Search Here!!!

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Bulldog Auto Haze




Bulldog é mundialmente conhecida pelos coffee shops pela Holanda, aliás, foi o primeiro coffee shop da Holanda, e agora ingressou de vez no ramo dos bancos de sementes de maconha, comercializando suas próprias genéticas da mais alta qualidade, levando a marca The Bulldog Seeds Company.






Apresentamos a Bulldog Haze de florescimento automático, uma genética com 70% sativa e 30% indica, proporciona um ótimo resultado final tanto em indoor como outdoor. É uma planta de tamanho médio, maior que muitas automáticas. São sementes aprovadas medicinalmente. Colheita em 9 a 10 semanas

Por ser uma planta com predominância sativa, o seu uso medicinal é aconselhável para problemas como depressão, falta de apetite, dores em geral. E desaconselhável para quem sofre de insônia, no caso do uso noturno.

Em relação ao cultivo dessa variedade, não tive qualquer problemas ou qualquer dificuldade, apenas regando-a com água de qualidade controlada, mineral, ela cresceu e foi super bem, rendendo ótimo frutos medicinais, 100% orgânicos, tendo em vista que não usei NENHUM tipo de fertilizante químico ou nada desse tipo, só uma boa água e uma terra boa que já estava descansando há uns tempos. Em termos gerais, ela é de cultivo muito fácil,  qualquer um pode cultiva-la com perfeição, observando apenas a qualidade da água.

Menino de 12 anos trata câncer com maconha


Quando falamos em maconha medicinal existe um grande equívoco por parte da sociedade que logo pensa apenas no ato de fumar as flores para ficar ‘chapado’, esquecendo a terapia com alimentos decannabis ou até mesmo tratamentos que envolve maconha que não te dá a “sensação de alta”, característica de quem fuma maconha.

O garoto David Sabach, de 12 anos virou notícia, depois da divulgação do seu tratamento contra o câncer que é a base de um tipo especial de maconha, desenvolvida por cientistas israelenses conhecida como “maconha sem barato”.

Em sua casa, em Israel, David guarda fotografias que são um registro dramático de seu estado há dois anos. Na época, por causa da quimioterapia, ele perdeu todo o cabelo e seu peso chegou a metade do que é hoje.

"Eu costumava tomar morfina para a dor, mas o efeito não durava mais que alguns minutos", conta o menino. Hoje, David recebe doses da maconha especial, adicionada a chocolates, biscoitos e bolos. "O efeito da cannabis dura todo o dia. Sinto-me muito melhor. Finalmente, posso andar sem chorar por causa da dor nas pernas", diz.

A maconha medicinal tem sido usada em Israel desde os anos 90 para o tratamento de uma série de doenças, entre elas câncer, Mal de Parkinson, esclerose múltipla e síndrome de Tourette. Recentemente, porém, cientistas ligados à empresa Tikkun Olam desenvolveram um tipo especial dessa maconha neutralizando a substância THC(tetrahidrocanabinol), que gera os efeitos cognitivos e psicológicos da droga.

Além disso, a nova variedade da planta tem uma concentração mais elevada da substância canabidiol (CBD), um poderoso anti-inflamatório.

Washington e Colorado são os primeiros estados dos EUA a legalizarem a maconha para uso recreativo


Os estados de Washington e do Colorado se tornaram os primeiros estados Norte-americanos a legalizar a posse a venda de maconha para uso recreativo. Esta vitória dos ativistas vem em confronto com o governo federal de Obama e novos capítulos desta queda de braço serão realizadas posteriormente.

Os ativistas do Colorado foram os primeiros a declarar vitória, com 53% de votos do “sim”, contra 47% contra.

" O Colorado não terá mais as leis que orientam as pessoas para o uso de álcool, e os adultos estarão livres para usar maconha , se isso é o que eles preferem, disse Mason Tvert, co- diretor da campanha pró-legalização Colorado.

A Drug Policy Alliance, um grupo de defesa nacional que apoiaram as iniciativas, disse que o resultado em Washington e Colorado reflete o crescente apoio nacional para leis sobre a legalização da maconha, citando uma sondagem da Gallup descobriu no ano passado que 50 por cento dos americanos eram favoráveis ​​tornando-legal, contra 46 oposição .

Os resultados do Colorado e Washington, que já têm leis sobre  a maconha para fins médicos, colocaram os dois estados em mais conflito com o governo federal, que classifica a cannabis como um narcótico ilegal.

O Departamento de Justiça dos EUA reagiu à passagem da medida no Colorado dizendo suas políticas de aplicação permanecem inalteradas, acrescentando: ". Estamos revendo a iniciativa cédula e não tenho nenhum comentário adicional neste momento".

Em Washington a vitória foi por 55% a 44% daqueles que se disseram contra a legalização.

Cartão com código de barras vai controlar compra de maconha no Uruguai

O Uruguai vive um intenso debate sobre a descriminalização da maconha. Em agosto deste ano, o governo do presidente José Mujica apresentou um projeto no parlamento que pretende estatizar a maconha. 

Desde que se iniciou a discussão, muitas críticas surgiram, além de elogios, e de fato, o assunto despertou também a atenção dos países vizinhos, uma vez que este pequeno país da América do Sul esta tentando uma nova estratégia de combate ao narcotráfico, bem diferente daquela passada pelos Estados Unidos que consiste na repressão armada,causando muito mais danos à sociedade do que o uso de qualquer tipo de droga em si.

Com esta nova perspectiva de combate ao narcotráfico, o governo do Uruguai já dá um grande passo, uma vez que desta forma os consumidores de maconha que até então recorriam ao mercado negro para comprar a sua erva, agora, com este novo projeto, torna-se um consumidor legal de maconha, fazendo com que tire aquele estigma de criminoso que envolve os usuários não só de maconha, mas de qualquer outro tipo de substância entorpecente.

Em uma entrevista realizada na noite de ontem , o diretor do Conselho Nacional de Drogas, Julio Calzada, informou que o cartão de cadastra do usuário da maconha estatizada vai ser sem foto e sem o nome da pessoa, contendo apenas um código de barras, que quando lido por um dispositivo próprio, irá mostrar os dados pessoais deste consumidor cadastrado.

Além da descriminalização da maconha, o  Uruguai caminha para ser o país mais liberal da América do Sul, já que este pequeno notável aprovou em seu parlamento uma lei que legaliza o aborto até o primeiro trimestre de gestação.

A lei determina que mulheres (apenas cidadãs uruguaias) que queiram pôr fim à gravidez nesse período sejam submetidas a um comitê formado por ginecologistas, psicólogos e assistentes sociais, que lhe informarão sobre riscos e alternativas ao aborto.

Se a mulher desejar prosseguir com o aborto mesmo assim, poderá realizá-lo imediatamente em centros públicos ou privados de saúde. Abortos que não sigam esses procedimentos continuarão sendo ilegais. Também é permitido o aborto em casos de riscos à saúde da mulher, de estupros ou de má-formação fetal que seja incompatível com a vida extrauterina, até 14 semanas de gestação.

Doping por maconha gera mais um capítulo de debate entre atletas


O doping de Dave Herman por traços de maconha atestado após a luta contra o brasileiro Rodrigo Minotauro no UFC Rio 3 novamente levantou a questão - sempre polêmica - sobre o uso da substância por atletas de diversas modalidades. Diga-se de passagem, já comprovado cientificamente, o atleta que se utiliza de maconha, cocaína, não tem nenhuma vantagem sobre o seu adversário.

Diversos sites especializados repetiram a pauta e abordaram os principais lutadores sobre o caso. A opinião mais remexida veio do norte-americano Rampage Jackson, ex-ídolo do Pride e ex-campeão meio-pesado do UFC. Para ele, a erva simplesmente não deveria integrar a lista de punições por substâncias dopantes por ter propriedades calmantes.

"Honestamente, não acho que alguém que seja pego por uso de maconha tenha de de ser penalizado em qualquer modalidade. (A maconha) não melhora a performance, ela atua justamente no contrário, para acalmar os ânimos. Mas não sei, nunca treinei após ter usado", disse Rampage.

"Acho que maconha é uma erva da terra,  de propriedade estritamente natural. Não vejo nada de errado com isso, desde que você não abuse. Esta é minha opinião. Se algum lutador ou atleta atestar positivo por maconha, não deveria ser penalizado, porque já está jogando contra ele próprio", endossou Rampage.

A polêmica novamente foi levantada após vários lutadores de MMA serem punidos por uso de maconha, como é o caso por exemplo do lutador Nick Diaz e Matt Riddle, que chegou até a mostrar a sua carteirinha de usuário medicinal de maconha, expedida na Califórnia, estado no qual o uso de maconha terapêutica é reconhecido e legalizado.

Eddie Alvarez, foi outro lutador que emitiu sua opinião, ficando em cima do muro. “"É tudo droga. Cada um na sua. Algumas pessoas fumam maconha, outras fazem uso de esteróides e outras bebem álcool. Quem somos nós para julgar?".

Para finalizar, quando perguntado sobre maconha, o lutador Tyrone Spong não titubeou: “Sou de Amsterdã. Então, próxima pergunta".

domingo, 4 de novembro de 2012

Um pouco da história do cultivo indoor


Podemos dizer que a primeira experiência usando lâmpadas, para simular o efeito do sol foi feita em 1893, quando o botânico Liberty Hyde Bailey usou as chamadas lâmpadas de arco voltaico, afim de realizar uma pesquisa que desvendasse os efeitos da radiação ultravioleta no ciclo de vida das plantas.

Porém apenas em 1920 começou-se a fazer de fato experiência com lâmpadas e Cannabis. Desta forma, foi que os pesquisadores americanos descobriram que o fotoperíodo influenciava de fato no período de floração da cannabis. Como estas descobertas na época foram muito reveladoras, ficou fácil para os cientistas aperfeiçoarem e chegarem ao método que conhecemos atualmente.

Quarenta anos mais tarde, o cultivo indoor de qualquer espécie de planta acabou virando uma verdadeira febre entre as classes sociais da época. Era muito comum você ver nas casas vários objetos decorativos em que era normal o cultivo de plantas que se utilizasse de luz artificial. Como não poderia deixar de ser, a Cannabis também embarcou nessa onda, e justo nesta época foi que criou-se algumas revistas especializadas em cultivo indoor Maconha. Uma das primeiras coletâneas que ensinava o cultivo de maconha, denominada “How to Grow the Finest Marijuana Indoors Under Lights”, firmava um marco histórico no que diz respeito ao cultivo da Cannabis. Os conceitos antes passados boca a boca, agora estavam documentados em uma coletânea sem precedentes.

Este método de cultivou acabou por se difundir mais ainda, principalmente em países em que quase não se via o sol - como todos nós sabemos, a Cannabis é uma espécie que precisa de muita luz para crescer forte e saudável.

A força tarefa criada para combater o cultivo e o uso da Cannabis e outras drogas, denominados “guerra as drogas” , que foi amplamente divulgada na década de 70,acabou ainda mais por disseminar estes conceitos do cultivo indoor, pois esse método chamava muito menos atenção e era mais fácil de não atrair olhares de curiosos.

Atualmente, este tipo de cultivo ainda continua em franca expansão, principalmente em países onde a lei ainda é repressora quanto ao uso de drogas, porque ainda sim é uma saída muito interessante para quem não quer se envolver no ciclo da violência e do tráfico de drogas.