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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Resultado da sondagem, " Acha que a cannabis deveria ser legalizada em Portugal?"





Após um ano de espera e com bastante curiosidade sobre qual seria o resultado da sondagem, chegamos ao fim.

Podemos dizer que o resultado foi emagador, com a resposta positiva a sair vencedora.

Sim = 953 Votos
Não = 52 Votos

Muito obrigado a todos quanto votaram.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Plantas mestras professoras


As plantas mestras professoras tem o objetivo de não apenas nos remeter ao Mundo dos Espíritos, bem como nos ensinar, guiar e orientar, nos ajudando a compreender o Universo e nosso micro-universo sob novas perspectivas e pontos de vistas mais sutis, assim como também podem nos remeter ao passado para resgatar alguma habilidade perdida, também atuam como poderosas ferramentas de cura, tanto fisica como emocional, mental e espiritual.

Existe no mundo centenas de milhares de espécies vegetais, dessa imensidão de plantas o homem não conhece 20%. Estudando suas utilidades curativas e de auto-conhecimento nossos ancestrais encontraram grande magia nas plantas. Desde tempos remotos o homem já se concectava com sua Divindade através de Bebidas Sagradas, desde o SOMA da Índia à Ayahuasca Sulamericana, em todos os continentes do planeta acharemos evidências e práticas espirituais que ainda utilizam tais meios para se concectarem com o Mundo dos Espíritos e assim, obter cura e auto-conhecimento.



Relacionamos as 10 plantas mestras professoras mais poderosas da atualidade no meio xamânico. Estas plantas quando utilizadas da maneira correta e ministradas por xamãs sérios e experientes, nos proporcionará experiências agradáveis e curas significativas em nossas vidas.

1 - AYAHUASCA - CHACRONA (Psichotria viridis) e JAGUBE (Banisteria caapi)
2 - PEYOTE (Lophophora williamsii)
3 - WACHUMA (Trichocereus Pachanoi)
4 - IBOGA (Tabernanthe iboga)
5 - DATURA (Datura wrightii e Datura stramonium)
6 - JUREMA (Mimosa hostilis)
7 - SOMA (Amanita muscaria)
8 - LÓTUS AZUL (Nymphaea caerulea)
9 - SÁLVIA (Salvia Divinorum)
10 - PARICÁ ou YOPO (Anadenanthera peregrina)

Maconha previne dores da quimioterapia


Maconha preveni dores da quimioterapia
Durante o estudo, camundongos machos e fêmeas foram tratados com paclitaxel e monitorados para evidências de neuropatia.
Estudo publicado no Anesthesia & Analgesia mostrou que o canabidiol, um extrato de maconha, pode ser um tratamento promissor na prevenção das dores causadas pela quimioterapia com paclitaxel.

Pesquisadores da Temple University School of Pharmacy, na Filadélfia, nos Estados Unidos, afirmam que o uso do canabidiol diminui as dores e inflamações ratos. Em camundongos fêmeas, a substância reduziu a neuropatia, que é uma complicação potencialmente grave que capaz de impedir que os pacientes recebam todo tratamento quimioterápico.

O paclitaxel é utilizado no tratamento de câncer de mama em estágio avançado e de câncer de ovário. A droga pode causar danos nos nervos (condição conhecida como neuropatia), o que, por sua vez, pode provocar dores, dormência e formigamento.

Durante o estudo, camundongos machos e fêmeas foram tratados com paclitaxel e monitorados para evidências de neuropatia. Os resultados mostraram que a droga induziu respostas anormais para dor principalmente nas fêmeas. Contudo, quando tratadas com o canabidiol antes do paclitaxel, não foi observada dor anormal.

A partir da descoberta, os cientistas constataram que o canabidiol tem efeito preventivo da dor, e que esse efeito era permanente ao longo do tratamento, uma vez que os nervos não foram danificados. Entretanto, são necessários mais estudos para avaliar o efeito do canabidiol em seres humanos antes de ele ser recomendado para prevenção de neuropatias

por CORREIO DO ESTADO

Maconha é mais saudável que cigarro


Para sua saúde, é melhor fumar maconha!
por Mário Maestri, 63, historiador e professor de Pós-Graduação em História da UPF.

Maconha é mais saudável que cigarroFoi o que eu ouvi, assustado, de olhos esbugalhados, da boca do meu ex-sogro, o inesquecível doutor Garibaldi Machado, em sua residência, em Santo Ângelo, creio que em inícios de 1970. Naquele então, eu estudava História na UFRGS, envolvido na política acadêmica e extra-acadêmica, cada vez mais reprimida pelo governo militar.

Após a refeição, comentávamos notícia dada pela grande imprensa sobre a pretensa descoberta em residência universitária, não sei se do Rio de Janeiro ou São Paulo, de "farto material subversivo", "revistas pornográficas" e "trouxinhas de maconha". A mensagem jornalística era direta - os estudantes, além de "subversivos", liam pornografia e eram "maconheiros". Pior, não podiam ser!

Para a classe média de minha geração, jamais se pusera a questão de consumir ou não maconha, vista como coisa de favelado e marginal, para não dizer mais. Apenas com a guerra do Vietnã e com "Easy Rider", daquele mesmo ano, o velho baseado conheceria indiscutível promoção social entre a juventude nacional, sobretudo nos longos e pesados anos da paz policial que se impôs sobre a sociedade brasileira. Não fumávamos maconha mas bebíamos nos finais de semana, sem qualquer reparo pelos mais velhos, quantidades impressionantes do péssimo whisky, rum, gim cerveja então à nossa disposição.

Momentos antes, sob o silêncio atento do doutor Garibaldi, começamos a discutir acaloradamente sobre o direito ou não ao consumo da maconha, contra o qual me levantei, peremptório. Um militante não podia e não devia baixar a guarda e se expor às provocações policiais e militares - propus creio que com plena razão. E para completar minha arrasadora argumentação, fui mais longe. Lembrei o enorme mal que fazia para a saúde o consumo daquela droga.

No momento preciso em que abandonava triunfante a palavra e acendia com prazer mais um cigarro, sentado diante de mim, no outro extremo da mesa, o doutor Garibaldi abandonou seu silêncio reflexivo para bagunçar literalmente meu coreto e registrar certamente uma preocupação que era sua.

- Maestri, se é questão de saúde, te recomendo fumar maconha e deixar o cigarro! Bem para a saúde, certamente não faz, mas mal, até hoje, em toda minha prática médica, jamais atendi alguém com problema causado pela maconha. Quanto ao cigarro, se quiseres, vamos agora até a enfermaria do Hospital, onde diversos pacientes meus estão para morrer, devido ao cigarro.

E para me espezinhar ainda mais, o doutor Garibaldi concluiu: - Tenho um pobre paciente que enfia agora o cigarro no orifício da traqueotomia, sem conseguir abandonar o vício que o levará a morte em algumas semanas. Uma imagem terrível que me acompanha nesses já mais de quarenta anos, e me ajudou, bastante, a deixar de fumar, alguns anos mais tarde, após enormes sacrifícios! Não me lembro se respondi ao pesado argumento, ou mudei de assunto, o que é bem mais possível.

Médico do interior extremamente conceituado, com amplas leituras e reflexões em ciências sociais, filosofia, literatura e direito, o velho, bom e solidário doutor Garibaldi primava por essas tiradas inusitadas, agudas e certeiras, pouco preocupadas com convenções e modismos.

Certamente se estivéssemos outra vez sentados naquela mesa, comentando as hipócritas justificativas da grande mídia e das autoridades públicas e universitárias sobre a invasão do campus da USP pela polícia militar, devido aos parcos baseados encontrados com três estudantes, certamente o saudoso doutor Garibaldi diria sem retenção: - Já que vão fazer essas violências com os meninos, deixem os baseados e retirem as carteiras de cigarro deles. Elas sim, matam!

E concluiria, dialeticamente: - Mas o cigarro é um enorme negócio ...

Fonte: PRAVDA

A maconha e a doença de Chron


O consumo de cannabis está associado com uma redução na atividade da doença de Crohn e doenças relacionadas com cirurgias, de acordo com os resultados de um estudo publicado na edição de agosto da Revista da Associação Médica de Israel.

Os pesquisadores do Instituto de Gastroenterologia e Hepatologia do Centro Médico Meir acompanharam as atividades da doença, o uso de medicamentos, a necessidade de cirurgia e de internação antes e após uso de maconha em 30 pacientes com a Doença de Crohn.

Autores da pesquisa relataram, “Todos os pacientes afirmaram que consumir cannabis teve um efeito positivo sobre a sua atividade da doença:. As pesquisas documentaram uma “melhoria significativa” em 21 indivíduos.

Especificamente, os pesquisadores descobriram que nos indivíduos que consumiram cannabis houve uma redução significativa da necessidade de outras medicações. Participantes do estudo também relataram que requerem menos cirurgias após o da maconha.

“Quinze dos pacientes pesquisados tinham 19 cirurgias durante um período médio de nove anos antes do consumo de cannabis, mas apenas dois tiveram necessidade de intervenção cirúrgica durante um período médio de três anos de consumo de cannabis”, relataram os autores da pesquisa.

A conclusão foi animadora. “Os resultados indicam que a cannabis possa ter um efeito positivo sobre a atividade da doença. A maconha também reflete na redução no índice de atividade da doença e na necessidade de outras drogas e cirurgias.

O que é a doença de Chron?

O conjunto das Doenças Inflamatórias Intestinais (DII) abrange a Doença de Crohn (DC) e a Retocolite Ulcerativa (RCU). A Doença de Crohn caracteriza-se por inflamação crônica de uma ou mais partes do tubo digestivo, desde a boca, passando pelo esôfago, estômago, intestino delgado e grosso, até o reto e ânus. Na maioria dos casos de Doença de Crohn, no entanto, há inflamação do intestino delgado; o intestino grosso pode estar envolvido, junto ou separadamente. A doença leva o nome do médico que a descreveu em 1932.

Fonte: Brasil NORML

Maconha pode não trazer danos aos pulmões


As consequências para a saúde podem não ser tão graves quanto fumar o cigarro, uma droga lícita. A conclusão é de um estudo de grandes proporções feito por Stefan Kertesz e seus colegas da Universidade do Alabama, e publicado no Journal of the American Medical Association.

A maconha é a droga ilícita mais usada no mundo ocidental.

Por outro lado, vários países já liberaram o uso medicinal da planta.

Efeitos de longo prazo da maconha

"Com o aumento no uso e o grande número de pessoas que já usaram e continuam sendo expostas à maconha, saber se ela causa danos duradouros à função pulmonar é importante para as mensagens de saúde pública e para o uso médico da maconha," afirma Kertesz.

A fumaça da maconha tem vários compostos químicos também presentes na fumaça do cigarro. Esses compostos podem causar irritação nos pulmões, deixando a pessoa ofegante ou produzir tosse.

Contudo, os estudos dos efeitos a longo prazo do uso da maconha têm produzido resultados inconsistentes.

Agora, usando uma grande base de dados dos Estados Unidos, os pesquisadores compararam os efeitos sobre a função respiratória de fumantes de cigarro e de maconha durante um período de 20 anos.
O estudo chegou às mesmas conclusões dos demais estudos quanto ao uso do cigarro - a exposição cumulativa de uma pessoa à fumaça do cigarro resulta em perda do fluxo de ar e do volume dos pulmões.

Mas, de forma surpreendente, aconteceu o contrário com o uso da maconha.

"Nos níveis de exposição comumente vistos entre os norte-americanos, o uso ocasional da maconha está associado com um aumento no fluxo de ar para os pulmões e com um aumento na capacidade pulmonar," conta Kertesz.

"Esses aumentos não foram grandes, mas eles são estatisticamente significantes. E os dados mostraram que, mesmo com um uso moderadamente elevado - um cigarro por dia durante sete anos - não há um decréscimo evidente na capacidade pulmonar," diz o médico.

Mas ele alerta que fumar maconha não é o caminho para ter melhor saúde pulmonar.

"O aumento não é suficiente para fazer você se sentir melhor. Pessoas saudáveis podem inspirar de 3 a 4 litros de ar em um segundo. O ganho, em médio, do uso da maconha, é de 50 centímetros cúbicos. Não é algo perceptível," afirma.

René Simões, o treinador de Futebol que dobrou os Rastafaris


Treinador que virou heroi ao levar a seleção Caribenha da Jamaica à Copa do Mundo resistiu a assumir o cargo e mudou a relação dos jogadores com a maconha.

Emirados Árabes, Qatar, Honduras, Costa Rica, Tinidad & Tobago, Portugal foram alguns dos países onde o técnico René Simões trabalhou. Nenhum deles, no entanto, tem um lugar especial em sua vida como a Jamaica. Em 1994, o treinador assumiu uma seleção praticamente amadora e a classificou para a Copa do Mundo de 1998. Da resistência em assumir o cargo até deixar o país em 2000 foram inúmeras histórias prontas para virarem um livro, como René revelou no “Redação SporTV” da última segunda-feira (assista ao vídeo).

A Jamaica surgiu no caminho de René Simões por uma questão geopolítica. Na década de 90 o Brasil já pleiteava uma vaga no Conselho de Segurança da ONU. Para angariar o voto dos países caribenhos, o Itamaraty ofereceu projetos de cooperação técnica em muitas áreas. Os jamaicanos escolheram o futebol. Queriam um treinador que fosse o gestor do esporte no país. No currículo deveria constar a língua inglesa, curso universitário, experiência profissional no exterior e passagem pela Seleção Brasileira. Então presidente da Academia Brasileira de Futebol, o ex-árbitro e jornalista Manoel Espezim Neto foi contactado e indicou René, que lecionava na entidade. O treinador rejeitou o convite:

- Eu não queria ir. Havia estado lá em 1988, com a Seleção Brasileira sub-20, para fazer um amistoso. O futebol não existia. Tinha árvore no meio do campo de futebol, vacas...

Passado um tempo, Espezim estava fora do Rio de Janeiro e pediu que René recebesse o presidente da Federação Jamaicana de Futebol, Horace Burrell, que veio ao Brasil escolher o seu treinador. Durante o trajeto do aeroporto para o hotel, o dirigente, imaginando que conversava com um mero chofér, perguntou pelo “Professor Simões”. O treinador se apresentou, para a surpresa de Burrell. Reafirmando a recusa em aceitar o cargo, René escreveu em um guardanapo os dez pontos que considerava fundamentais para levar o país à Copa do Mundo. Dentre os quais, patrocínios de uma companhia de alimentação, companhia aérea para transportar o time, uma concentração permanente e muita firmeza no comando.

O conteúdo daquele guardanapo convenceu o dirigente. Após entrevistar quatro treinadores, Horace insistiu em René Simões. Mas o treinador continuou relutante até o Itamaraty o convencer. René assumiu a missão de comandar desde as categorias de base até o time principal da ilha caribenha.

- Fui o gestor do futebol na parte filosófica, administrativa e prática. Tínhamos uma salinha num ginásio e quando eu saí de lá tínhamos quatro andares de um edifício. Lá havia aquele absurdo como na CBF, de contratar um treinador da sub-17 somente na época da competição. Contratei treinadores de todas as categorias de base que trabalhavam de maneira vertical, como o Barcelona diz que faz, e na horizontal. O cara da sub-13 tinha que acompanhar todos os campeonatos da categoria no pais. E eles estavam interligados. O da sub-13 era auxiliar do sub-15, que era auxiliar da sub-17.

René resgatou jogadores que trabalhavam em hotéis como carregadores de malas e barmen. Angariou patrocinadores e conseguiu montar uma seleção permanente. Entre a preparação e a Copa do Mundo viajou 28 países e disputou 180 partidas.

Na Jamaica, René Simões se deparou com a imagem que o mundo tem do país, graças aos rastafaris, que são apenas 2% da população. Dos 20 jogos que disputou nas eliminatórias para a Copa da França, em pelo menos 15 foram pedidos exame antidoping para maconha. O que para o treinador era ótimo, pois não pairava dúvidas alguma. Quando René chegou, os exames eram internos, alguns dias antes dos jogos. O atleta que fosse pego era afastado e depois reintegrado ao time.


Fonte: Globo Esporte

Nova maconha vendida em farmácias de Hollywood ganha nome da Filha da Beyonce


A filha de Beyonce e Jay-Z, Ivy Blue, não é apenas uma pessoa mais jovem a aparecer nas paradas da Billboard - ela é também a pessoa mais jovem a ter uma espécie de maconha com o seu nome.

Várias farmácias de canabbis (maconha) em Hollywood estão lucrando com o hip hop da bebê princesa ... com a venda de uma nova cepa de maconha chamado de "OG Ivy Blue".

Obviamente ela não assinar a nova cepa - mas, até agora, nenhuma das farmácia recebeu qualquer tipo de aviso legal do casal.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Atriz abandona Hollywood para virar Grower


A atriz Heather Donahue, que ficou famosa em 1999 por estrelar ‘Bruxa de Blair’, não atua mais. Ela agora se dedica a outra atividade: plantar maconha! Segundo informações da revista People, o cultivo tem finalidades medicinais. Heather escreveu inclusive um livro de memórias, batizado ‘GrowGirl: How My Life After The Blair Witch Project Went to Pot’, que mapeia o início de sua nova profissão.

Em entrevista, a ex-atriz explicou que resolveu ser cultivadora de maconha porque era uma “ávida jardineira” e por isso se tornou uma “garota solitária” vivendo anos na loucura de Los Angeles.

Heather Donahue defende, em seu site oficial, que a não legalização da planta “é um retrocesso”. “Tem que ser tratada como remédio, indústria e um componente cultural. Está ligada à cultura humana há milhares de anos”, escreveu ela, que preferiu se concentrar na divulgação livro, após um amigo cultivador ser preso pela polícia. Com informações do iG.

Brasil libera sorvete de maconha


Foi liberado no Brasil um sabor de sorvete que promete causar polêmica: é o sorvete de maconha! A ideia é tentar diminuir o preconceito sobre a planta que pode e é usada no tratamento de doenças, como o câncer. Um outro objetivo seria ajudar os usuários que quisessem diminuir o uso.

Mas o sorvete que foi liberado no Brasil não contem o principio ativo da maconha, o THC (Tetraidrocanabinol), substância responsável por causar os efeitos psicotrópicos da droga. Em outras palavras, o sorvete não dá onda.

O produto deve chegar no final do ano nos estabelecimentos comerciais. Algumas das versões serão com pedaços de chocolates, menta e pistache. A notícia é do Mania de Saber.

Jorge Cervantes no Cannabis Cup São Francisco 2011

Em 2011 debate sobre maconha cresceu no país após Marcha da Maconha


O ano de 2011 pode ser considerado um divisor de águas no que diz respeito ao debate sobre a questão das drogas no Brasil. Entre as causas do acirramento estão a Marcha da Maconha, que aconteceu no mês de maio em São Paulo e foi duramente reprimida pela Polícia Militar, e a divulgação de pesquisas relacionadas ao tema, incluindo documentários como “Cortina de fumaça”, de Rodrigo Mac Niven, e “Quebrando o tabu”, de Fernando Grostein Andrade – este último, inclusive, com a participação de dois ex-presidentes: o brasileiro Fernando Henrique Cardoso e o norte-americano Bill Clinton.

“2011 é o ano que mais teve trabalhos, divulgação, posicionamento de políticos. A pancadaria na Marcha da Maconha foi o primeiro movimento de massas pela legalização no Brasil. Nunca se avançou tanto para discutir a guerra às drogas”, o antropólogo Maurício Fiore, pesquisador do Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento).

Por outro lado, ele não acredita em nenhum esforço do governo brasileiro perante à questão: “Não vejo uma mudança a curto prazo, pois os poderes Legislativo e Executivo são completamente refratários”.

O jornalista Denis Russo Burgierman, autor do livro “O fim da guerra” (Ed. Leya) também vê o momento atual com bons olhos. “No Brasil você houve mudanças objetivas com relação ao direito do debate. A conquista no STF (Supremo Tribunal Federal) do direito à Marcha da Maconha é mais do que uma decisão pontual: ela muda um pouco o patamar da questão. Reconheceu-se que esse é um debate legítimo”, afirma.

O modelo brasileiro de combate às drogas é ineficaz e deixa ao pequeno traficante toda a responsabilidade pelo crime. "A maioria dos presos por porte não é traficante, ou está na fronteira entre usuário e traficante; a polícia aqui está focada em prender gente que está nisso, o que não tem efeito no crime organizado, na oferta de drogas ou no consumo. Só aumenta o número de presos. Quase 60% de quem está preso por drogas é réu primário, nunca praticou outro crime, estava desarmado, foi preso sozinho, não tinha vínculo com o crime. Esse é o nosso modelo", argumenta Pedro Abramovay. Para Denis, “o Estado brasileiro não combate o tráfico; na verdade, ele cria incentivos para o tráfico ganhar mais dinheiro”.

“No Brasil, o consumo de drogas ilícitas foi despenalizado, mas não descriminalizado. Ou seja, continua sendo crime, mas não tem pena. Desde 2006, ampliou-se o número de pessoas presas por tráfico. A polícia está sendo mais rigorosa. Até porque a lei não define quem é traficante de quem é consumidor. E daí ocorre a seletividade penal e prendem-se homens, pretos, pobres e jovens. É o crime que mais cresce em termos de encarceramento", aponta Maurício, apontando um dos lados mais perversos da “guerra às drogas”: o fato de ela, muitas vezes, se converter numa “guerra aos pobres”.

Compostos da maconha (THC e CBD) podem ter efeitos contrários no cérebro


Compostos da maconha (THC e CBD) podem ter efeitos contrários no cérebro
Dois componentes da maconha têm efeitos opostos em algumas regiões do cérebro. Um produto químico, o tetraidrocanabinol (THC), aumenta os processos cerebrais que podem levar a sintomas de psicose – como alucinações ou delírios. Enquanto isso, outro composto, chamado canabidiol (CBD), pode “negar” esses sintomas, como indica um novo estudo.

Os resultados do novo estudo realizado em Londres são os primeiros a usar imagens cerebrais para demonstrar a razão pela qual sintomas de psicose surgem em usuários de maconha. De acordo com pesquisadores, o principal motivo disso acontecer pode ser o THC, que interfere na capacidade cerebral de distinguir quais são os estímulos importantes – o que os pesquisadores chamam de uma anormal atribuição de relevância.

Pesquisas anteriores descobriram que o THC pode induzir sintomas de psicose em pessoas saudáveis e piorar os sintomas em pessoas que já tem problemas psiquiátricos. O novo estudo ainda indica que, a longo prazo, o consumo de maconha pode estar associado ao aumento do risco de esquizofrenia.

O estudo mostrou que homens que ingerem THC apresentam aumento da atividade cerebral na região chamada de córtex pré-frontal, mas menor atividade na região do corpo estriado. É possível que essas mudanças aconteçam porque os níveis de THC alteram o neurotransmissor dopamina.

Essas alterações parecem ser decisivas nas características fisiopatológicas da psicose, segundo os pesquisadores. Isso é consistente com evidências de que o corpo estriado e o córtex pré-frontal são alterados durante o processamento de pacientes com psicose, indivíduos com risco altíssimo de psicose e pessoas em estado psicótico induzido por drogas. Por outro lado, os efeitos que o CBD ocasionava no cérebro sugerem o oposto sobre os sintomas psicóticos. De acordo com outros estudos, os resultados sugerem que o composto pode ter potencial para ser um antipsicótico, influenciando a circulação sanguínea no cérebro

Fonte: LiveScience

Maconha não prejudica o cérebro, diz estudo

 

Os resultados do estudo mostraram que o uso de drogas no passado ou até mesmo no presente não está necessariamente associado com o funcionamento cognitivo do cérebro.

Pessoas com 50 anos ou mais que fumam ou já fumaram maconha não podem mais culpar a droga pelos esquecimentos. Um novo estudo publicado na revista American Journal of Epidemiology mostra que a erva não danifica o cérebro. Pelo menos não de forma permanente.

Os cientistas analisaram quase 9.000 britânicos e os que haviam usado drogas recentemente ou no passado obtiveram melhores resultados em testes cognitivos do que os que nunca haviam fumado. A diferença, pequena, pode ser explicada pelo nível de educação ligeiramente maior dos usuários.

A pesquisa foi realizada em duas etapas. Na primeira, os voluntários, com 42 anos, precisavam relatar se usavam ou se já tinham usado qualquer tipo de droga. Do total, um quarto dos participantes já tinha usado substâncias ilícitas - não só maconha, mas também cocaína, ectasy, LSD e cogumelos alucinógenos.

A segunda etapa foi realizada quando os voluntários completaram 50 anos e foi composta por testes de memória, atenção e outras habilidades cognitivas.

"Os resultados do estudo mostraram que o uso de drogas no passado ou até mesmo no presente não está necessariamente associado com o funcionamento cognitivo do cérebro", disse o pesquisador Alex Dregan, do Kings College de Londres, à Reuters.

No entanto, Dregan pondera que esses resultados não excluem os efeitos nocivos que a droga pode ter nos indivíduos que as usam de forma mais intensa.

Ainda que muitos estudos apontem que maconha e cocaína tenham efeitos nocivos permanentes à memória e atenção, Dregan acredita que eles sejam apenas temporários.

Como produzir seu proprio haxixe

Como Plantar Maconha, em video...





Para Mais esclarecimentos ler também estes posts:

guia de cultivo indoor

introducao ao cultivo de cannabis

biblia do cultivo de cannabis

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