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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Sub-Especie BigBud

Big Bud

Clique na Imagem para visitar a loja!

Uma das Especies mais populares, ganhou a Cannabis Cup em 1989.

Big Bud é uma das espécies comerciais mais antigas.

A Big Bud foi seleccionada para a maior colheita possível sem comprometer a qualidade da erva. Os cabeços podem-se tornar tão pesados que podem necessitar ser seguros. Big Bud tem algumas características de skunk e uma moca bastante duradoura.

Super Skunk


O Super Skunk, do aclamado banco de sementes Sensi seeds, foi um dos primeiros projetos a serem levados com a seriedade de se criar um novo patamar nos híbridos de canábis. Através do cruzamento da inovadora Skunk #1 com outra espécie muito antiga, de linhagem pura, altamente resinosa, a Afghani hash plant.

Em 1990, o Super Skunk foi lançado com grande sucesso, ganhando a Cannabis Cup como a melhor maioritariamente Índica. Super Skunk sempre faz jus ao seu poderio super potente, e claro, seu super aroma inesquecível.

O Sensi Seed`s Super Skunk feminizado é notavelmente uniforme, com uma estrutura consistente exibindo uma formação de buds incrível. Com apenas noções básicas, esta híbrida se mostra colossal no cultivo indoor. O Super Skunk ostenta a rara distinção de ser uma das únicas variedades de canábis que requer mais experiência para de fumar do que para cultivar!



Pode encontrar sementes deste hibrido em:

Cannabis seeds

Djavan fala sobre maconha: "É muito bom. Fumo eventualmente"


Cantor, que lança DVD "Ária ao Vivo", fala ao iG também sobre outras drogas e nega que esteja com Parkinson

Djavan fala sobre maconha: Os grandes figurões da MPB, acostumados a falar com a imprensa há décadas, em geral tentam restringir suas declarações aos produtos que estão lançando. Não é o caso de Djavan, que coloca no mercado neste mês o CD e DVD ao vivo do elogiado álbum "Ária", com o qual rodou o País durante um ano.

Em conversa com o iG, em um restaurante ao lado do Pão de Açúcar, cartão postal do Rio, o cantor e compositor não fugiu dos assuntos propostos pela reportagem e expôs seu modo de pensar sem o patrulhamento politicamente correto que, muitas vezes, esconde o verdadeiro olhar do artista. Sobre o uso da maconha, declarou: "É muito bom. Fumo eventualmente, não tenho o hábito de comprar e fumar sempre", soltando uma gargalhada em seguida.

Aos 62 anos, Djavan também negou boatos, surgidos nas redes sociais, de que esteja com Mal de Parkinson. Esticou as mãos para o repórter: "Treme alguma coisa aqui?".

Lançar um DVD após um CD bem-sucedido se tornou praticamente obrigatório, não?
DJAVAN: Não acho que seja, sinceramente. A não ser que seja algo legal para se registrar. O DVD, hoje, com o advento do celular com câmeras, perdeu um pouco sua função. Faça um show agora e em instantes já está na internet, mesmo que a qualidade seja qualquer nota. O DVD se tornou um documento histórico, porque comercialmente não é mais tão atrativo, assim como o próprio CD.

Por que gravou o show em Belo Horizonte?
DJAVAN: O Palácio das Artes, na capital mineira, tem uma acústica favorável, além de o povo ser musical. Era para ser em um local pouco usual. É difícil achar um lugar assim no Rio ou em São Paulo. O Rio perdeu muito com o fim do Canecão.

Vai fazer shows para divulgar o DVD?
DJAVAN: Não, agora vou começar a produzir o disco da Martn'alia e, em novembro, entro em estúdio para começar a fazer meu CD de inéditas. Desde 2007 não compunha.

Como é esta fase de criações?
DJAVAN: Gostaria de ter um texto bacana para falar sobre isso. Todo mundo espera que se tenha um ritual. Mas inspiração é sofrimento, muito trabalho. Só componho quando preciso. Sento e faço doze canções. Com trinta anos de carreira, tenho muito mais autocrítica e preciso ter a ilusão de que não estou me repetindo.

Isso quer dizer que é inevitável não se repetir?
DJAVAN: Não sei se é inevitável, mas é difícil. Consigo alimentar esta ilusão de que não me repito dentro de mim (risos). A pressão é um instrumento maravilhoso para tudo. A composição é isso, procurar o que você não perdeu, tirar leite da pedra. É preciso que você tenha um clima, uma introspecção, sem telefone, envolvido só com aquilo, tendo que cumprir um prazo.

Bebe para se inspirar?
DJAVAN: Não bebo para compor nem para nada. Tomo no máximo um vinho no jantar.

Aliás, você já foi pego na fiscalização da Lei Seca...
DJAVAN: Perdi a carteira duas vezes por ter tomado apenas uma taça de vinho. Não fiz o teste do bafômetro porque a capitã, em uma das ocasiões, me alertou: "Não faz! Se bebeu uma taça, não sabe como é seu organismo. Pode acusar álcool e você vai se dar mal". Me colocou um medo enorme e não fiz. Perdi a carteira. O carro foi apreendido porque estava sem vistoria do Detran.

Você é contra este rigor na fiscalização?
DJAVAN: Não sou contra. Mas, por exemplo, adoro vinho. Com a Lei Seca, agora saio para jantar e só bebo água. É chato. Por outro lado, você paga por estas pessoas que enchem a cara e saem com carro. Gostaria que não colocassem todos no mesmo saco. Mas este evento tem que existir, é preciso inibir nego que dirige embriagado.

O fato de ser famoso o ajuda, em certos momentos, a sair de enrascadas como esta?
DJAVAN: Ao contrário. Isso é pior, porque querem pegar famoso para servir de exemplo. Houve uma época que guarda me parava no trânsito para pedir autógrafo. Situação assim já não existe mais. Não quero privilégios. Nascer com voz já é um privilégio. Não entrar em fila? Detesto que cedam a vez para mim. Acontece muito isso. As pessoas querem ser gentis. Mas não precisa tanto.

Há boatos nas redes sociais de que você teria Mal de Parkinson. Você está doente?
DJAVAN: Com o quê? Parkinson (ele estica os braços para frente)? Treme alguma coisa aqui?

Você não está tremendo. Mas já sabia desse rumor?
DJAVAN: Ouvi sim. Também ouvi que a música "Flor de Lis" era dedicada a uma esposa que eu tive e morreu no parto. Olha que imaginação trágica que as pessoas têm! Tem nego que vive disso, de plantar coisas na internet, inventar o que quiser. Se é verdade ou não, é o menos importante. Há boatos de todo tipo. Há solicitações até de casamento. Ajuda financeira, mãe com câncer, casa que caiu... As pessoas apelam para o que pode. É do ser humano!

Como está de saúde?
DJAVAN: Minha saúde está ótima. Este tipo de comentário não me assusta. Minha vida é melhor hoje. Perdi a ansiedade comum aos jovens. Vislumbro melhor as soluções que devo tomar. Tenho três filhos do primeiro casamento e dois do segundo: Sofia, de 9, Inácio, de 4. Faço coisas que antes não conseguia. Vou a festinhas de colégio, que é um saco, reunião de pais. Faz parte do papel de pai.

Sobre maconha: "É muito bom, já fumei várias vezes. Fumo eventualmente"

Este ano é marcado pelas passeatas favoráveis à maconha, incluindo um filme que reacendeu o debate. Você é a favor da legalização da maconha?
DJAVAN: Não adianta buscar parâmetros na Holanda, em outros países. Cada nação tem sua realidade. Não basta mudar uma nova legislação, mas é questão de educação. Comprar maconha e fumar em qualquer lugar é questão de liberdade. Seria bom que acontecesse, mas é preciso que haja restruturação em toda a sociedade.

Você fuma, gosta de maconha?
DJAVAN: Total (dá uma gargalhada)! É muito bom. Nunca tive envolvimento com drogas, nunca cheirei cocaína. Mas, agora, a maconha sim, já fumei várias vezes. Fumo eventualmente. Mas não tenho o hábito de comprar e fumar sempre.

O que pensa sobre a associação da maconha com a violência urbana?
DJAVAN: A violência que decorre da maconha não é pelo consumo, mas pela venda. O poder que o tráfico tem vem da venda, é este poder que gera a violência. O consumo também tem que ter responsabilidades. A sociedade precisa estar respaldada com leis condizentes com a liberdade proposta por esta ideia de legalidade.

Não estamos então preparados para a legalização nos moldes atuais?
DJAVAN: Antes da legalização, tem que fortalecer a educação, tem que mudar as leis, para que a sociedade esteja preparada para isso. Não saberia te dizer se basta liberar, se isso resolve a violência.

A seu ver, quando a droga deixou de ter a conotação poética dos anos 70 e passou a ser problema médico?
DJAVAN: Quando a droga, no caso especifico da maconha, passou a representar um poder inominável, a coisa começou a mudar. Antes era mais romântica. Maconha sempre foi vendida e despertou algum lucro. Mas surgiram os cartéis, criaram uma indústria superequipada, afeita a produzir e lucrar cada vez mais. Hoje é uma estrutura industrial, como outra qualquer. Aí a coisa tomou o rumo da violência e confusão em todas as sociedades do mundo.

Já experimentou outras drogas?
DJAVAN: Não, nada. Só álcool. Como te falei, vinho é o que bebo. Nem cerveja, detesto. Não tomo refrigerante, uísque, nada.

Você já deve ter ouvido falar que não aparenta ter 62 anos. Qual seria o segredo da longevidade não aparente?
DJAVAN: Tem quem passe por uma flor linda e nem olhe... Eu me mantenho próximo da vida saudável, ligado à natureza. Convivo com água pura, bichos, o verde. Tenho uma casa em Araras (região serrana do Rio). Não como carne vermelha há treze anos. Evito frango, não bebo café.... Só como orgânicos. Tenho um orquidário com mais de 60 espécies, um jardim com trinta mil metros quadrados só com flores. Desperdiço o mínimo de água possível, não desmato. Isso tudo é um prazer.

Sub- Especie Pakalolo


Os ancestrais desta incrível variedade vieram de Maui, Hawaii, os quais cruzados na Holanda pelo The Sativa Seed Bank com o skunk #1 geraram esta espécie denominada Pakalolo. No Hawaii, do mesmo jeito que chamamos a cannabis de maconha no brasil, esta é chamada de Pakalolo lá.

100% Sativa, uma planta alta e esguia que produz uma forte euforia ativa. Numa criação outdoor leva de 56 a 64 dias para florir. Qunado o cultivo é indoor ela tem um rendimento mais ou menos de 400g por metro quadrado.

Cannabis Cup Amsterdam 2011


Cannabis Cup Amsterdam 2011
A cidade de Amsterdam, na Holanda, durante uma semana, vira o principal destino daqueles que procuram acesso e informações sobre o mundo canábico.

A 24º High Times CANNABIS CUP é um dos principais eventos do mundo onde juízes se reúnem para escolher as melhores amostras de maconha e haxixe. Além do consumo e escolha dos melhores fumos, o evento tem uma ampla estrutura para promover também shows e grupos que abordem o assunto cannabis.

A Cannabis Cup acontecerá entre os dias 20 e 24 de novembro em Amsterdam, porém, ainda não existe um local definido. As inscrições acontecerão entre os dias 18 e 20 de novembro.

O evento vai muito além de simplesmente experimentar diferentes tipos de maconha e haxixe. Há toda uma estrutura por trás do evento para levantar e debater o assunto maconha. Através de stands são disponibilizadas informações sobre o mundo canábico, incluindo comércio, industria e diferentes produtos. A Cannabis Cup é um evento completo que reúne diversão, informação e conscientização.

Com seu conceito original, a Copa da Cannabis High Times é um dos eventos mais aguardados na Holanda. A capital acolhe turistas vindos de todas as partes do mundo. Este é essencialmente um evento de maconha que convida os visitantes de todos os setores da sociedade a participar.

O início da Copa Cannabis remete a 1987, quando Steven Hager organizou a primeira Copa da Cannabis High Times. Desde então continua a ser um evento popular, onde uma equipe de juízes experimenta amostras de maconha e vota em seus favoritos. Os prêmios vêm em diferentes categorias, que são as de melhor novo produto, o melhor stand, a melhor vitrine e melhor haxixe. Grande parte da maconha utilizada nesta competição vêm dos diferentes cafés que existem em torno de Amsterdam.

PROIBIÇÃO DO USO DE CANNABIS POR TURISTAS
Um fato que tem chamado atenção para a edição deste ano são os recentes movimentos do parlamento holandês para mudar as leis que regulamentam os Coffee Shops do país. As mudanças propostas pela ala mais conservadora da política holandesa, já aprovadas, pretendem restringir o consumo da maconha por parte de visitantes. Para eles, a presença de turistas influencia diretamente nos percentuais de criminalidade. Portanto, esta é a última Cannabis Cup na qual turistas poderão participar.
A meta é acabar com o chamado “Turismo da Maconha”. Segundo argumentos do governo holandês, a medida tem como objetivo reduzir pequenos crimes e o número de turistas interessados em usar drogas. A intenção é criar um sistema de membros associados dos coffee shops, que excluiria os turistas. A cidade de Amsterdã, que atrai a maioria dos estrangeiros, é contra a decisão. Os comerciantes donos dos cafés e hotéis da região argumentam que seria a morte de toda a cadeia de estabelecimentos que dependem dos dinheiro vindo de fora da cidade para sobreviver.

A medida vai começar a vigorar nas províncias sulistas de Limburg, Noord Brabant e Zeeland até o fim do ano e no resto do país, incluindo Amsterdam, no ano que vem. O governo espera que o fechamento dos coffee shops a estrangeiros reduza em pouco tempo o número de turistas para consumir maconha.

Como construir um sistema hidroponico

"Me olhavam como se fosse maconheiro" Fernando Grostein, diretor de 'Quebrando o Tabu'


Me olhavam como se fosse maconheiro disse Fernando Grostein, diretor de Quebrando o TabuFernando Grostein Andrade, diretor de Quebrando o Tabu, contou como foi a reação das pessoas ao ter a ideia de fazer o documentário. "Me olhavam como se eu fosse maconheiro, sem-vergonha", disse, em entrevista nesta segunda-feira (26) no estúdio do portal. A segunda produção da carreira de Grostein tem o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso como âncora de um debate sobre drogas, em especial a maconha.

"Experimentei maconha aos 13 anos. Não aconteceu nada. Usei várias vezes na adolescência e não tenho vergonha de dizer. Isso nunca me impediu de trabalhar, trabalho desde os 15 anos", admitiu ele. Porém, o diretor afirmou que depois de um tempo optou por parar: "ficou chato fumar maconha. Eu percebi isso sozinho".

Durante o bate-papo, Grostein fez questão de explicar que não está falando em liberação das drogas. "Descriminalizar quer dizer deixar de ser crime, fazer com que o doente e o usuário não sejam tratados como doentes. Quando se fala em regulamentar, você cria regras e limites para esse comércio. O álcool não pode ser vendido para menores de idade, o cigarro não pode ter propaganda. Eu não consigo imaginar uma pessoa que pense em liberação."

A ideia de produzir Quebrando o Tabu começou há 10 anos, quando Grostein filmou um clipe no qual precisou passar noites nas favelas. Tal experiência mudou sua opinião em relação às drogas e aos traficantes. "Tinha imagem do traficante como um grande vilão. Cheguei lá e vi jovens explorados pelo tráfico. Crianças estavam com oportunidades castradas", relatou.

Na hora de formar o elenco, Fernando disse que achou o ex-presidente FHC a pessoa certa para ser o âncora, devido ao fato de ele não usar a repressão como o único instrumento. "Achei ele a pessoa certa. Não foi fácil chegar nele. De imediato, o FHC topou, principalmente pelo alto preço que se paga por manter uma política equivocada".

Tratada como tema principal do documentário, a descriminalização de drogas é discutida por políticos e personalidades, que falam sobre as falhas no combate ao tráfico e contam experiências pessoais. Entre os participantes estão os ex-presidentes dos Estados Unidos Bill Clinton e Jimmy Carter, o médico Drauzio Varella e o escritor Paulo Coelho.

O acesso aos políticos internacionais foi conquistado com a ajuda de Fernando Henrique Cardoso. "Ele abriu as portas. Não é fácil alguém pegar o telefone e dizer: você fala sobre um tema difícil por mim?". Os depoimentos de Quebrando o Tabu foram filmados em lugares como Holanda, Suíça, Estados Unidos, Portugal e favelas do Rio de Janeiro. Foram dois anos de gravação, em 18 cidades pelo mundo.

Na opinião de Grostein, há um certo preconceito em relação às pessoas que fumam maconha, pois acham que os usuários são doentes. Ele citou pesquisas que apontam que a maconha causa menos mal que o álcool e o tabaco. "O pai tem que entender que o filho com o baseado é completamente diferente do filho fumando um cachimbo de crack. Cada substância é de um jeito, a frequência que o cara usa a droga também define."

O diretor falou também a respeito de uma pesquisa que sua equipe fez para identificar a melhor estratégia de abordar o tema. De acordo com ele, os evangélicos foram os que mais gostaram do filme, por quererem tirar as pessoas das drogas, e a melhor forma para isso seria levantar o assunto.

Fernando Grostein Andrade salientou a importância de as pessoas verem o longa para que acabe a tragédia, segundo ele, que o mundo está por causa dos problemas relacionados às drogas, que além da saúde entram no setor de segurança, tráfico, entre outros. "Se a pessoa tem um espaço para usar droga onde tenha ajuda, o risco de acontecer algo é quase zero", afirmou.

Verba e produção
Na captação de recursos para a produção do filme, Fernando disse que foi difícil e que as empresas tinham "um pé atrás". "Deixamos claro que estávamos buscando alternativas para o dano que a droga causa na pessoa e na sociedade. Tínhamos dois ícones do Brasil, o Fernando Henrique e o Luciano Huck, meu irmão, e isso deu uma segurança para as empresas entrarem no projeto. Bancos, montadoras e grupos de comunicação entrarem nisso é uma prova de que o tabu está sendo quebrado."
 
Fonte: Terra

Auto-cultivo Cannabis

Cidade da Holanda restringe turismo da maconha


Cidade da Holanda restringe turismo da maconhaOs proprietários dos coffee shops, cafés que vendem maconha e haxixe em quantidades limitadas, da cidade de Maastricht, no sul da Holanda, decidiram limitar a venda de drogas a turistas - e somente os belgas e os alemães poderão comprar drogas nesses locais, a partir de 1º de outubro.

A medida segue uma resolução do Conselho de Estado holandês, e tem como objetivo diminuir a presença de turistas de países europeus que vão à Holanda apenas para comprar drogas nos coffee shops em cidades fronteiriças.

Maastricht fica bem perto da fronteira com a Bélgica e a Alemanha, mas a restrição não será aplicada a turistas alemães e belgas, porque segundo Marc Josemans, presidente da associação Coffee Shops Oficiais de Maastricht (VOCM, sigla em holandês), o principal alvo da medida são os turistas de países europeus mais distantes, que chegam de carro e "perturbam a ordem do trânsito local e causam desordem e destruição, principalmente nos fins de semana".

A Associação espera diminuir inicialmente em 20% a presença desses turistas. Segundo Josemans, a meta é que 500 mil consumidores de maconha e haxixe de países como França, Luxemburgo, Itália e Espanha "se desencorajem de vir até a Holanda somente para comprar drogas".

"Não descartamos a possibilidade de que os turistas recusados nos coffee shops venham a comprar droga ilegalmente nas esquinas, o que será lamentável, mas desde agosto estamos fazendo panfletagem nos cafés locais e na mídia de países europeus para informar sobre a nova situação", diz.

Dados do Instituto Nacional para a Gerência de Crises e Segurança indicam que Maastricht recebe 10.500 visitantes por dia e cerca de 3,8 milhões por ano, sem contar outras cidades fronteiriças, como Rosendaal, Bergen op Zoom, Terneuzen e Eindhoven, entre outras, que também alegam ter problemas com turistas em busca de drogas.

Reservas da prefeitura A prefeitura de Maastricht acolheu a iniciativa do setor privado com reservas, e divulgou nota aberta alertando que há um forte elemento discriminatório em seu conteúdo.

A administração municipal pediu que o Conselho de Cidadãos fique atento para informar eventuais "deslizes" da medida, que vai vigorar em caráter experimental.

De acordo com a nota, o Conselho Municipal vai esperar a publicação da política nacional relativa às restrições - ou não - a estrangeiros aos coffee shops e outras mudanças ao tratamento tolerante às drogas leves que vigora na Holanda desde 1976.

A prefeitura de Amsterdã, que possui o maior número de coffee shops do país (em torno de 200), não é a favor de restringir a presença de turistas nos estabelecimentos, nem de reduzir a quantidade de cafés na cidade.

A administração da capital, junto de dois terços das 106 prefeituras holandesas, declarou que não enfrenta problemas com os coffee shops.

Em 2008, houve o fechamento de alguns locais no centro da capital, no chamado "distrito da luz vermelha", suspeitos de servir de fachada para o crime organizado.
Outro motivo foi a proximidade dos coffee shops a escolas secundárias. A lei exige que eles sejam mantidos a um mínimo de 250 metros de escolas.

Segundo a Assessoria de Marketing e Turismo de Amsterdã, cerca de 23% dos turistas que visitam a cidade vão a coffee shops experimentar alguma erva disponível no cardápio.

"Conrad Murray" vira nome de maconha medicinal nos Estados Unidos


Loja de maconha medicinal nos EUA batiza uma das espécies de 'Conrad Murray', médico que receitava as drogas ao Michael Jackson

Segundo matéria publicada nesta segunda-feira (03), no site TMZ, uma loja autorizada a vender maconha para fins medicinais na Califórnia, nos Estados Unidos, batizou uma de suas plantas de “Conrad Murray OG”, nome do médico que está sendo acusado de matar o cantor Michael Jackson, em 2009.

Ainda de acordo com a publicação, o dono do local brincou com a morte do astro pop na hora de criar a propaganda de seu mais novo produto. “Coloca você para dormir... por muito tempo”.

Conrad Murray enfrenta nesta segunda-feira (03), o quinto dia de julgamento pela morte do músico. Ele é acusado de homicídio culposo.

Maconha previne dores da quimioterapia


Maconha preveni dores da quimioterapia
Durante o estudo, camundongos machos e fêmeas foram tratados com paclitaxel e monitorados para evidências de neuropatia.
Estudo publicado no Anesthesia & Analgesia mostrou que o canabidiol, um extrato de maconha, pode ser um tratamento promissor na prevenção das dores causadas pela quimioterapia com paclitaxel.

Pesquisadores da Temple University School of Pharmacy, na Filadélfia, nos Estados Unidos, afirmam que o uso do canabidiol diminui as dores e inflamações ratos. Em camundongos fêmeas, a substância reduziu a neuropatia, que é uma complicação potencialmente grave que capaz de impedir que os pacientes recebam todo tratamento quimioterápico.

O paclitaxel é utilizado no tratamento de câncer de mama em estágio avançado e de câncer de ovário. A droga pode causar danos nos nervos (condição conhecida como neuropatia), o que, por sua vez, pode provocar dores, dormência e formigamento.

Durante o estudo, camundongos machos e fêmeas foram tratados com paclitaxel e monitorados para evidências de neuropatia. Os resultados mostraram que a droga induziu respostas anormais para dor principalmente nas fêmeas. Contudo, quando tratadas com o canabidiol antes do paclitaxel, não foi observada dor anormal.

A partir da descoberta, os cientistas constataram que o canabidiol tem efeito preventivo da dor, e que esse efeito era permanente ao longo do tratamento, uma vez que os nervos não foram danificados. Entretanto, são necessários mais estudos para avaliar o efeito do canabidiol em seres humanos antes de ele ser recomendado para prevenção de neuropatias

por CORREIO DO ESTADO