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quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Bulldog Auto Haze




Bulldog é mundialmente conhecida pelos coffee shops pela Holanda, aliás, foi o primeiro coffee shop da Holanda, e agora ingressou de vez no ramo dos bancos de sementes de maconha, comercializando suas próprias genéticas da mais alta qualidade, levando a marca The Bulldog Seeds Company.






Apresentamos a Bulldog Haze de florescimento automático, uma genética com 70% sativa e 30% indica, proporciona um ótimo resultado final tanto em indoor como outdoor. É uma planta de tamanho médio, maior que muitas automáticas. São sementes aprovadas medicinalmente. Colheita em 9 a 10 semanas

Por ser uma planta com predominância sativa, o seu uso medicinal é aconselhável para problemas como depressão, falta de apetite, dores em geral. E desaconselhável para quem sofre de insônia, no caso do uso noturno.

Em relação ao cultivo dessa variedade, não tive qualquer problemas ou qualquer dificuldade, apenas regando-a com água de qualidade controlada, mineral, ela cresceu e foi super bem, rendendo ótimo frutos medicinais, 100% orgânicos, tendo em vista que não usei NENHUM tipo de fertilizante químico ou nada desse tipo, só uma boa água e uma terra boa que já estava descansando há uns tempos. Em termos gerais, ela é de cultivo muito fácil,  qualquer um pode cultiva-la com perfeição, observando apenas a qualidade da água.

Menino de 12 anos trata câncer com maconha


Quando falamos em maconha medicinal existe um grande equívoco por parte da sociedade que logo pensa apenas no ato de fumar as flores para ficar ‘chapado’, esquecendo a terapia com alimentos decannabis ou até mesmo tratamentos que envolve maconha que não te dá a “sensação de alta”, característica de quem fuma maconha.

O garoto David Sabach, de 12 anos virou notícia, depois da divulgação do seu tratamento contra o câncer que é a base de um tipo especial de maconha, desenvolvida por cientistas israelenses conhecida como “maconha sem barato”.

Em sua casa, em Israel, David guarda fotografias que são um registro dramático de seu estado há dois anos. Na época, por causa da quimioterapia, ele perdeu todo o cabelo e seu peso chegou a metade do que é hoje.

"Eu costumava tomar morfina para a dor, mas o efeito não durava mais que alguns minutos", conta o menino. Hoje, David recebe doses da maconha especial, adicionada a chocolates, biscoitos e bolos. "O efeito da cannabis dura todo o dia. Sinto-me muito melhor. Finalmente, posso andar sem chorar por causa da dor nas pernas", diz.

A maconha medicinal tem sido usada em Israel desde os anos 90 para o tratamento de uma série de doenças, entre elas câncer, Mal de Parkinson, esclerose múltipla e síndrome de Tourette. Recentemente, porém, cientistas ligados à empresa Tikkun Olam desenvolveram um tipo especial dessa maconha neutralizando a substância THC(tetrahidrocanabinol), que gera os efeitos cognitivos e psicológicos da droga.

Além disso, a nova variedade da planta tem uma concentração mais elevada da substância canabidiol (CBD), um poderoso anti-inflamatório.

Washington e Colorado são os primeiros estados dos EUA a legalizarem a maconha para uso recreativo


Os estados de Washington e do Colorado se tornaram os primeiros estados Norte-americanos a legalizar a posse a venda de maconha para uso recreativo. Esta vitória dos ativistas vem em confronto com o governo federal de Obama e novos capítulos desta queda de braço serão realizadas posteriormente.

Os ativistas do Colorado foram os primeiros a declarar vitória, com 53% de votos do “sim”, contra 47% contra.

" O Colorado não terá mais as leis que orientam as pessoas para o uso de álcool, e os adultos estarão livres para usar maconha , se isso é o que eles preferem, disse Mason Tvert, co- diretor da campanha pró-legalização Colorado.

A Drug Policy Alliance, um grupo de defesa nacional que apoiaram as iniciativas, disse que o resultado em Washington e Colorado reflete o crescente apoio nacional para leis sobre a legalização da maconha, citando uma sondagem da Gallup descobriu no ano passado que 50 por cento dos americanos eram favoráveis ​​tornando-legal, contra 46 oposição .

Os resultados do Colorado e Washington, que já têm leis sobre  a maconha para fins médicos, colocaram os dois estados em mais conflito com o governo federal, que classifica a cannabis como um narcótico ilegal.

O Departamento de Justiça dos EUA reagiu à passagem da medida no Colorado dizendo suas políticas de aplicação permanecem inalteradas, acrescentando: ". Estamos revendo a iniciativa cédula e não tenho nenhum comentário adicional neste momento".

Em Washington a vitória foi por 55% a 44% daqueles que se disseram contra a legalização.

Cartão com código de barras vai controlar compra de maconha no Uruguai

O Uruguai vive um intenso debate sobre a descriminalização da maconha. Em agosto deste ano, o governo do presidente José Mujica apresentou um projeto no parlamento que pretende estatizar a maconha. 

Desde que se iniciou a discussão, muitas críticas surgiram, além de elogios, e de fato, o assunto despertou também a atenção dos países vizinhos, uma vez que este pequeno país da América do Sul esta tentando uma nova estratégia de combate ao narcotráfico, bem diferente daquela passada pelos Estados Unidos que consiste na repressão armada,causando muito mais danos à sociedade do que o uso de qualquer tipo de droga em si.

Com esta nova perspectiva de combate ao narcotráfico, o governo do Uruguai já dá um grande passo, uma vez que desta forma os consumidores de maconha que até então recorriam ao mercado negro para comprar a sua erva, agora, com este novo projeto, torna-se um consumidor legal de maconha, fazendo com que tire aquele estigma de criminoso que envolve os usuários não só de maconha, mas de qualquer outro tipo de substância entorpecente.

Em uma entrevista realizada na noite de ontem , o diretor do Conselho Nacional de Drogas, Julio Calzada, informou que o cartão de cadastra do usuário da maconha estatizada vai ser sem foto e sem o nome da pessoa, contendo apenas um código de barras, que quando lido por um dispositivo próprio, irá mostrar os dados pessoais deste consumidor cadastrado.

Além da descriminalização da maconha, o  Uruguai caminha para ser o país mais liberal da América do Sul, já que este pequeno notável aprovou em seu parlamento uma lei que legaliza o aborto até o primeiro trimestre de gestação.

A lei determina que mulheres (apenas cidadãs uruguaias) que queiram pôr fim à gravidez nesse período sejam submetidas a um comitê formado por ginecologistas, psicólogos e assistentes sociais, que lhe informarão sobre riscos e alternativas ao aborto.

Se a mulher desejar prosseguir com o aborto mesmo assim, poderá realizá-lo imediatamente em centros públicos ou privados de saúde. Abortos que não sigam esses procedimentos continuarão sendo ilegais. Também é permitido o aborto em casos de riscos à saúde da mulher, de estupros ou de má-formação fetal que seja incompatível com a vida extrauterina, até 14 semanas de gestação.

Doping por maconha gera mais um capítulo de debate entre atletas


O doping de Dave Herman por traços de maconha atestado após a luta contra o brasileiro Rodrigo Minotauro no UFC Rio 3 novamente levantou a questão - sempre polêmica - sobre o uso da substância por atletas de diversas modalidades. Diga-se de passagem, já comprovado cientificamente, o atleta que se utiliza de maconha, cocaína, não tem nenhuma vantagem sobre o seu adversário.

Diversos sites especializados repetiram a pauta e abordaram os principais lutadores sobre o caso. A opinião mais remexida veio do norte-americano Rampage Jackson, ex-ídolo do Pride e ex-campeão meio-pesado do UFC. Para ele, a erva simplesmente não deveria integrar a lista de punições por substâncias dopantes por ter propriedades calmantes.

"Honestamente, não acho que alguém que seja pego por uso de maconha tenha de de ser penalizado em qualquer modalidade. (A maconha) não melhora a performance, ela atua justamente no contrário, para acalmar os ânimos. Mas não sei, nunca treinei após ter usado", disse Rampage.

"Acho que maconha é uma erva da terra,  de propriedade estritamente natural. Não vejo nada de errado com isso, desde que você não abuse. Esta é minha opinião. Se algum lutador ou atleta atestar positivo por maconha, não deveria ser penalizado, porque já está jogando contra ele próprio", endossou Rampage.

A polêmica novamente foi levantada após vários lutadores de MMA serem punidos por uso de maconha, como é o caso por exemplo do lutador Nick Diaz e Matt Riddle, que chegou até a mostrar a sua carteirinha de usuário medicinal de maconha, expedida na Califórnia, estado no qual o uso de maconha terapêutica é reconhecido e legalizado.

Eddie Alvarez, foi outro lutador que emitiu sua opinião, ficando em cima do muro. “"É tudo droga. Cada um na sua. Algumas pessoas fumam maconha, outras fazem uso de esteróides e outras bebem álcool. Quem somos nós para julgar?".

Para finalizar, quando perguntado sobre maconha, o lutador Tyrone Spong não titubeou: “Sou de Amsterdã. Então, próxima pergunta".

domingo, 4 de novembro de 2012

Um pouco da história do cultivo indoor


Podemos dizer que a primeira experiência usando lâmpadas, para simular o efeito do sol foi feita em 1893, quando o botânico Liberty Hyde Bailey usou as chamadas lâmpadas de arco voltaico, afim de realizar uma pesquisa que desvendasse os efeitos da radiação ultravioleta no ciclo de vida das plantas.

Porém apenas em 1920 começou-se a fazer de fato experiência com lâmpadas e Cannabis. Desta forma, foi que os pesquisadores americanos descobriram que o fotoperíodo influenciava de fato no período de floração da cannabis. Como estas descobertas na época foram muito reveladoras, ficou fácil para os cientistas aperfeiçoarem e chegarem ao método que conhecemos atualmente.

Quarenta anos mais tarde, o cultivo indoor de qualquer espécie de planta acabou virando uma verdadeira febre entre as classes sociais da época. Era muito comum você ver nas casas vários objetos decorativos em que era normal o cultivo de plantas que se utilizasse de luz artificial. Como não poderia deixar de ser, a Cannabis também embarcou nessa onda, e justo nesta época foi que criou-se algumas revistas especializadas em cultivo indoor Maconha. Uma das primeiras coletâneas que ensinava o cultivo de maconha, denominada “How to Grow the Finest Marijuana Indoors Under Lights”, firmava um marco histórico no que diz respeito ao cultivo da Cannabis. Os conceitos antes passados boca a boca, agora estavam documentados em uma coletânea sem precedentes.

Este método de cultivou acabou por se difundir mais ainda, principalmente em países em que quase não se via o sol - como todos nós sabemos, a Cannabis é uma espécie que precisa de muita luz para crescer forte e saudável.

A força tarefa criada para combater o cultivo e o uso da Cannabis e outras drogas, denominados “guerra as drogas” , que foi amplamente divulgada na década de 70,acabou ainda mais por disseminar estes conceitos do cultivo indoor, pois esse método chamava muito menos atenção e era mais fácil de não atrair olhares de curiosos.

Atualmente, este tipo de cultivo ainda continua em franca expansão, principalmente em países onde a lei ainda é repressora quanto ao uso de drogas, porque ainda sim é uma saída muito interessante para quem não quer se envolver no ciclo da violência e do tráfico de drogas.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Legalização do plantio e porte de maconha pode alavancar a economia


Aprovado em 1940, o Código Penal Brasileiro deverá passar por uma série de mudanças, que incluem temas espinhosos como estupro, terrorismo e aborto, além da posse e plantio de maconha para uso próprio.

A descriminalização do porte e plantio de drogas para o consumo próprio é um dos pontos mais polêmicos do documento entregue em junho ao presidente do Senado, José Sarney e que deve ser votado ainda no final do ano.

Embora controversa, a proposta parece ter o apoio de um grande número de internautas. Uma pesquisa feita pelo DataSenado, uma área do site do Senado Federal, apontou que 84,92% dos visitantes que responderam à enquete apoiavam a descriminalização das drogas para consumo próprio. Ao todo, 370.843 internautas participaram da pesquisa.

Para Henrique Carneiro, professor de História Moderna da USP (Universidade de São Paulo) e pesquisador Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre Psicoativos, descriminalizar as drogas pode trazer benefícios à sociedade, mas ainda é algo “totalmente insuficiente”, uma vez que continua “havendo uma distinção em relação a prática do comércio de drogas”.

Para o historiador, para que se haja um benefício da descriminalização das drogas, é preciso que se regulamente o mercado, para se dar uma via legal para o usuário conseguir a substância, pois chega a ser contraditório se você descriminaliza por exemplo a maconha, mas não dá uma via de acesso legal para o usuário conseguir essa substância.

Carneiro ressalta que o Brasil tem um grande potencial para a produção de drogas, como a maconha, para o uso medicinal e industrial. Legalizado o porte, seria necessário também descriminalizar a venda, e isso poderia ajudar o País economicamente.

“ Esses produtos são commodities de altíssimo valor comercial, em que se constituem hoje alguns fundamentos da economia global. Ele é o primeiro produto no agronegócio da Califórnia (EUA), só em se tratando de maconha”, afirma Carneiro.

Carneiro afirma que, ao ser legalizado em países como os Estados Unidos, o comércio de drogas acaba virando uma tendência que os outros países tomem a mesma medida.

“ O país que não acompanhe isso vai ser simplesmente colonizado pelo produto estrangeiro, porque vai ser uma questão até de defesa de recursos naturais, de ordem comercial”, finalizou.

Guia prático e rápido sobre Podas e Amarras nas plantas de maconha (Por Diego Argentino)

Quando se fala em podas e amarras no mundo cannabico a maioria dos cultivadores iniciantes não sabem nem por onde e nem como começar, quando saem à procura na internet acabam encontrando muito material com termos técnicos, o que acaba dificultando o aprendizado e aplicação das técnicas em suas plantas de maconha. Abaixo explicaremos os diferentes tipos podas que existem e como aplicar em suas plantas em um guia prático e rápido e pra todos os níveis de cultivadores!
Tipos de Podas
• FIM (Fuck I Missed)
• Top (Apical)
• RIB / FIB (Right I Burn)


Podas e amarras podem ser utilizadas tanto em cultivos de maconha indoors/estufas quanto em cultivos ao ar livre, elas podem ser aplicadas tanto no período Vegetativo da planta quanto no período de Floração da planta (RIB). Cultivadores experientes costumam aplicar as primeiras podas (FIM ou TOP) logo após o 3º par de folhas com 5 ou mais pontas.

Poda FIM

poda planta de maconhaA poda FIM consiste em cortar entre 80% e 85% do ramo principal da planta em seu topo, visando o aumento de multiplos ramos principais, quando feita corretamente podem surgir mais de 5 ramos!













plantar maconha





Ao lado temos uma imagem de como ficou a planta de maconha após a aplicação da poda FIM!






plantas de maconha




Ao lado temos uma imagem de como ficou o resultado final da aplicação da poda FIM em outra planta.












Poda TOP
cultivo de maconha
A poda TOP consiste em cortar o ramo central da planta de maconha logo abaixo seu topo, fazendo assim que a planta ganhe vigor lateralmente e fique mais robusta!














  
maconha




Ao lado temos uma imagem de como ficou a planta após a aplicação da poda TOP.




  
amarras plantas de maconha



Esta imagem ao lado podemos ver o resultado de uma poda TOP aplicada em uma planta de maconha já com algumas amarras.





Poda RIB
camarao planta de maconha
Este tipo de poda é aplicada no período de floração, mais especificamente do meio para o fim da floração da planta de maconha e consiste em queimar superficialmente a parte superior dos “Top Buds” fazendo com que a planta libere hormônios para “curar” a parte danificada pelo fogo, assim os “Buds” tem um engorda de 15% a 20%.

Na imagem ao lado podemos ver um “Top Bud” queimado com a poda RIB aplicada.









Objetivos das podas e amarras nas plantas de maconha


1º- Aumentar o vigor da planta;
2º- Produzir mais e melhores flores (“Buds, Camarões”);
3º- Conduzir o crescimento da planta de uma forma desejada;
4º- Regular a alternância das safras, de modo a obter regularmente colheitas.




A imagem ao lado ilustra como os galhos laterais vão começar a crescer e a planta vai ajustar o seu crescimento naturalmente.




Podemos ver agora como utilizar as amarras para puxar para baixo os galhos laterais e ter um crescimento nivelado pra que todos os galhos recebam uma quantidade de luz proporcional.







Esse tipo de amarra e treinamento da planta é chamado de “LST” (Low Stress Training- Treinamento com baixo stress), enquanto o ramo principal for mantido abaixo dos demais, eles iram crescer mais rápido.

É possível amarrar cada novo ramo que cresce, o que no final ira gerar uma planta com um arbusto denso e com vários ramos.

O LST combinado com podas é o meio mais efetivo de se aproveitar pequenos espaço e aumentar o rendimento final de suas plantas!

Novo projeto do código penal gera controvérsias entre os brasileiros


Uma nova pesquisa aponta a opinião dos brasileiros sobre o novo Código Penal. Foram entrevistados 1.232 cidadãos de 119 municípios, incluindo todas as capitais do país, no período de 17 a 27 de setembro de 2012. Entre os assuntos polêmicos estão a redução da maioridade penal, ortotanásia, a legalização das drogas, bullying e abandono de animais.

O estudo aponta que 89% dos entrevistados defendem a redução maioridade penal. Desses, 35% acreditam que ela deve passar de 18 anos para 16 anos. Entre os jovens de 16 a 19 anos, a maioria, 54%, quer a maioridade penal aos 16 anos.

A questão da ortotanásia - que trata do uso de aparelhos e de medicamentos para manter um doente vivo, ainda que ele esteja em estado terminal ou em coma - divide opiniões. Enquanto 49% defenderam o poder de escolha do paciente, 48% afirmaram que a lei não deve permitir que um doente pare o tratamento, mesmo que a doença não tenha cura e ele precise da ajuda de aparelhos para continuar vivendo. No entanto, se o paciente estiver em coma, sem condições de decidir, 51% defendem que a família faça isso e 46% acham que os médicos devem manter os aparelhos funcionando, mesmo contra a vontade dos familiares.

A legalização da produção e do porte de drogas para uso pessoal é dos assuntos que têm gerado muita controvérsia na discussão de reforma do Código Penal. Dos 9% que defenderam essa proposta, 72% disseram concordar com a legalização do uso apenas da maconha, o que corresponde a 6% do total de entrevistados; outros 22% (sendo menos de 2% do total) defenderam a liberação do uso e do porte para outros tipos de droga também. A região Sul foi a que apresentou maior apoio à proposta de legalização das drogas, ainda assim, apenas 13% manifestaram-se neste sentido.

Para 80% das pessoas o bullying deve ser considerado crime. Os maiores defensores são os jovens entre 16 e 19 anos. Considerar crime o abandono de animais é quase uma unanimidade, 85% dos entrevistados defendem a mudança na lei.

Você sabe o por que da maconha ser proibida?


Você já parou pra pensar o porque da maconha ser proibida? Parece ser uma pergunta fácil de responder, mas não é. Afinal, ainda sim nos dias de hoje, no chamado tempos modernos, as pessoas associam a proibição da maconha ao seus possíveis males, que em muita das situações são passadas de forma indiscriminada e sem o menor conhecimento do que realmente se trata a maconha, que vem passando sistematicamente por um processo de demonização por parte dos conservadores e moralistas.

Vou recorrer a um trecho da revista Super Interessante, para começar a discutir mais a fundo a proibição.
"(...) Tem a ver [a proibição da maconha] com o preconceito contra árabes, chineses, mexicanos e negros, usuários freqüentes de maconha no começo do século XX. Deve muito aos interesses de indústrias poderosas dos anos 20, que vendiam tecidos sintéticos e papel e queriam se livrar de um concorrente, o cânhamo. Tem raízes também na bem-sucedida estratégia de dominação dos Estados Unidos sobre o planeta. E, é claro, guarda relação com o moralismo judaico-cristão (e principalmente protestante-puritano), que não aceita a idéia do prazer sem merecimento - pelo mesmo motivo, no passado, condenou-se a masturbação (...)"

Basicamente, no começo do séc. XX, nos EUA, muitos imigrantes mexicanos fumavammaconha. No Brasil, os escravos recém-libertados também o faziam. Oras, se você não pode proibir que esta gentalha (na visão das elites) ande por aí no meio dos seus filhos brancos e puros, o que fazer? Torne um crime o consumo da maconha, assim você poderá prendê-los e limpar as ruas. Não havia nenhum problema de saúde ou caos social: a proibição tinha apenas um propósito de controle social por parte das elites. Sucessivas pesquisas, encomendadas pelo próprio governo dos EUA, nunca comprovaram nenhum efeito negativo sobre a saúde dos usuários da maconha.

Uma pesquisa realizada pela UFSC teve em seu final a divulgação da seguinte conclusão: “Diferentemente do que o senso comum prega, maconha não é capaz de causar dependência física. Na verdade: "(...) os efeitos psicológicos tendem a predominar sobre os fisiológicos.

“Resumidamente, pode-se dizer que a maconha provoca uma leve euforia, distorções espaço-temporais, alteração do humor, taquicardia, dilatação dos vasos sanguíneos oculares, secura da boca e tontura.” e 

"Estudos têm mostrado que, mesmo em usuários crônicos, a retirada súbita da droga não causa nenhum sintoma agudo, isto é, não se observa nenhuma dependência física da droga."

Mas, por que legalizar? Bem, se a maconha não tem o potencial de causar problemas como o cigarro e o álcool, não faz sentido liberar estes e proibir aquela. Ou proibe-se tudo, ou libera-se tudo, já que dos 3, a maconha é o menos prejudicial. O governo deveria apenas supervisionar toda a cadeia de produção, a fim de garantir a qualidade e o pagamento de impostos. O dinheiro seria revertido para campanhas anti-drogas e para financiar a repressão às drogas verdadeiramente perigosas, como cocaína, crack, heroína, etc. O tráfico perderia parte de sua força, embora isso não seja capaz de reduzir a criminalidade a curto prazo. Enfim, para o bem da humanidade, legalize esta planta!

A despenalização criminal do usuário é o caminho

Não é nenhuma novidade dizer que a proibição da droga é mais prejudicial para a sociedade do que o seu uso em si. A repressão armada  que ficou conhecida como “Guerra às drogas” é um fracasso. Segundo dados do escritório das Nações Unidas, essa repressão bélica causa a morte a cada ano cerca de 200mil pessoas.

Para se ter uma ideia, o Brasil atualmente pode ser considerado o segundo maior consumidor de cocaína do mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos, que tem liderança isolada no quesito. Em terras tupiniquins estima-se que cerca de 0,6% da população já tenha cheirado  cocaína, algo em torno de 27 milhões de pessoas.

Quando o assunto é maconha, os números ainda são maiores. Estima-se que 190 milhões de pessoas no mundo se utilizam da cannabis, para diferentes fins, incluindo terapêutico e recreativo.

Diante dos números cada vez mais evidentes que a repressão e a penalização criminal do usuário é fracassada, vários países já mudaram suas leis e muitos outros abriram as portas para este tipo de debate, como foi o caso dos especialistas do Reino Unido, que aconselharam que o governo mude as leis de entorpecentes.

Segundo levantamento realizado no Reino Unido, a cada ano cerca  42 mil pessoas são levadas às prisões,2 mil ao cemitério, sem contar as 160 mil advertências por uso de maconha, a mais consumida. O gasto anual é de 3 bilhões de libras (R$ 9,8 bilhões), gasto muito exorbitante, ainda mais diante da crise econômica em que vive a Europa.

A proposta dos especialistas ingleses que analisaram a questão durante os últimos seis anos é não considerar crime o consumo de pequenas quantidades, e sim delito civil. O usuário seria multado, obrigado a comparecer a reuniões sobre o uso de drogas e, em caso de dependência, encaminhado a tratamento.

No Brasil, já conta com mais de 120 mil assinaturas o anteprojeto à mudança da lei 11.343-2006, proposta pela Comissão Brasileira sobre Drogas e Democracia que, com o Viva Rio, apoia a campanha “Lei de drogas: é preciso mudar”.

A Comissão Global de Políticas sobre Drogas, da ONU, presidida pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, enfatiza o fracasso das políticas de combate ao tráfico e defende a descriminalização do consumo.

O consumo cresce muito mais rápido que todas as medidas tomadas para coibi-lo. Entre 2009 e 2011, foram identificadas, nos países da União Europeia, 114 novas drogas psicoativas, cujo comércio é facilitado pela internet.

Portugal aboliu, desde 2001, todas as penas criminais para a posse de drogas. Já os traficantes e produtores, mesmo domésticos, continuam penalizados. Os usuários flagrados com grande quantidade são encaminhados a tratamento.

Nos EUA, os Estados de Oregon, Colorado e Washington decidem, em novembro, se legalizam a maconha. No Uruguai, que descriminaliza o consumo e criminaliza o comércio, o governo quer estatizar a maconha, ou seja, controlar a produção e a venda no país. Os 75 mil usuários teriam direito a 40 gramas mensais.

Na Guatemala, o presidente Molina, para inibir o tráfico, defende a legalização das drogas, com restrições às substâncias mais nocivas. Seria a mesma tolerância já adotada, na maioria dos países, em relação a bebidas alcoólicas.

As mudanças estão acontecendo, o debate está cada vez mais ganhando espaço na mídia e está bem claro, que a despenalização do usuário é a utilização do conceito de redução de danos é o caminho!

PRF apreende grande quantidade de maconha no RN

A Polícia Rodoviária Federal do Rio Grande do Norte realizou, na madrugada desta terça-feira (30), a maior apreensão de drogas da história no estado. Segundo a assessoria de imprensa da PRF, foram encontradas aproximadamente uma tonelada e 200 quilos de maconha e crack. O entorpecente estava sendo transportado em uma Toyota Hillux com placas de Pernambuco.

De acordo com com o inspetor Everaldo Morais, da assessoria de comunicação da PRF, a caminhonete (PEY-4996/PE), tombou na pista ao tentar fugir da fiscalização. O condutor do veículo conseguiu escapar. Dentro do automóvel os agentes encontraram 1.150 tabletes de maconha, com estimativa de peso de um quilo cada.

“Também achamos outros 15 tabletes de crack, que também devem pesar um quilo cada um”, acrescentou.

“Quando ele se deparou com a barreira, engatou a marcha ré e tentou fugir em sentido contrário. Então iniciamos uma perseguição ao suspeito”, relatou Morais. “No km 112 o condutor da caminhonete perdeu o controle do veículo e tombou na pista. O suspeito fugiu por um terreno próximo à BR e não foi mais visto”, complementou.

A droga apreendida foi levada à sede da Polícia Federal, onde será pesada. O carro, que também foi recolhido, não apresenta queixa de roubo e as placas não são clonadas. A polícia segue na investigação para identificar origem e destino da droga.

A última grande apreensão de drogas realizada no Rio Grande do Norte ocorreu em um sítio localizado, também, na cidade de São José de Mipibu. Aconteceu em 25 de agosto de 2011. Na ocasião, agentes da Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal apreenderam 814 quilos de maconha e 17 quilos de cocaína.

À época, os policiais afirmaram que os traficantes organizaram um "consórcio" para transportar a carga de uma só vez para o estado e correr menos riscos.

Confira como utilizar o fertilizante de maneira correta

Um dos vários problemas que growers iniciantes enfrentam é qual com a questão do fertilizante. Normalmente, este tipo de jardineiros menos experientes, tem grandes probabilidades de causar um overfert em suas plantinhas, justamente pela excesso de nutrientes.

Vale lembrar, que a quantidade de fertilizante deve ser seguida a dosagem de acordo com o que o fabricante recomenda. Excesso de nutrientes em seu solo atrapalha a absorção dos mesmos, pois hpa uma alteração no ph do solo, o que não favorece o crescimento saudável de sua planta.
Dos nutrientes que a Cannabis precisa, podemos citar quatorze deles, dos quais os principais são chamados de macro nutrientes ( Nitrogênio (N) , Fósforo (P) e Potássio (K) ). Estes macros nutrientes são extremamente importantes para o crescimento vegetativo da Maconha e são usados em abundância principalmente na fase de crescimento.

Logo após estes nutrientes, segue-se com os que chamamos de nutrientes secundários (Cálcio (Ca); Enxofre (S); Magnésio (Mg). Ainda sim temos os que chamamos de micro nutrientes que são os outros elementos também necessários para a planta, como (Ferro (Fe), Zinco (Zn); Manganês (Mn), Boro (B), Cobalto (Co), Cobre (Cu), Molibdênio (Mo) e o Cloro (Cl).
Contudo, para o período vegetativo você deve se atentar à fertilizantes NPK, ou seja, com boas concentrações de nitrogênio, fósforo e potássio. Estes tipos de fertilizantes normalmente são encontrados com grande facilidade floriculturas, pois são fertilizantes simples. Principalmente no período vegetativo, o nitrogênio é um elemento muito importante, pois ele é um elemento que faz com que a planta transporte as substâncias absorvidas no solo, importante para o seu crescimento saudável. Já na fase de floração da Cannabis, você deve se atentar que a planta começa a consumir mais potássio.

Resumindo, para a fase do vegetativo, o ideal seria um fertilizante NPK 20-10-10 enquanto para o período de floração da Maconha, você vai garantir buds saborosos e bem feitos com ajuda de um fertilizante NPK, porém, com a concentração 5-10-20.

Lembre-se que a observação de suas plantinhas é um ponto crucial para o sucesso no cultivo. Se as folhas da sua “menina” estiver amarelando nas partes superiores ou enrolando – ficando num formato de garras- com toda certeza é deficiência de algum tipo de nutriente, portanto fique sempre atento e bom cultivo!!!

Comércio de sementes de cannabis: um ato libertário contra o narcotráfico


No post de ontem falamos sobre o Cannabussines, que em muitos países ainda não é difundido justamente pela proibição da Maconha e a postura de guerra às drogas difundida pelos Estados Unidos nos últimos 40 anos. No entanto, em alguns países que adotam uma política liberal - como Holanda, Suíça, Portugal, Canadá, entre tantos outros- existe uma vertente deste gigantesco bussines que contribui bastante para o combate ao mercado paralelo da Maconha: que são as empresas legalizadas que comercializam as sementes de maconha para o autocultivo.

Nestes países supracitados, por adotarem uma política liberal, que tira o usuário da esfera da criminalidade, regulamentou-se o cultivo caseiro. Juntamente com esta medida, o governo não só consegue combater os malefícios causados pelo narcotráfico, como a violência, mas também consegue melhorar a qualidade de vida do usuário, já que não mais precisará recorrer a fontes do mercado negro para fumar a sua maconha.

Além deste impacto de cortar uma fonte de renda do narcotráfico, as lojas que comercializam sementes de maconha de alta qualidade fazem com que uma atividade que até então induzia os adeptos da cultura canábica a se misturar no ciclo da criminalidade, passe a ser rentável para o governo e não para os criminosos, sendo ai sim mais uma fonte de renda para que seja investida em bens coletivos, como saúde, educação, transporte público, entre outros.

Logicamente muitos ainda não aprovariam este tipo de comércio, principalmente em países que adotam uma política mais conservadora quanto ao uso de drogas. Porém, quando colocados na balança os problemas em que estes países já enfrentaram com a proibição e o fortalecimento do mercado negro, hoje em dia acabam por perceber que as lojas que comercializam sementes ocupa uma importante posição de dividir a quem quer se auto sustentar e não se misturar com o crime organizado.

A ideia para alguns até aqui pode parecer loucura, porém, atualmente entidades como a LEAP (Law enforcement against prohibition) formada por profissionais da justiça criminal, chamam a atenção para o fracasso do atual modelo de tratar as drogas. Mostram o verdadeiro derrame de dinheiro que se gasta para sustentar uma politica ineficaz, além de alertar os benefícios de se permitir o cultivo caseiro em pequena escala.

A mulher de 125 anos que dizia que a maconha era a chave de sua vida


Plantação de Maconha WallpaperA principio eu duvidei deste caso, até que o vi sendo noticiado em muitos outros veículos de comunicação. O caso é que uma história no mínimo curiosa vem chamando a atenção de todos. Se trata de uma mulher de 125 anos que havia declarado que a Maconha foi a chave da sua vida. Esta história já tem um tempo, mas tem um cunho reflexivo, que diz respeito talvez a não toxidade da fumaça da maconha.

A mulher conhecida como Fulla, também se destacava pelo sua paixão em fumar maconha, além de fazer sucos e chá. Nestes seus incontáveis anos, Fulla nunca tinha sofrido qualquer doença debilitante na sua vida, a não ser a sua visão fraca. A mulher sempre manteve uma boa saúde, tanto que se locomovia sem precisar de nenhum apoio.

Obviamente que não foi provado de fato se a Cannabis tinha a ver com a longevidade da mulher, contudo vale a pena lembrar que a maconha nunca matou ninguém na história, e ela sem dúvida foi mais um prova disso.

Se formos analisar, a cannabis tem sido usada por milhares de anos. A propaganda contra a maconha completou apenas 75 anos. Isso quer dizer que 98% das gerações humanas nos últimos 5000 anos têm conhecimento  da Maconha como uma planta capaz de ajudá-los, será que estavam todos errados e só nós certos?

A maconha precisa ser legalizada


A descriminalização da maconha é um tema recorrente na modernidade. Em vários locais já se permitem que a cannabis seja consumida e comprada dentro da legalidade, evitando assim que os seus utilizadores sejam colocados no ciclo da criminalidade. Uns lugares no entanto, preferem descriminalizar se utilizando de licenciamentos  para uso medicinal da maconha, enquanto outros recorrem aos clubes de cannabis.

De fato não existem razões para proibir a maconha. A questão é muito mais racial, econômica e xenófoba, do que qualquer outro tipo de falácia que foram espalhadas e perpetuam até hoje. Em comparação com qualquer outra droga e legalizada por exemplo, como o tabaco e o álcool, a maconha se mostra muito menos ofensiva.

É de extrema importância que quando discutimos o uso das drogas, temos que analisar primeiramente a ofensividade que tal substância causa ao indivíduo, e a maconha tem um menor grau de ofensividade até mesmo que a maioria das drogas populares e vendida nas farmácias, como a famosa aspirina.

A descriminalização da maconha não afeta apenas os usuários, mas a todo o sistema, já que dentro do tráfico de drogas existe correlatamente corrupção, tráfico de influências, poder, disputa de comando, além de políticos e pessoas de alto escalão, que ganham uma fortuna diante da venda de drogas ilícitas.

A regulamentação do consumo e da produção da maconha é a solução cabível e mais humana para tratar a questão, pois a repressão, mediante a legislação atuante em vários países proibicionistas vem trazido apenas a carnificina e o aumento do poderio bélico dos cartéis de drogas, que financiam suas atividades ilícitas em grande parte pela venda de drogas.


segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Polemica : O que aconteceria se a Maconha fosse liberalizada no Brasil




A liberação da maconha no Brasil pode ser uma realidade que já existe em países da Europa e está mais próxima da América do Sul com um projeto que pode acontecer no Uruguai. No Brasil a posse e o consumo de maconha são proibidos, mas tolerados pela Justiça, dependendo da quantidade. Uma situação bem diferente do que acontece perto daqui, no Uruguai. Lá o consumo é permitido. E agora um projeto apoiado pelo presidente da república, prevê que governo uruguaio produza, comercialize e distribua a maconha livremente no país. 

domingo, 28 de outubro de 2012

Receita para a preparação de bálsamo de cânhamo caseiro


   





Ingredientes:

Vaselina branca ou amarela (Não refinada e melhor para as alegrias) , folhas e cabeços  menores de cannabis, opcionalmente, uma pitada de cristais de hortelã ou 0,1 ml de óleo de cânhamo.
Proporções:

Para 1 kg de vaselina, é necessária a utilização de 100 g de folhas secas e 50 g de cabeços pequenos.

Preparação:

1. derreta metade da vaselina em um vaso maior

2. adicionar cerca de pó de folhas e deixá-los fritar lentamente durante 20 minutos
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3. após o resfriamento da mistura deitar na panela 4 litros de água

4. trazer para o ponto de ebulição e cozinhar lentamente durante 90 – 120 minutos

5. deixe esfriar e coloque na geladeira durante a noite

6. Retire o bolo gordos e pressioná-lo a fim de eliminar os restos de água

7. espalhar o bolo em uma maior beneficiário, cobri-lo e deixá-lo fermentar durante 3 semanas em um local escuro à temperatura ambiente

8. novamente colocar a mistura em uma panela grande, adicione a outra metade de vaselina e derretê-lo

9. cozinhar lentamente a mistura até que o cheiro desagradável de fermentação desaparece

10. dreno-lo através de uma peneira e despeje a luz resultante líquido de cor verde em um recipiente imerso em um banho de água

11. adicionar finamente trituradas buds mais baixos e cozinhe em banho-maria durante uma hora até que uma luz skim forma na superfície (não se esqueça de agitar freqüentemente)

12. deixe esfriar e guarde-o por 1 semana em um lugar escuro e frio

13. repetir a cozinhar em banho-maria e colocar o recipiente em um lugar frio novamente para mais uma semana

14. derreter e cozinhar a mistura como no ponto precedente, escorra-o primeiro através de um coador de cozinha e depois através de uma tela fina (não jogue a tela com os botões de drenado, armazená-lo em um freezer – pode ser muito eficiente utilizada como um aquecimento compactar em caso de problemas de asma, bronquite ou dores nas articulações)

15. o salve agora está pronto para ser vertido em copos pequenos, se você quiser usá-la pura – caso contrário, você pode melhorá-lo com uma pitada de cristais de hortelã (para dores musculares e articulares) ou com 0,1 litros de óleo de cânhamo virgem (para dermatológicos problemas)

Puro ou hortelã salve podem ser armazenados em um lugar frio, mas eles não se deteriorem durante pelo menos 6 meses, mesmo na temperatura ambiente. Em contrapartida, o salve com a adição de óleo de cânhamo precisa ser armazenada em um lugar frio e deve ser usado dentro de 6 semanas.




WebbA.jpgEfeitos observados:

efeitos anti-inflamatórios
efeitos analgésicos
efeitos relaxantes nos músculos e outros tecidos do corpo
acelerar os efeitos de descongestionamento
regenerativa efeitos sobre os tecidos do corpo

Quais doenças que poderá ajudar como tratamento complementar:

todos os tipos de feridas superficiais, cortes, espinhas acne, furúnculos, encarnações de unhas, calos, unha fungo certos

Comissura irregular dos lábios, bolhas de febre, herpes

Certos tipos de dermatite (incluindo atópica) e psoríase

Reumatismo e dores artríticos (até o nível 2 de artrite)

Torcicolo, dores nas costas, dores musculares e cãibras, entorses e contusões outros

Flebite, úlceras venosas

Hemorróidas

Dores menstruais

Frio e dor de garganta, bronquite

Asmáticos com problemas respiratórios

Inflamação crônica da laringe (aplicação sob a forma de uma compressa Priessnitz)
enxaqueca, dores de cabeça


A maconha pode ajudar a combater a osteoporose!


A maconha pode ajudar a combater a osteoporose por ter um efeito protetor em relação ao enfraquecimento dos ossos nos idosos, segundo um estudo da Universidade de Edimburgo (Escócia) divulgado nesta quinta-feira.

A pesquisa foi realizada com ratos e constatou que a maconha ativa uma molécula-chave que ajuda a evitar o desenvolvimento da osteoporose, uma doença que afeta 30% das mulheres e 12% dos homens mais velhos.

A maconha ativaria uma molécula-chave que ajuda a evitar a osteoporose!


Outro elemento positivo que os cientistas da Universidade de Edimburgo descobriram sobre determinados elementos da maconha é que previne o acúmulo de gordura nos ossos.

Stuart Ralston, professor de reumatologia desta universidade, disse que a descoberta “é um passo à frente apaixonante”, mas lembrou que se trata de resultados iniciais e que são necessárias novas análises clínicas em laboratório para determinar como os efeitos da maconha diferem em função da idade.

“Devemos realizar em breve novos exames e esperamos que os resultados ajudem a desenvolver novos tratamentos valiosos na luta contra a osteoporose”, afirmou Ralston.

O pesquisador esclareceu que fumar maconha misturada com cigarro é “ruim em qualquer idade” para os ossos e para a saúde em geral, e indicou que, no caso dos idosos, “os efeitos psicotrópicos” da droga “podem aumentar o risco de quedas, e portanto de quebra de ossos”.

“A fórmula ideal para avançar neste terreno seria desenvolver um medicamento parecido com a maconha que não tivesse um efeito direto sobre o cérebro, mas sobre a periferia”, afirmou Ralston.



Fonte: http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultnot/efe/2009/08/13/ult4429u2215.jhtm