plantar sua própria maconha em casa. O estado entregou a tarefa de distribuição da maconha a seis dispensários, distribuídos em uma área de 18 quilômetros quadrados, com uma população de 8,7 milhões de habitantes. Em Michigan, uma decisão judicial cancelou as licenças de dispensários. Agora, os pacientes e as pessoas que tratam deles podem cultivar até 12 pés de maconha em casa.

Fonte: João Ozorio de Melo, correspondente da revista Consultor Jurídico nos Estados Unidos.

Cannabis Cup Amsterdam 2011


Cannabis Cup Amsterdam 2011
A cidade de Amsterdam, na Holanda, durante uma semana, vira o principal destino daqueles que procuram acesso e informações sobre o mundo canábico.

A 24º High Times CANNABIS CUP é um dos principais eventos do mundo onde juízes se reúnem para escolher as melhores amostras de maconha e haxixe. Além do consumo e escolha dos melhores fumos, o evento tem uma ampla estrutura para promover também shows e grupos que abordem o assunto cannabis.

A Cannabis Cup acontecerá entre os dias 20 e 24 de novembro em Amsterdam, porém, ainda não existe um local definido. As inscrições acontecerão entre os dias 18 e 20 de novembro.

O evento vai muito além de simplesmente experimentar diferentes tipos de maconha e haxixe. Há toda uma estrutura por trás do evento para levantar e debater o assunto maconha. Através de stands são disponibilizadas informações sobre o mundo canábico, incluindo comércio, industria e diferentes produtos. A Cannabis Cup é um evento completo que reúne diversão, informação e conscientização.

Com seu conceito original, a Copa da Cannabis High Times é um dos eventos mais aguardados na Holanda. A capital acolhe turistas vindos de todas as partes do mundo. Este é essencialmente um evento de maconha que convida os visitantes de todos os setores da sociedade a participar.

O início da Copa Cannabis remete a 1987, quando Steven Hager organizou a primeira Copa da Cannabis High Times. Desde então continua a ser um evento popular, onde uma equipe de juízes experimenta amostras de maconha e vota em seus favoritos. Os prêmios vêm em diferentes categorias, que são as de melhor novo produto, o melhor stand, a melhor vitrine e melhor haxixe. Grande parte da maconha utilizada nesta competição vêm dos diferentes cafés que existem em torno de Amsterdam.

PROIBIÇÃO DO USO DE CANNABIS POR TURISTAS
Um fato que tem chamado atenção para a edição deste ano são os recentes movimentos do parlamento holandês para mudar as leis que regulamentam os Coffee Shops do país. As mudanças propostas pela ala mais conservadora da política holandesa, já aprovadas, pretendem restringir o consumo da maconha por parte de visitantes. Para eles, a presença de turistas influencia diretamente nos percentuais de criminalidade. Portanto, esta é a última Cannabis Cup na qual turistas poderão participar.
A meta é acabar com o chamado “Turismo da Maconha”. Segundo argumentos do governo holandês, a medida tem como objetivo reduzir pequenos crimes e o número de turistas interessados em usar drogas. A intenção é criar um sistema de membros associados dos coffee shops, que excluiria os turistas. A cidade de Amsterdã, que atrai a maioria dos estrangeiros, é contra a decisão. Os comerciantes donos dos cafés e hotéis da região argumentam que seria a morte de toda a cadeia de estabelecimentos que dependem dos dinheiro vindo de fora da cidade para sobreviver.

A medida vai começar a vigorar nas províncias sulistas de Limburg, Noord Brabant e Zeeland até o fim do ano e no resto do país, incluindo Amsterdam, no ano que vem. O governo espera que o fechamento dos coffee shops a estrangeiros reduza em pouco tempo o número de turistas para consumir maconha.

Mais informações podem ser encontradas na: High Times

Maconha reduz risco de obesidade afirma pesquisa


Até as caixas de papel-gomado vendidas nas bancas de revistas sabem que fumar maconha aumenta o apetite. E se aumenta o apetite e há ingestão de comida sem queima de calorias, em tese, alguns gramas são ganhos.

Cerca de cinco anos atrás e sobre a economia canábica, escrevi um artigo na revista CartaCapital, me referi a um estudo feito em Londres. O estudo mencionava o consumo elevado de pizzas entre usuários que, com as namoradas, passavam os sábados em casa, a fazer uso canábico (fumacê, diriam os adolescentes) e a assistir filmes alugados. Lucravam as pizzarias, as locadoras e as fábricas de refrigerantes e cervejas.

Um estudo feito por pesquisadores franceses do Instituit National de la Santé et de la Recherche Médicale (Inserm) que acaba de ser publicado no American Journal of Epidemiology, coloca em dúvida a tese de que maconha abre o apetite. Pela pesquisa, fumar maconha emagrece.

Para os pesquisadores, o porcentual de obesidade para quem fuma (dá um tapa, diriam os jovens) cigarro de maconha pelo menos três vezes por semana é mais baixo, 33%, em comparação com os não fumantes.

Os autores do estudo analisaram duas fontes de dados colhidos com cerca de 52 mil norte-americanos.

Com base na primeira fonte, descobriram que a obesidade atingia 22% daqueles que não fumavam maconha em contrapartida a 14% dos usuários habituais. A segunda fonte mostrou que 25% dos não fumantes eram obesos, isto com relação a 17% dos consumidores regulares.

Os pesquisadores alertaram que “qualquer que seja a explicação sobre a correlação ‘obesidade x consumo de maconha’ é improvável que a canabis possa substituir uma dieta eficaz”.

por Wálter Fanganiello Maierovitch

Maconha contra ansiedade


CanabidiolPesquisa estuda efeitos do Canabidiol em ratos.
Uma substância da maconha pode ser utilizada para o tratamento da ansiedade. É o que indica uma pesquisa realizada na USP de Ribeirão Preto.

O Canabidiol, constituinte da maconha não responsável pelos malefícios da planta, aumenta a produção de novos neurônios no hipocampo, ou seja, a substância protege contra os danos promovidos pelo estresse.

"O nosso trabalho reforça o papel ansiolítico [tranquilizante] do Canabidiol e abre novas perspectivas em busca de tratamentos farmacológicos" explica a pesquisadora da USP de Ribeirão Preto responsável pelo trabalho, Alline Campos.

A equipe de 12 pessoas do laboratório coordenado pelo professor Francisco Silveira Guimarães realiza os experimentos em ratos. Os pesquisadores mimetizam alguns aspectos da ansiedade como ataque de pânico e o estresse pós traumático nesses animais. Segundo Alline, ainda não há como especificar as vantagens do Canabidiol sobre os anti depressivos utilizados.

Porém, de acordo com a pesquisadora, estudos iniciais em animais demonstraram que a substância não provoca os efeitos colaterais dos medicamentos convencionais. No entanto, ainda é cedo para saber se esse mesmo resultado será observado em humanos.

Já existem no mundo tratamento para outras doenças que são à base de canabinoides. Um exemplo é o medicamento Sativex, utilizado no tratamento de esclerose múltipla no Reino Unido e no Canadá.

A doutora Alline Campos reforça que o Canabidiol é apenas um constituinte da maconha. "Os usuários dependentes da maconha buscam a planta por causa da substância THC (tetraidrocanabinol). Quanto maior o teor de Canabidiol na maconha, menores os efeitos alucinógenos", ressalta.

Pakalolo





Os ancestrais desta incrível variedade vieram de Maui, Hawaii, os quais cruzados na Holanda pelo The Sativa Seed Bank com o skunk #1 geraram esta espécie denominada Pakalolo. No Hawaii, do mesmo jeito que chamamos a cannabis de maconha no brasil, esta é chamada de Pakalolo lá.

100% Sativa, uma planta alta e esguia que produz uma forte euforia ativa. Numa criação outdoor leva de 56 a 64 dias para florir. Qunado o cultivo é indoor ela tem um rendimento mais ou menos de 400g por metro quadrado.

ONU diz que drogas do tipo anfetamina estão quase tão comuns quanto maconha


Segundo um relatório da ONU, grupos criminosos estão vendendo drogas do tipo anfetamina, como ecstasy e metanfetamina, por ser mais barato e fácil de fazer, em novos mercados. O número de comprimidos de metanfetaminas apreendidos no sudeste da Ásia, por exemplo, quase triplicou em um ano para 93 milhões (em 2009), e depois aumentou para 133 milhões em 2010. O número de laboratórios também disparou.

Apreensões policiais de todos os estimulantes do tipo anfetamina (ATS, na sigla em inglês) aumentou entre 2005 e 2009, exceto o ecstasy, que se manteve constante, enquanto a cocaína, a heroína e a cannabis ficaram em grande parte estáveis.

“O mercado ATS evoluiu de uma indústria caseira caracterizada por operações de pequena escala de produção para um mercado do tipo da cocaína ou heroína, com um maior nível de integração e grupos de crime organizado em toda a cadeia de produção e abastecimento”, disse o Diretor Executivo do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), Yury Fedotov.

Vários países europeus têm relatado um aumento no uso e na produção de metanfetamina, que é mais forte e age mais rapidamente do que as anfetaminas padrão.

Segundo o relatório, países do Oeste Africano começaram a fabricar a droga; ATS que foram apreendidos em vários países do Leste Asiático parecem ter se originado na África Ocidental.

Países da América Central e do Sul também estão relatando um aumento na fabricação de ATS, com laboratórios desmantelados aqui no Brasil, em Guatemala e Nicarágua.

A ONU também destacou o surgimento de novos estimulantes chamados substâncias analógicas, que estão fora do controle internacional e estão amplamente disponíveis na internet.

Drogas como mephedrone ou metilenodioxipirovalerona, que vieram à tona pela primeira vez no ano passado, são vendidas como “sais de banho” ou “alimentos para planta” na net, e substituídas por drogas ilegais como a cocaína.

O uso de ATS apresenta problemas de saúde particularmente relacionadas com a propagação do HIV e AIDS. Existe uma preocupação especial com isso no leste e sudeste da Ásia, bem como partes da Europa.

Brad Pitt admite ter se entupido de maconha diariamente nos anos 90


Em entrevista recente à revista "Parade", Brad Pitt falou que se sentiu perdido durante parte dos anos 90. "Eu me isolava e ficava sentado no sofá fumando maconha o dia todo. Depois de um tempo, eu comecei a me sentir patético", disse. Um verdadeiro ídolo, depois de estourar no cinema e casar com uma das melhores, resolveu relaxar e fumar maconha o dia todo. Depois, vem dizendo ter estado perdido na época, convenhamos, puro marketing, afinal, ele é um ídolo das menininhas.

"Nessa época, eu procurava roteiros sobre uma vida interessante, mas eu mesmo não me encaixava nessa categoria. Acho que o meu casamento (com Jennifer Aniston) tinha algo a ver com isso. Eu estava tentanto fingir que nosso casamento era algo que não existia", contou o ator.