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domingo, 15 de dezembro de 2013

Uruguai legaliza o cultivo e venda de cannabis

O Uruguai é o primeiro país do mundo a legalizar a produção, a distribuição e venda de cannabis sob controle do Estado.


Y algo de esto para celebrar URUGUAY! Regulacion Marihuana‬



Uruguay es el primer país del mundo que legaliza la producción de marihuana Con los votos del Frente Amplio se aprobó en la Cámara Alta el proyecto que legaliza la venta y habilita al autocultivo de marihuana. El anuncio fue recibido con gritos y aplausos desde las barras, las que fueron desalojadas.

MACONHA NA FARMÁCIA: essa é a capa da edição de CartaCapital que começa a circular nas bancas, tablets e celulares de todo Brasil!

MACONHA NA FARMÁCIA

Como José Mujica, presidente do Uruguai, e sua política de drogas podem influenciar a América do Sul. 

MACONHA NA FARMÁCIA: essa é a capa da edição de CartaCapital que começa a circular nas bancas, tablets e celulares de todo Brasil!

Consumo de droga é preocupante: A liamba está em todo lado



Diariamente mais de 1 milhão de pessoas em todo mundo fuma liamba. A maioria dessas pessoas está plenamente convencida de que a droga não faz mal. Elas conseguem trabalhar, estudar, namorar, dirigir, ler um livro, cuidar dos filhos… A folha seca e as flores de Cannabis são consumidas em Angola, por exemplo, agora com uma naturalidade tal que nem parece ser um comportamento definido como crime pela lei penal angolana. O aroma penetrante inconfundível permeia o ar nas baladas, nas áreas de lazer dos condomínios fechados, nos carros, nas imediações das escolas. A liamba, que em outros tempos já foi chamada de “erva maldita”, agora ganhou uma aura inocente de produto orgânico e muitos dos seus usuários acendem os “baseados” como se isso fosse parte de um ritual de comunhão com a natureza, uma militância espiritual de sintonia com o cosmo. Há uma gigantesca onda de tolerância com esse vício. Nos Estados Unidos, dezassete estados já regulamentaram o seu uso medicinal. Em Novembro, os estados de Washington e Colorado farão um plebiscito sobre a legalização. No Uruguai, o presidente José Mujica pretende estatizar a produção e a distribuição da droga. Em Maio deste ano, o Brasil, sob o argumento do direito à liberdade de expressão, o Supremo Tribunal Federal (STF) liberou a marcha da maconha – desde, é claro, que ela não fosse consumida pelos manifestantes. Num dos seus shows, em Janeiro, Rita Lee causou tumulto ao interromper a apresentação em Sergipe para interpelar os policiais que tentavam reprimir o fumacê na plateia: “Este show é meu. Não é de vocês. Por que isso? Não pode ser por causa de um baseadinho. Cadê um baseadinho pra eu fumar aqui?”.

Na contramão da liberdade oficial, legal e até social com o uso da maconha a ciência médica produz provas cada dia mais eloquentes de que a fumaça da liamba faz muito mal para a saúde do usuário crónico – quem fuma no mínimo um cigarro por semana durante um ano. Fumar na adolescência, então, é um hábito que pode ter consequências funestas para o resto da vida da pessoa. Aqueles cartazes das marchas que afirmam que “maconha (liamba) faz menos mal do que álcool e cigarro”, são fruto de percepções disseminadas por usuários, e não o resultado de pesquisas científicas incontrastáveis. Maconha ou liamba, no caso de Angola, não faz menos mal do que álcool ou cigarro. Cada um desses vícios agride o organismo à sua maneira, mas, ao contrário do que ocorre com a liamba, ninguém sai em passeata defendendo o alcoolismo ou o tabagismo. Diz um dos mais respeitados estudiosos do assunto, o psiquiatra Ronald Laranjeira, da Universidade Federal de São Paulo: “Encarar o uso da maconha com leniência é uma tese equivocada, arcaica e perigosa”.

Alguns dos argumentos para a legalização da liamba têm uma lógica perfeita apenas na aparência. Os defensores da legalização alegam que, vendida legalmente, a liamba também seria cultivada dentro da lei e industrializada. A oferta aumentaria e os preços cairiam. Isso tornaria inúteis os traficantes. Eles sumiram do mapa, levando consigo todo o imenso colar de roubos, assassinatos e corrupção policial que a repressão à maconha provoca. O argumento não resiste ao mais simples teste de realidade embutido na pergunta: “quem disse que traficante vende só liamba?”, Se a liamba fosse liberada, o tráfico de cocaína, heroína e crack continuaria e todos os problemas sociais decorrentes do poder desse submundo ficariam intactos. Acrescente-se à equação o facto de que a liamba efectivamente faz mal à saúde, e a lógica dos defensores da sua legalização evapora-se no ar ainda mais rapidamente.

Um dos estudos mais impactantes e recentes sobre os males da liamba foi conduzido por treze reputadas instituições de pesquisa, entre elas as universidades Duke, nos Estados Unidos, e de Otago, na Nova Zelândia. Os pesquisadores acompanharam 1000 voluntários durante 25 anos. Eles começaram a ser estudados aos 13 anos de idade. Um grupo era composto de fumantes regulares de liamba. Os integrantes do outro grupo não fumavam. Quando os grupos foram comparados, ficou evidente o dano à saúde dos adolescentes usuários da liamba que mantiveram o hábito até à idade adulta. Os fumantes tiveram uma queda significativa no desempenho intelectual. Na média, os consumidores crónicos de liamba ficavam 8 pontos abaixo dos não fumantes nos testes de Q.I. Os usuários de liamba saíram-se mal também nos testes de memória, concentração e raciocínio rápido. Os resultados mostram que é falaciosa a tese de que fumar liamba com frequência não compromete a cognição. Diz o psiquiatra Laranjeira “Se o usuário crónico acha que está bem, a ciência mostra que ele poderia estar muito melhor sem a droga. A liamba priva a pessoa de atingir todo o potencial da sua capacidade”.

Até pouco tempo atrás vigorou a tese de que a liamba só deflagra transtornos mentais em pessoas com histórico familiar dessas doenças. Essa noção benigna da liamba foi sepultada, entre outros trabalhos, por uma pesquisa feita pelo Instituto de Saúde Pública da Suécia. Um grupo de 50.000 voluntários foi avaliado durante 35 anos. Eles consumiram liamba na adolescência. Os suecos demonstraram que o risco de um usuário de liamba sem antecedentes genéticos vir a desenvolver esquizofrenia ou depressão é muito mais alto do que o da população em geral. Entre os usuários de liamba pesquisados, surgiram 3,5 mais casos de esquizofrenia do que na média da população. No que se refere à depressão, o número de casos clínicos foi o dobro.

A razão básica pela qual a liamba agride com agudeza o cérebro tem raízes na evolução da espécie humana. Nem o álcool, nem a heroína ou o crack; nenhuma outra droga encontra tantos receptores prontos para interagir com ela no cérebro como a cannabis. Ela imita a acção de compostos naturalmente fabricados pelo organismo, os endocanabinoides. Essas substâncias são imprescindíveis na comunicação entre os neurónios, as sinapses. A liamba interfere caoticamente nas sinapses, levando ao comprometimento das funções cerebrais. O mais assustador, dada a fama de inofensiva da liamba, é o facto de que, interrompido o seu uso, o dano às sinapses permanece muito mais sobretudo quando o consumo crónico começa na adolescência. Em contraste, os efeitos directos do álcool e da cocaína sobre o cérebro se dissipam poucos dias depois de interrompido o consumo.

Com 224 milhões de usuários em todo mundo, a liamba é a droga ilícita universalmente mais popular. E o seu uso vem crescendo – em 2007, a turma do cigarro de seda tinha metade desse tamanho. Cerca de 60% são adolescentes. Quanto mais precoce for o consumo, maior é o risco de comprometimento cerebral. Dos 12 aos 23 anos, o cérebro está em pleno desenvolvimento. Num processo conhecido como poda neural, o organismo faz uma triagem das conexões que devem ser eliminadas e das que devem ser mantidas para o resto da vida. A acção da liamba nessa fase de reformulação cerebral é caótica. Sinapses que deveriam se fortalecer tornam-se débeis. As que deveriam desaparecer ganham força.
Os efeitos psicoativos da liamba são conhecidos desde o ano 2000 antes de Cristo. O seu princípio psicoativo mais actuante é o tetraidrocanabinol (THC). Um outro componente da droga, o canabidiol, é o principal responsável pelos seus efeitos potencialmente terapêuticos. 





Nos Estados Unidos floresce uma indústria de falsificação de erva para o tratamento do glaucoma e no controle da náusea de pacientes submetidos a quimioterapia, para a alegria dos viciados, médicos inescrupulosos prescrevem a droga por preços que variam de 100 a 500 dólares.
Em nenhum país a liamba foi completamente liberada. Um dos mais notoriamente tolerantes é a Holanda, que permite o consumo da erva nos coffe-shops, mas, ainda assim, os proprietários só estão autorizados a vender 5 gramas, o equivalente a um cigarro, para cada cliente. Recentemente, o governo holandês proibiu a venda da droga para os estrangeiros. Nem sempre foi assim. Na década de 70, quando a Holanda descriminalizou a liamba  e se tornou uma espécie de Disney libertária, fumava-se em praça pública. A festa acabou cedo. Desde então, o tráfico só aumentou. A experiência holandesa – e o recuo das autoridades - derruba um dos mais rígidos pilares da defesa pela liberação: o de que a venda autorizada poria fim ao tráfico. Não pôs.

No Brasil, desde 2006, com a lei anti-drogas sancionada pelo então presidente Lula, foi estabelecida uma distinção na punição de traficantes e usuários. Os bandidos estão sujeitos a até quinze anos de prisão. O consumidor não vai para a cadeia. Nesse caso, o juiz decide por uma advertência verbal, pela prestação de serviços comunitários ou recomenda um tratamento médico. 

Polícia Judiciária anda atrás de plantações de Maconha em Portugal

No verão, a PJ tem dedicado esforços a encontrar e neutralizar plantações ilegais de Cannabis em Portugal. Só em Julho foram três as plantações descobertas.

A plantação de Cannabis é ilegal em Portugal desde 1971. Segundo um site, há mais de uma década a “RTP2 transmitiu uma reportagem que mostrava a existência de incoerências na lei portuguesa sobre esta planta. Enquanto a lei das drogas proibia a plantação de cannabis, as leis agrícolas incentivam a produção da planta, atribuindo subsídios a quem a plantasse. No entanto, esta lei era desconhecida pelas autoridades. Nesta reportagem, o cânhamo aparecia como uma matéria-prima com potencial importância no futuro. Nesta altura, estava a começar a apostar-se na utilização de cannabis na industria têxtil, e os empresários responsáveis, em entrevista, apontam o cânhamo como o futuro da indústria têxtil”. 

                                noticias  Polícia Judiciária anda atrás de plantações de Cannabis em Portugal


O seu consumo, hoje em dia, está descriminalizado, pela lei Lei n.º 30/2000 que “define o regime jurídico aplicável ao consumo de estupefacientes e substâncias psicotrópicas, bem como a protecção sanitária e social das pessoas que consomem tais substâncias sem prescrição médica”.


O Tugaleaks sabe de três casos recentes onde foram descobertos pela Polícia Judiciária centenas de pés plantados ilegalmente em Portugal.

Plantações descobertas

A Diretoria do Norte da PJ identificou e deteve em flagrante delito dois homens por cultivo de plantação de cannabis, na zona do Vale do Ave. Foram 112 plantas com um peso líquido de 6.950 gramas, além de artigos vários que serviam para o cultivo desta plantação.
As plantas de cannabis encontravam-se em espaço fechado, no interior de uma estufa apetrechada com o equipamento adequado ao seu cultivo, designadamente aparelhos de circulação de ar, sistemas de rega, de iluminação e de aquecimento.
Num outro caso, foi também detectada e apreendida num terreno junto à habitação do suspeito, na zona de Vila do Conde, uma pequena plantação com vários pés da referida planta.

Já noutra localidade, em Arganil, na sequência das diligências de recolha de prova que se realizaram, foi possível localizar e apreender uma outra plantação, devidamente cuidada, tendo sido apreendidos cerca de 168 pés de plantas cannabis sativa L, atingindo muitas delas cerca de dois metros de altura.
Foram ainda apreendidos três depósitos de mil litros cada, para a rega das referidas plantas, centenas de metros de mangueira, uma balança digital e embalagens com sementes.
Foi ainda localizado um contentor (estufa) equipado com sistema de iluminação e ventilação preparado para a produção “indoor” das mesmas plantas.

Os detidos na zona de Vale do Ave foram um empregado têxtil de 24 anos de idade e um desempregado de 27 anos, ambos sem antecedentes criminais conhecidos, Estes foram presentes a primeiro interrogatório judicial para aplicação das medidas de coação tidas por adequadas. O Tugaleaks não conseguiu apurar quais foram as medidas de coação aplicáveis.

Já na situação de Arganil, o detido de 64 anos de idade, foi presente a primeiro interrogatório judicial tendo-lhe sido aplicada a medida de coação de prisão preventiva.



Incendio numa casa cheia de Maconha



Uma casa nos EUA pegou fogo.. como é óbvio os bombeiros foram accionados para o incêndio. Quando os bombeiros abriram a porta, para espanto deles o que estava a arder eram plantas de cannabis e marijuana.  E qual foi o resultado ? Vê a cara do bombeiro no final do incêndio. :D










terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Quatro usos ecológicos inusitados da Maconha

Da fibra de cânhamo, obtida a partir do caule da planta, saem excelentes materiais de construção e artigos manufaturados, que estão caindo nas graças de grandes empresas. 

A legalização da maconha é um assunto recorrente nesses tempos de crise econômica, quando governos enxergam na droga uma alternativa para engordar os cofres públicos com tributos. É o caso de Colorado e Washington, os primeiros estados a legalizarem a posse e a venda de maconha para uso recreativo nos Estados Unidos (a maconha é liberada em 14 estados americanos para fins medicinais). 

Deixando as polêmicas de lado, a Cannabis presta-se a usos ecológicos inusitados. Da fibra de cânhamo, obtida a partir do caule da planta, saem excelentes materiais de construção e artigos manufaturados, que têm caído nas graças de grandes empresas. Confira a seguir algumas vocações sustentáveis da planta.

P, M ou G ?

A fibra de cânhamo, obtida a partir do caule das plantas, tem sido usado na fabriação de tecidos há milênios, mas só agora suas propriedades ecológicas estão ganhando visbilidade. Pesquisadas mostram que seu cultivo é uma excelente alternativa ecológica ao algodão, por não necessitar de muita água e dispensar uso de fertilizantes e pesticidas. De olho nesse potencial e na sua própria imagem, a rede de fast-fashion britânica H&M lançou este ano uma linha de roupas feitas com materiais sustentáveis, inlcuindo a fibra de canhâmo orgânico.

Tijolo ecológico

E que tal construir uma casa com tijolos feitos a partir da cannabis? Acredite, essa é uma opção viável e com suas vantagens para o meio ambiente. A empresa britânica Tradical lançou em 2010 um concreto produzido com cal, água e fibras do cânhamo, que em seu processo de cultivo apresenta altas taxas de absorção de CO2.

Para cada metro cúbico (m³) de parede construída, o Hemcrete, como foi chamado o tijolo verde, seria capaz de remover 110 kg de CO2, segundo seus fabricantes.

Além disso, o material é versátil, podendo ser aplicado em diversas etapas da construção, do isolamento do teto e acústica à pavimentação, além de ser totalmente reciclável. A solução foi usada em paineis de cobertura de uma nova loja da gigante do varejo britânica, Maks & Spencer, em Ellesmere Port, no Reino Unido.

Carros turbinados

Atenta à tendência no uso de tecnologias limpas pela indústria automobilísticas, a empresa canadense Motive Inc criou o que chama de “primeiro veículo de carroceria bio-composta" do Canadá. Trata-se do Ketrel, um carro compacto e estiloso com uma característica peculiar: sua carroceria é composta de um material produzido com esteiras de cânhamo.

Segundo a empresa, além de resistente, a solução ajuda a reduzir o peso do veículo, em comparação com outros materiais comumente usados na carroceria, como fibra de vidro. A vantagem é que, ao se tornar mais leve, o carro passa consumir menos combustível.

Eco Elise

Até os grandes estão de olho no material alternativo. Em 2008, a fabricante de automóveis esportivos Lótus projetou uma versão verde de um de seus modelos clássicos, o Elise. Na repaginada ecológica, o painel, os bancos, carpete e parte da corroceria foram feitos a partir da fibra de cânhamo.

Bicombustível

Às várias utilidades da folha da maconha que estão em estudo, adicione mais uma: a de biocombustível. Pesquisadores da Universidade de Connecticut, nos Estados Unidos, descobriram que a fibra da Cannabis sativa, conhecida como o cânhamo industrial, tem propriedades que a tornam viável e atraente como matéria-prima para a produção de biodiesel. Durante testes de laboratório, 97% do óleo extraído da semente da planta foi convertido em biodiesel.

Outra vantagem da erva, segundo os pesquisadores, reside na capacidade dela crescer em solo pobre e de baixa qualidade, o que afasta a necessidade de cultivá-la em lavouras especiais destinadas ao plantio de alimentos.

Fonte: Exame  

sábado, 30 de novembro de 2013

Super Lemon Haze Harvest

Nirvana White Rhino ready for Harvest

1,000 Watt Royal Purple Kush grow tent

Revegging, Reflowering, Regenerating Your Cannabis Plant

Can you RE-VEG a cannabis plant?

Primeiros elétricos da BMW feitos com cannabis, BMW I3 e I8





Adeus ao aço e ao plástico tradicional. Os novos i3 e i8 recorrem a vários materiais novos na sua construção. O mais divulgado é a fibra de carbono, que ajuda a reduzir o peso final, mas entre eles está também cânhamo, um componente que é extraído da planta cannabis.

Neste caso, são utilizadas variedades com baixo índice do princípio psicoativo tetrahidrocanabinol (THC), que chega a ser eliminado na sua totalidade durante a produção. É também utilizado plástico feito a partir de garrafas recicladas.



O i3 (nas imagens) é o primeiro elétrico de produção em série da marca alemã. Estará disponível em Portugal a partir de novembro, com preço base de 38.250 euros (ou renda mensal de 650 euros, para clientes renting).

O motor elétrico debita 170 cv e 250 Nm de binário e permite-lhe alcançar os 100 km/h em 7,2 segundos e atingir os 150 km/h de velocidade máxima.

As baterias de iões de lítio garantem-lhe uma autonomia que pode chegar aos 190 km (autonomia homologada) com uma só carga. A autonomia em condução urbana deverá variar entre os 130 e os 160 km.



Já o i8, o segundo modelo da família «i», depois do pequeno i3, anuncia-se como o primeiro híbrido de elevadas prestações do construtor alemão. Está equipado com um motor 1.5 TwinPower turbo com três cilindros, com uma potência de 231 cv e 320 Nm de binário máximo. O motor elétrico está localizado no eixo dianteiro e debita 131cv e 250 Nm.



A funcionar em conjunto, os dois motores permitem a este desportivo «verde», de ligar à tomada (Plug-in), oferecer uma potência máxima de 361 cv e 570 Nm, além de tração integral.

A autonomia no modo elétrico é de 35 km, com limite de velocidade de 120 km/h. Contudo, no modo híbrido a autonomia pode chegar aos 500 km (no modo Confort).

Com lotação para quatro ocupantes, o i8 é feito em alumínio com célula de sobrevivência em fibra de carbono, pesa 1490 kg, e pode atingir uma velocidade máxima (limitada eletronicamente) de 250 km/h. A aceleração dos 0 aos 100 km/h cumpre-se em escassos 4,5s.

The endocannabinoide system

Marrocos discute legalizar cannabis


Um fazendeiro entre sua plantação de maconha perto de Chefchaouen, nas montanhas do Rif (Reuters).
Quando a porta se abre, o ar torna-se doce. Um aroma intenso vem flutuando da planta 400 quilos de maconha que Hamid tem amontoados em uma sala. São empilhados em duas paletes e ocupar o espaço quase todos os disponíveis do chão ao teto. Responde perguntando: " ? Legalização Se eu viver melhor, com o apoio a partir de agora. Sempre que temos a liberdade ea um bom preço , é claro. " Ele tem 45 anos e tem crescimento de 10 quif (haxixe).

Este ano plantou jardala Hamid, uma variedade que é uma mistura de vários tipos de grãos, incluindo o Paquistão, mais escuros do que a variedade local, quif sempre, é uma cor verde-clara. Jardala A vantagem é que, com 100 kg de planta obtidos três ou quatro do produto final. Com a variedade local, levar um pouco mais de um quilo por 100 quilos de plantas. E ainda, Hamid defende quif Rif no norte de Marrocos. "É muito melhor qualidade para fumar. 'S quif é doce, relaxante, e não uma dor de cabeça. " 

Bensaid é capaz de vislumbrar os campos verdes do norte um nicho importante para a economia marroquina. Ele já entrou em contato com alguns produtos farmacêuticos interessados ​​em funcionamento da unidade. Jobs seria criado eo estado obteria mais receitas de impostos
sobre o tipo de grão, altitude (mais de 2.000 metros) ea atmosfera especial das montanhas fazem a diferença. Mas a cura é a doença: o frio impede que mais de uma safra por ano. Hamid, como muitos outros agricultores nas montanhas da região Ketama na província central de Rif Al Hoceima superior, cultiva cannabis em uma pequena parcela da propriedade . Apenas 1.000 praça de onde obtém um máximo de 600 quilos de metros da planta.

Contas atrás: "eu vender ao melhor, a 100 dirhams o quilo (cerca de 9 €). 100 dirhams por 600 quilos me dá 60.000 dirhams ( 5.300 € ) e que eu tenho que tomar os custos, porque empregar um trabalhador para me ajudar a cultivar o solo, a rega e colheita. Eu coloquei cerca de 20.000 dirhams despesa (1.700 €), então eu beneficiar 40.000 dirhams (receber € 3.600) para o ano de vida . "

Isso eo que ele e sua esposa obter pequenos trabalhos na área tem que apoiar seus cinco filhos, eles também ajudam como podem. Uma vaca, dez galinhas, macieiras e forno de pedra para cozer pão completar recursos econômicos Hamid.

Pam, pam, pam, pam, pam, pam! O som ecoa por todo o vale. No vizinhos Hamid, Mohamed e seus dois amigos atingido com duas hastes circulares embrulhados em plástico e cheio de plantas de cannabis com um copo do filtro para coletar a poeira. trabalhar como operários para 130 dirhams por dia (uma vez de euros). sorrindo. "Você viu como ela soa bateria?", Diz Mohamed, antes de fazer uma pausa e sentar-se à mesa para chá e alguns ovos cozidos com cominho e sal.

"Temos de chegar aos agricultores desse círculo de tráfego e da máfia"

Os jovens filhos de seus dois amigos (todos os três já cumpriram 30 anos) pairam em torno da comida. Quando terminar de tomar dois pequenos pedaços de haxixe escuro e perfumado preservados em papel celofane e um maço de cigarros e preparado para fumar. "Nós queremos um futuro melhor para nossos filhos, mas, por enquanto, só podemos confiar em nossas costas e nosso suor para trazê-los para cima. O Estado não nos dá nenhuma escolha . " Não quero deixar a cidade em busca de trabalho que envolva um desembolso para alugar, transferências e recibos.

Plantas de maconha em uma parede de uma casa no Rif, Chefchaouen (Reuters).
Plantas de maconha em uma parede de uma casa no Rif, Chefchaouen (Reuters).

Em seu futuro não há muitas mais opções (" Aqui pelo menos temos uma renda segura ") e pesa sobre o seu passado o estigma de ter nascido no país quif . "Como a polícia ver em nosso cartão que Ketama, registramos". Entre baforadas e goles de chá, Mohamed rir da obviedade da resposta quando perguntado quantos conheceram na prisão para o cultivo de cannabis. "Poof" Ele exclama: "muito muitos".

Marrocos é um dos maiores produtores (40.000 toneladas por ano)  e os exportadores de cannabis, juntamente com o Afeganistão . Mais de 800.000 marroquinos vivem em cultivos ilícitos, de acordo com o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime. Estima-se que 17.000 pessoas estão na prisão e 40.000 queria para o cultivo ou tráfico da substância.

Legalize, sim, mas o que legalizar? e onde? Essa é a questão. Porque agora todos cannabis cultivadas Norte, mas o dinheiro está nas mãos de grandes proprietários de terras
" Temos de chegar aos agricultores desse círculo de tráfego e da máfia ", disse à The Confidential Chakib o Khayari, membro do Coletivo marroquino para uso médico e industrial quif . Sua associação, com sede em Nador, Marrocos foi apresentado ao Parlamento um projecto de lei para alterar a 1954 (quando Marrocos ainda não era independente), que proíbe o seu cultivo e consumo.

É autorizar cultura quif impedindo sua transformação em cocaína . "Desta forma, os agricultores deixariam de ser criminalizada, poderia trabalhar dentro da lei e não teria o problema de perda social de ter um ou mais membros da família na prisão." O próprio Khayari foi condenado a dois anos de prisão por denunciar o tratamento de alguns gendarmes e policiais em relação a cannabis.

Farmacêuticos interessados ​​em suas operações

Não tentar converter norte de Marrocos em uma grande loja de café e conversar , por enquanto, para legalizar o uso e venda de haxixe (resina que é obtido a partir de cannabis) sociedade marroquina, porque "no momento, não está preparado para isso ", diz Mehdi Bensaid este jornal, o vice-Autenticidade e Modernidade Party (PAM), que é preparado para elaborar um projeto de lei e convencer o resto das forças políticas de benefícios industriais e medicinais da cannabis .

De seu escritório no parlamento em Rabat, Bensaid é capaz de vislumbrar os campos verdes do norte um nicho importante para a economia marroquina . Ele já entrou em contato com alguns produtos farmacêuticos interessados ​​na operação da usina: "Eu gosto da idéia de começar a trabalhar com os agricultores para oferecer produtos saudáveis, jurídicas, de cannabis. O importante para nós é que ele poderia criar empregos e oportunidades para os jovens da região e do estado iria ficar mais receita através dos impostos. Riqueza seria criado . "

Na planta de cannabis pode explorar virtualmente tudo. As suas sementes têm sido usados ​​há séculos na preparação de rações para animais, o óleo pode ser usado como um produto cosmético ou medicamento e suas fibras são utilizadas para fazer corda, papel, velas, roupas e mesmo isolamento utilizado na construção civil.

"fins medicinais ou industriais? O que eu espero é que eles não usá-lo para fins políticos ", exclama Abdellatif Adebibe, presidente da Associação para o Desenvolvimento da central de Rif, que começou a trabalhar para a legalização da cannabis em 1999 e denuncia o descaso histórico de montanhas norte pelas autoridades marroquinas . Ele diz que passou anos ouvindo promessas políticas de todas as cores.

Um agricultor planta sucessos para resina de cannabis em Chefchaouen (Reuters).
Um agricultor planta sucessos para resina de cannabis em Chefchaouen (Reuters).

Em casa, a poucos quilômetros de Ketama, entre as macieiras e cedros, conta como sua tribo, o Sanhaya Amazigh , fundador do império almorávida, resistiu e continuou lutando mesmo após a rendição do Abdelkrim, líder Rif que se levantou ao colonialismo francês e espanhol na década de 20 do século passado. " E depois de tudo o que se esqueceu . Ninguém fez nada ", lamenta.

Nessas montanhas e em casa, o seu pai, encontrou resistência inventar planos para levantar os braços a partir de Tetuan para explorar as montanhas e as estratégias de batalha. Esta linha de guerreiros da montanha lutaram contra o colonialismo para a independência de Marrocos em 1956, e continua até hoje para obter o subdesenvolvimento Rif. "Legalize, sim, mas o que legalizar? e onde? Essa é a questão. Porque agora todos cannabis cultivadas norte, mas o dinheiro está nas mãos de grandes proprietários de terras . "

"Eles não podem tirar a única coisa que os alimenta"

Adebibe compromisso de fazê-lo no alto Rif Central, que compreende grande parte da província de Al Hoceima e Chefchaouen comuna vizinha. Essa região tem coexistido com quif desde o século XVI. Os problemas começam na Conferência de Algeciras de 1906, onde a França e Espanha se espalhou o território marroquino. Em 1912, a Régis des Tabacs et du Kif, cria uma empresa francesa de propriedade que detinha o monopólio da venda até 1932 , quando a França assinou o acordo internacional contra as drogas e proibiu o cultivo de cannabis na área do protetorado francês. Pontos de venda foram autorizados, no entanto, em cinco municípios.

Mohamed V proibiu o cultivo e venda, mas havia sempre a margem de manobra chamada na zona histórica em torno do Ketama. Há prisões, sim, e também controla, mas nunca ninguém se atreveu a erradicar quif campos. Se o fizessem, uma revolução iria acontecer. Eles não podem tirar a única coisa que os alimenta
em 1954, Mohamed V terminou inteiramente proibição do cultivo e venda , mas sempre havia margem de manobra no "zona histórica" ​​em torno do Ketama, os pequenos agricultores. Esta coexistência entre ilegal e tolerado sobrevive até hoje. prisões existem, sim, e também controla, mas os campos quif são um segredo e ninguém jamais se atreveu a erradicá-los completamente. "Se o fizessem, uma revolução iria acontecer", diz Adebibe. "Eles não podem tirar a única coisa que os alimenta."

Depois que saíram os últimos hippies que popularizaram a cidade de Ketama (Issaguen hoje) ainda é o lugar onde os guias não recomenda durante a noite . Apenas duas grandes ruas com barracas e alguns supermercados que incentivam o mercado local às quintas-feiras. Além de dois concursos cheio de lixo são cercados por uma paisagem idílica de cedros que não se encaixam no quadro. Um potencial que não é desejado ou não foi capaz de explorar para o turismo.

Ele também deixa o avião do hotel Tidighine , a antiga estalagem, quatro estrelas , ocasionalmente, recebe em seu bar à flor dos truques da área . O baixo nível de desenvolvimento se estende até os limites da zona histórica, Bab barrada (porta frio), o que não pode ser descrita como um paraíso  feito no Lonely Planet , mas dá pequenas amostras de traficantes locais enriquecimento em forma de coleções de veículos 4x4 e um albergue que lava mais branco do que o resto.

O plano para a legalização

Há 14 anos, foi com sua Adebibe projeto de desenvolvimento econômico para os Rif Central alta sob o braço para todos os escritórios Rabat:, locais, nacionais, funcionários da embaixada regionais ... um plano que incluiu continuando a cultura tradicional quif e legalizar mas, ao mesmo tempo, implementar uma política de oferecer oportunidades para os pequenos agricultores: eletrificar a área, plantando árvores, centros de formação e escolas, aumentando o gado ...

Um homem usa uma placa para coletar plantas de maconha em Chefchaouen (Reuters).
Um homem usa uma placa para coletar plantas de maconha em Chefchaouen (Reuters).

Só tem 18.000 frutas e eletrificação de uma das próximas Ketama, que até 2005 era de vales escuros. não é menos que as escolas primárias . Para estudar a partir de 10 anos de idade para enviar às crianças Ketama, ea dificuldade de milhas de viagem de lá, no inverno, a neve, torna as crianças deixam de ir à escola.

Hoje Adebibe quer tentar tirar proveito de algo se movendo no Parlamento de Rabat. Ele enviou uma carta ao primeiro-ministro Benkirane Abdelila e pretende falar com o rei Mohamed VI. " Se é fornecido para a área de infra-estrutura e da população é formado, ele logo vai legalizar . De qualquer forma, com ou sem lei, as pessoas vão continuar a cultivar. Aqui é de fato legal, seja qual for políticos dizem, mas em dar-lhes uma vida melhor, para que eles não são escravos modernos "sentença.

"Você não pode enterrar a cabeça", diz o vice-Bensaid. "Você não pode negar. Existe o produto. " Todas as boas vidas, na parte norte de quif  moeda e até mesmo servido entre vizinhos quando dirhams escassos na carteira. Campos de cannabis acarpetado cobrir as montanhas e vales. Crianças pequenas Hamid correm entre as plantas cortadas. Galinhas bicar grãos soltos que caíram no chão. Novos brotos crescem entre as pedras nas frestas das portas. Como uma piada local vai, quif cresce em alcatrão. " Sem ela, estaria morto ", disse Hamid, que ainda espera por um comprador para vir e levar seus 400 quilos.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Profissão Repórter mostra a experiência de países que estão mudando as leis sobre maconha

Os governistas argumentam que legalizar a maconha será um golpe no narcotráfico. 
Nos EUA, 20 estados legalizaram a maconha para fins medicinais. 


Profissão Repórter mostra a experiência de países que estão mudando as leis sobre maconha



Em busca dos tricomas dourados!! Informação, culinária, cultivo caseiro e humor no programa mais tendencioso sobre a maconha do Brasil!



PROGRAMA BRAZUKA SOBRE MACONHA!!!!

O autor do livro Cânnábis Anonymous, lançado na primeira edição do Pot In Rio foi um dos entrevistados da segunda temporada do programa Em Busca dos Tricomas Dourados (2012)! Além dele, o historiador Joel Rufino dos Santos, uma referência no tema história dos negros e ganhador de vários prêmios Jabuti, faz importantes considerações sobre o processo de criminalização da maconha no período pós abolição!


sábado, 19 de outubro de 2013

Cannabis sem efeito alucinogénico pode curar cancro

Cannabis sem efeito alucinogénico pode curar cancro
Certos componentes não-alucinogénicos da cannabis podem atuar como agentes anticancerígenos eficazes e ajudar mesmo a eliminar por completo as células da doença. A conclusão é de um novo estudo britânico desenvolvido por uma equipa da St. George's University of London, em Inglaterra.
 
As propriedades anticancerígenas do tetrahidrocanabinol, o principal componente alucinogénico da cannabis, têm sido reconhecidas ao longo de vários anos, mas as investigações acerca de outros componentes derivados da planta com efeitos secundários mínimos ou inexistentes - os canabinóides - têm sido limitadas.
 
Agora, os investigadores, coordenados por Wai Liu, desenvolveram um estudo laboratorial envolvendo um total de seis canabinóides, quer sozinhos, quer combinados entre si, para medir as suas ações anticancerígenas em casos de leucemia.
 
Os resultados foram, segundo os especialistas, muito positivos, com cada um destes componentes a demonstrar propriedades tão eficazes contra a doença como as do tetrahidrocanabinol e a apresentar, além disso, quando conjugados uns com os outros, maior poder de ataque contra as células cancerígenas.
 
"Este estudo é um passo muito importante na desmistificação dos mistérios da cannabis como uma fonte medicinal. Os canabinóides analisados têm efeitos alucinogénicos mínimos ou mesmo inexistentes e as suas propridades como agentes anticancerígenos são promissoras", considerou Liu, em comunicado.
 
"Estes agentes são capazes de interferir com o desenvolvimento das células cancerígenas, travando-as na sua origem e evitando o seu crescimento. Em alguns casos, com a utilização de dosagens específicas de canabinóides, estes conseguem mesmo destruir, por si só, as células doentes", acrescentou.

Componentes podem conjugar-se com atuais fármacos
 
De acordo com Liu, se conjugado com os existentes tratamentos, o uso de canabinóides poderá traduzir-se "em estratégias altamene eficazes para o combate ao cancro. "A produção destes compostos é muito barata e aproveitar as suas propriedades únicas poderá fazer com que, no futuro, os fármacos anticancerígenos sejam muito mais económicos", anteviu. 
 
A investigação conduzida por Wai Liu e a sua equipa integra uma série crescente de estudos acerca das potencialidades medicinais da cannabis realizados na St. George's University of London.
 
O próximo passo será examinar, em laboratório, a ação destes compostos em combinação com tratamentos já existentes contra o cancro e estudar formas de maximizar a sua eficácia. 

domingo, 30 de junho de 2013

Rihanna veste High Fashion em Amsterdã

Se existe uma causa que Rihanna abraça é a da legalização da maconha. A cantora circulou pelas ruas de Amsterdã no fim de semana com uma camiseta branca que tinha uma estampa de folha de maconha dentro de um coração e os dizeres "high fashion" (alta moda). 

No Instagram, ela escreveu: "It's what fashion killaz wear in Amsterdam". Na Holanda por causa da turnê "Diamonds World Tour", Rihanna andou pela cidade com look despojado. 


Bubba Kush

Bubba Kush indoor

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Mujica afirma que se opõe a maconha e aborto, mas prefere legalizá-los






Presidente do Uruguai diz que prefere legalizá-los para que não cresçam 'nas sombras' e causem mais prejuízos à população
O presidente do Uruguai, José Mujica, disse nesta quinta-feira em entrevista à Agência Efe que se opõe ao consumo de maconha e à prática do aborto, mas que prefere legalizá-los para que não cresçam "nas sombras" e causem mais prejuízos à população.



A maconha é "uma praga", mas o narcotráfico é "muito pior", disse o líder em referência a seu projeto de lei para legalizar o consumo e a venda de cannabis, cedendo o controle do setor ao Estado.



"Nunca fumei maconha porque sou de outra época e não defendo nenhuma dependência", afirmou o líder em sua casa, uma chácara nos arredores de Montevidéu que transformou em residência presidencial quando chegou ao poder em 2010.



No entanto, para Mujica, o narcotráfico é "mais problema" que o consumo de maconha ou de outras drogas porque "tende a multiplicar" o grau de violência na sociedade "e é uma doença que corrói por baixo". "Propusemos a hipótese de regular o mercado da maconha como uma tentativa para arrebatá-lo (dos narcotraficantes)", justificou.



Nunca fumei maconha porque sou de outra época e não defendo nenhuma dependência José Mujica presidente do Uruguai


Além disso, a legalização "permitirá tratar os consumidores problemáticos" porque "se continuarem clandestinos ou escondidos, não poderemos fazer nada por eles". A humanidade "reprime há 100 anos" o consumo de drogas e "não propõe nenhuma alternativa" e os fatos "demonstram que estamos fracassando", assinalou Mujica.



É preciso "ter a audácia de pensar novas variáveis porque o consumo nas sombras é muito pior", opinou. Um projeto de lei apresentado no ano passado e que é analisado no Parlamento autoriza o Estado a assumir "o controle e a regulação de atividades de importação, exportação, plantação, cultivo, colheita, produção, aquisição, armazenamento, comercialização e distribuição de cannabis e seus derivados".



Segundo números da Junta Nacional de Drogas, 20% dos uruguaios de idades entre 15 e 65 anos consumiram maconha alguma vez em sua vida e 8,3% a consumiu no último ano.




CannabisTuga - Mujica - 'Nunca fumei maconha porque sou de outra época', disse Mujica




Sobre o aborto, Mujica disse que "acontece algo parecido". Contra esse fenômeno "estamos todos", mas "por impedimentos sociais, problemas econômicos ou outros" abortos continuam sendo realizado "nas sombras". No ano passado, o Parlamento uruguaio descriminalizou a interrupção da gravidez até a 12ª semana de gestação sempre que sejam respeitados certos procedimentos regulados pelo Estado.



A paciente deve passar por uma comissão técnica que a informa sobre seus riscos e inclusive sobre a possibilidade de não interromper sua gravidez e encaminhar a criança à adoção. Depois tem cinco dias para refletir e, se ratificar sua vontade, será submetida ao aborto farmacológico, seguindo os critérios recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS).



Em janeiro deste ano, primeiro mês da aplicação efetiva da lei, foram realizadas 200 interrupções de gravidezes no Uruguai. Apesar de ser proibido por lei até ano passado, no país ocorrem mais de 30 mil abortos anuais, segundo números oficiais, embora a realidade possa dobrar esse número de acordo com organizações não-governamentais. A legalização "tira o problema da sombra e nos permite tentar incidir" para que a mulher "volte trás em sua decisão (de abortar)", argumentou Mujica.



Fonte : Terra.com.br

Canábis pode prevenir diabetes




Consumidores habituais de canábis têm níveis de insulina mais baixos, segundo um estudo científico que poderá levar ao desenvolvimento de novos tratamentos contra a diabetes.

A tetracannabinol (THC) - substância ativa do canábis que já mostrara dar resultados contra os efeitos secundários da quimioterapia, como as náuseas - parece ser também eficaz na prevenção da diabetes, segundo um estudo cujas conclusões foram divulgadas no "American Journal of Medicine".

A associação entre o consumo de canábis e os baixos níveis de insulina foi estabelecida com base nos dados de 5 mil pessoas, recolhidos entre 2005 e 2010 nos Estados Unidos, no âmbito da Observação Nacional para a Saúde e Nutrição.

Perto de duas mil pessoas revelaram ter consumido canábis em alguma altura das suas vidas e mais de uma em cada dez (579) eram consumidores regulares.
Tratamentos com THC

Apenas os que haviam consumido a droga no último mês mostraram ter maior protecção contra a diabetes, sugerindo que os efeitos em causa não perduram no tempo. Os consumidores habituais apresentaram em jejum níveis de insulina em média 16% inferiores em comparação com os que nunca haviam consumido a droga.

Murray Mittleman, que conduziu o estudo levado a cabo na Unidade para Investigação de Epidemiologia Cardiovascular do Diaconisa Beth Israel Centro Médico de Boston, referiu que anteriores estudos já haviam mostrado baixos índices de obesidade e de diabetes entre os fumadores de marijuana.

Caso a eficácia do THC na prevenção da diabetes venha a ser confirmada por futuros estudos, novos tratamentos poderão vir a ser desenvolvidos utilizando a substância ativa da droga sem os seus efeitos intoxicantes.

Fonte : Expesso

Notícias – Cannabis pode diminuir risco de cancro da bexiga




Pessoas que fumam cannabis podem estar menos propensas a ter cancro da bexiga do que aquelas que fumam cigarros, apontou um estudo publicado pelo jornal Huffington Post. Investigadores norte-americanos compararam o risco da doença em mais de 83 mil homens, com idades entre 45 e 69 anos, ao longo de 11 anos, que fumavam apenas cigarros, só cannabis ou as duas substâncias, avança o portal Terra.

De acordo com o autor Anil A. Thomas, membro do departamento de urologia no Kaiser Permanente Medical Center em Los Angeles, o uso da cannabis foi associado a uma redução de 45% na incidência de cancro de bexiga. ”Enquanto o de tabaco foi associado a um aumento de 52% no mesmo órgão", complementa. A ligação, segundo ele, não prova uma relação de causa e efeito. “No entanto, a teoria é que existem receptores na bexiga que são afectados pela cannabis."

A pesquisa segue um outro estudo de médicos do California Pacific Medical Center, em São Francisco, que afirma que um composto derivado da cannabis poderia parar a metástase em muitos tipos de cancro agressivo, incluindo os da mama, cérebro e próstata. Enquanto os cientistas continuam a explorar os benefícios de saúde de planta proibida, algumas constatações parecem ecoar o que utilizadores de cannabis medicinal informalmente dizem sobre a cura através da erva.

De acordo com a publicação, no início deste mês, Bill Rosendahl, um vereador de Los Angeles, publicou um vídeo no YouTube anunciando que está a vencer a luta contra o cancro em grande parte graças ao seu uso de cannabis medicinal. "A cannabis medicinal salvou a minha vida", disse ele.

Controvérsia

Por outro lado, um estudo da Escola Keck de Medicina da Universidade do Sul da Califórnia descobriu uma ligação entre o uso de cannabis e um risco de aumento de cancro de testículo.

Segundo o Huffington Post , a controvérsia sobre as aplicações médicas da cannabis levou a Associação Médica Americana em 2009 a recomendar que os legisladores reclassificassem a cannabis para permitir mais pesquisas científicas em seus potenciais usos médicos. A erva, no entanto, continua classificada como substância controlada perigosa, ao lado de heroína e LSD.

Marijuana estimula novos recordes?





Peritos russos estão perplexos com a decisão da Agência Mundial Antidoping (WADA) de aumentar em 10 vezes o limite de cannabis no organismo humano.


Trata-se de canabinoides, que se produzem no consumo de cannabis. Tal abordagem incomum, assumida pela instituição supostamente responsável pelo rigor das competições esportivas, leva-nos a refletir sobre os aspetos profissionais e éticos da questão.

Os escândalos relacionados com a dopagem têm acompanhado desde há muito a realização de eventos esportivos. Muitos ciclistas, patinadores e esquiadores foram desqualificados devido ao uso de substâncias proibidas.

Muitas vezes, o fenômeno esteve na origem de múltiplos problemas pessoais que levavam ao fim da carreira esportiva.

Para os médicos das seleções nacionais, o controle de dopagem constitui uma dor de cabeça no decurso de quaisquer competições. A luta por um resultado “limpo” se trava, por vezes, até a morte. De notar que, à medida que as exigências endurecem, os produtores de substâncias ilegais não se cansam de inventar novas fórmulas de estimuladores bem camuflados.

Pelos vistos, preconiza-se um objetivo nobre – fazer com que o esporte seja ao máximo transparente, capaz de incentivar o modo de vida saudável e o respeito por elevadas normas morais. Tanto mais estranha e insólita parece a recente decisão da WADA que, no essencial, vem transformando o consumo de cannabis – uma droga interdita em vários países – em uma espécie de recurso recreativo inofensivo ao serviço dos atletas.

O jornalista esportivo Grigori Tvaltvadze chamou de “chocante” tal decisão tomada pela WADA:

“Custa muito entender as causas que levaram a esta decisão tendo em conta o duro combate à efedrina, galasolina e outras substâncias. Mas isto constitui um problema sério para os atletas. Muitos violaram esta regra. Hoje prosseguem os jogos do campeonato mundial de hóquei. Porém, até atletas com boa reputação foram apanhados em fragrante delito.”

O Comitê Executivo da WADA aumentou o teor de cannabis admissível de 15 atuais para 150 nano gramas por milímetro. Na avaliação de especialistas, aos atletas será permitido fumar marijuana, sem medo de serem desqualificados, até um dia antes das competições. Há bem pouco tempo, a prova positiva desta substância implicava uma pena de desqualificação de seis meses. Claro que, além disso, a par das sanções oficiais, os consumidores desta droga leve estavam sujeitos a numerosas críticas por parte da opinião pública. A título de exemplo, se pode citar o nadador norte-americano Michael Phelps, titular de 18 medalhas de ouro dos Jogos Olímpicos.

Como vai mudar a situação sem tomar em conta o efeito físico do narcótico? Comenta o perito da Universidade de Indústria e Finanças Sinergia, Andrei Malyguin:

“É preciso ver como isto se repercutirá no estado de ânimo dos jovens atletas que procuram seguir o exemplo e imitar os “astros”. Michael Phelps podia confessar ter experimentado mais de uma vez a marijuana. Por isso, elevar o limite de consumo significa incentivar o consumo.”

Enquanto isso, o diretor executivo da Agência Nacional Antidoping, Nikita Kamaev, chama atenção para o fato de estar a se vislumbrar a tendência de “aumentar a quantidade de provas positivas quanto à presença de canabinoides”. Assim sendo, uma ligeira fumaça com um “aroma inconfundível” poderá vir a ser um atributo vulgar dos recintos de treino onde os futuros campeões se preparam para as competições. Seria bom que eles fossem fotografados com bolas ou raquetes e não com cigarros de marijuana na mão.


segunda-feira, 13 de maio de 2013

Com 44% da população de ateus, Holanda transforma igrejas em livrarias, cafés e casas de shows


O mundo atual chega e as coisas antigas vão ficando para trás. É o que ocorreu com igrejas e templos na Holanda, que se transformaram em pubs, cafés, livrarias e até casas de shows.
Essa transformação ocorreu porque as instituições religiosas não têm mais recursos para manter as construções e elas ficam cada vez mais vazias por lá. Afinal, a última pesquisa realizada no país indica que 44% da população são de ateus. Enquanto os católicos ocupam 28%; os protestantes, 19%; os muçulmanos, 5%, e os fiéis das demais religiões, 4% da população.
Vale lembrar também que nem todos os crentes, que ainda são maioria no país, não costumam frequentar igrejas, templos ou locais de culto para praticar seus respectivos dogmas, ao contrário do que acontece em outros países como a Índia, por exemplo.
Alguns desses locais ficaram realmente bonitos, como a livraria Selexyz, que foi construída na igreja de Maastricht. Além disso, uma igreja do século 19 de Amsterdã virou uma casa de shows de rock, pop e sons internacionais, o Paradiso, que conta até com atrações brasileiras, como o Seu Jorge.
Dá só uma olhada:

O primeiro autocarro anfíbio de Lisboa já navega no Tejo

O primeiro autocarro anfíbio de Lisboa já navega no Tejo

sábado, 4 de maio de 2013

Rede de fast-food holandesa vai servir maionese com sabor a cannabis

A rede holandesa de fast-food Manneken Pis vai servir um molho de maionese com sabor a cannabis.

maionese com sabor a cannabis



A maionese será preparada com cannabis à qual foi extraído o tetrahydrocannabinol, vulgarmente conhecido por THC, o ingrediente activo que provoca o efeito alucinogénico na cannabis.

Os menus vão indicar claramente que a maionese não contém THC, disse o proprietário da cadeia, Albert van Beek.

«É tudo pelo sabor. Nós especializámo-nos em molhos e procuramos constantemente inovar e diversificar», referiu.

«Tive a ideia porque cheiro o cannabis de uma coffee shop em frente à minha loja em Amesterdão todos os dias», explicou.

Fonte: DiarioDigital

Legaliza o cultivo de cannabis para consumo pessoal e cria o enquadramento legal para os clubes sociais de canábis

23 de Abril de 2013

Exposição de motivos

SurumaO Relatório Mundial da Droga de 2011, publicado pela Organização das Nações Unidas, confirma o que os relatórios anteriores já anunciavam: a estratégia proibicionista da “guerra às drogas” revelou-se um fracasso gigantesco, com o aumento das apreensões a não significar um recuo do consumo das substâncias ilegalizadas. 

Paralelamente, este mercado ilegal de drogas nunca como hoje movimentou tanto dinheiro, em montantes bilionários que circulam por mecanismos de branqueamento de capitais e alimentam a corrupção na política e na justiça de muitos países.




O proibicionismo liderado pelos Estados Unidos trouxe a guerra civil para muito perto das fronteiras do país que implantou a lei seca e a proibição do consumo de drogas. No lado mexicano da fronteira, os cartéis fazem a lei e executam milhares de pessoas com total impunidade, numa competição violenta pelo negócio mais lucrativo do planeta.

No conjunto das substâncias ilegais, a canábis destaca-se não apenas pela antiguidade do seu uso, mas também por ser a droga ilegal mais consumida no planeta, calculando a ONU que 203 milhões de pessoas a terão consumido no ano passado.

Passados cinquenta anos desde o arranque da Convenção das Nações Unidas sobre Drogas, e quarenta anos após o presidente Nixon ter declarado a guerra do governo dos Estados Unidos à droga, a conclusão não podia ser mais clara: nem a criminalização nem a enorme despesa destinada pelos Estados às medidas repressivas conseguiram travar o aumento da produção ou do consumo de drogas. As prisões encheram-se de condenados por tráfico ou consumo e muitos milhares de vidas foram destruídas, mas o poder das organizações criminosas nunca foi tão forte como hoje.

É por isso que um grupo de personalidades resolveu apelar às Nações Unidas para que opere uma transformação do regime global de proibição das drogas. Entre elas estão antigos chefes de Estado como Fernando Henrique Cardoso, César Gavíria, Ernesto Zedillo e o ex-secretário-geral da ONU Kofi Annan, que formaram uma Comissão Global sobre Política de Drogas e apresentaram várias recomendações, como a de “encorajar as experiências dos Governos com modelos de regulação legal das drogas para enfraquecer o poder do crime organizado e salvaguardar a saúde e a segurança dos seus cidadãos”.

O resultado nos referendos nos estados norte-americanos de Washington e do Colorado, que aprovaram a legalização da canábis para uso recreativo, mostra que nos próprios EUA cresce a consciência de que o proibicionismo falhou.

A lei portuguesa

Há dez anos, a aprovação da descriminalização do consumo de drogas em Portugal veio acabar com o tabu e provar que as alternativas à repressão funcionam. Hoje o caso português é estudado e apontado internacionalmente como um exemplo de sucesso duma abordagem tolerante que coloca a saúde pública acima do preconceito ideológico.

Dez anos depois, podemos comprovar como eram desprovidos de razão os argumentos esgrimidos no parlamento português por parte de várias bancadas, que alertavam para a explosão do consumo de drogas assim que deixasse de ser crime o seu uso pessoal. Pelo contrário, a descriminalização evitou que os consumidores acabassem na prisão e libertou meios para o combate ao tráfico.

Mas a descriminalização por si só não responde ao problema principal, uma vez que não deixa nenhuma alternativa ao consumidor que não seja a aquisição da canábis no mercado ilegal. Ou seja, se um consumidor optar por plantar um pé de canábis para seu consumo em casa ou no quintal – e assim evita alimentar o tráfico – é, à face da lei em vigor, um criminoso. Há aqui uma contradição evidente entre a proteção do consumidor e a proibição do chamado “autocultivo”, que não prejudica terceiros e até contribui para o combate ao tráfico ilegal.

Esta perseguição que se continua a fazer ao cidadão que consome ou cultiva a planta de canábis para seu uso pessoal é incompreensível. Não sendo uma substância inócua, o seu consumo não está diretamente associado a efeitos despersonalizantes e acarreta iguais ou menores riscos para a saúde pública do que outras substâncias legais, como o álcool ou o tabaco. Ter uma abordagem centrada na saúde pública quanto ao seu consumo, implica afastar os consumidores do circuito clandestino, da marginalidade e das práticas de risco, nomeadamente quanto a substâncias adulteradas e ao contacto com traficantes que vendem todo o tipo de drogas; adotar uma estratégia de prevenção centrada na facilitação de informação que permita decisões autónomas e escolhas informadas; adotar medidas de regulação da oferta, em especial o controlo de preços (pela aplicação de impostos), o controlo da qualidade do produto e o controlo da promoção e publicidade comercial.

Nos últimos anos, o surgimento de lojas comerciais – as chamadas “smartshops” – em várias cidades portuguesas colocaram ao dispor da população uma série de substâncias psicotrópicas sintetizadas quimicamente para contornarem os constrangimentos legais. Na prática, qualquer cidadão pode adquirir essas novas substâncias, cujos efeitos a prazo para a saúde são desconhecidos. Mas a lei impede-o de plantar em sua casa um pé de canábis, uma planta usada há milhares de anos e que provavelmente será a mais estudada em todo o mundo.

Auto cultivo e Clubes Sociais de Canábis

O cultivo de canábis para uso pessoal não é perseguido pelas leis e convenções internacionais em vigor, pelo que se têm desenvolvido experiências bem-sucedidas em Espanha, Bélgica e Suíça do modelo do auto cultivo e dos clubes sociais de canábis para combater o tráfico. No Uruguai o Governo prepara um modelo de legalização da canábis que também prevê a criação de clubes sociais.

Trata-se de um modelo que se distingue dos coffee-shops holandeses porque exclui o comércio da canábis, através da criação de clubes de consumidores, com regras exigentes que excluem menores de idade e definem a quantidade a que cada sócio tem direito a partir da plantação em coletivo para o seu próprio consumo. Estes clubes são associações sem fins lucrativos, que asseguram o controlo da qualidade do cultivo e são responsáveis pelo seu transporte e distribuição aos associados.

O modelo dos clubes sociais não põe em causa o respeito pelas Convenções Internacionais que proíbem o comércio, importação e exportação da canábis. E permite ainda dar acesso legal à canábis aos doentes que dela necessitam para o uso terapêutico, em vez de serem atirados para o contacto com o tráfico.

Ao contrário do modelo holandês dos coffee-shops, o modelo dos clubes sociais de canábis permite certificar a origem da canábis produzida e garantir que ela não é importada pelas redes de narcotráfico. Por outro lado, retira a componente comercial e a procura do lucro por parte de quem disponibiliza a canábis ao consumidor, que terá de ser associado do clube social e comprometer-se com o consumo responsável.

Dez anos depois da descriminalização, Portugal deve voltar a dar o exemplo ao mundo com uma política tolerante e responsável de combate à toxicodependência, que contribua para retirar mercado aos traficantes e acabar com a perseguição anacrónica aos consumidores de canábis.

Assim, nos termos constitucionais e regimentais aplicáveis, as Deputadas e os Deputados do Bloco de Esquerda apresentam o seguinte projeto de lei:

Projeto de Lei em Anexo

ANEXO!!!

Fonte : BE

Homem de 60 anos detido com 445 gramas de Maconha



O comportamento suspeito do condutor levou os militares a suspeitar de possível conduta ilícita.
A GNR anunciou este sábado a detenção, em Alfeizerão, no concelho de Alcobaça, de um homem de 60 anos de idade pela posse de 445 gramas de cannabis.




Cultivo de CannabisO homem, que será ouvido hoje tarde no tribunal de Alcobaça, foi detido na quinta-feira à noite por militares do Posto Territorial de São Martinho do Porto durante “uma fiscalização de trânsito inopinada, onde o comportamento suspeito do condutor levou os militares a suspeitar de possível conduta ilícita, que veio a confirmar-se após busca ao veículo, onde transportava na bagageira 51,9 gramas de cabeças de cannabis”, refere a GNR num comunicado hoje divulgado.

Uma busca posterior à residência do homem resultou na apreensão de “seis pacotes selados, com 368 gramas de cabeças de cannabis, um pacote com 7,3 gramas de sementes, uma balança de precisão e material de embalamento do produto estupefaciente”, acrescenta a mesma nota.

A GNR apreendeu igualmente o veículo em que o detido se fazia transportar, 200 euros em dinheiro e um telemóvel.

O homem foi formalmente detido e permaneceu nos calabouços da guarda até ser transportado ao Tribunal Judicial de Alcobaça, onde é hoje ouvido em primeiro interrogatório judicial para eventual aplicação de medidas de coação.

Fonte : Correio da Manha

Legalizar a canábis só traria vantagens


Motor de um turismo justo e criador de receita fiscal: um semanário marroquino faz futurologia e imagina os benefícios da legalização da “erva”. Leia na edição de abril, já nas bancas.
Cannabis Legal
Cannabis Legal
2022. Há seis anos, Marrocos legalizou a produção e o consumo de canábis. O sol nasce sobre Bulizem, um “duar” (aglomerado urbano) perdido nas profundezas do Rif. Dietrich e Ulrika, um casal de “betinhos” berlinenses, acordam com o cantar do galo.
Na véspera, em casa de uma família de kificultores (produtores de kif, ou seja, de haxixe, resina de canábis) , o turismo rural Erva Verde, comeram um frango suculento, criado à base de sementes de canábis.
É o terceiro dia do seu circuito “Na rota do kif”, um percurso de turismo justo – com um mínimo de intermediários e o máximo de retribuição para as comunidades envolvidas – que é um êxito na Europa, desde a legalização da “erva”, em 2016.
Imposto sobre haxixe rende 1800 milhões
Desde a legalização, os 20 mil milhões de dirhams (cerca de 1,8 mil milhões de euros) de receita anual da TCK, o imposto sobre o consumo de haxixe, foram prioritariamente transferidos para o programa de integração territorial da região. Em dois anos, cobriram o Rif de estradas, escolas e hospitais.
As autoridades locais conseguiram a construção do TGV Tanger-Uída, que Dietrich e Ulrike tomaram no último dia, para se porem em hora e meia na cidade do estreito e tomarem o avião. Um ano de impostos sobre o kif bastou para financiar 80% da obra de construção do TGV Tanger-Uída.
Tudo começara com um referendo nos Estados Unidos, em 2012. O Colorado legalizou o uso “recreativo” da marijuana a 6 de novembro. Um vento de liberalização varreu toda a América.
Após o referendo dinamarquês de 2013 e as as votações em alguns cantões suíços e na Catalunha, foi a vez de a Alemanha legalizar o comércio de canábis. Seguiu-se a França, que nacionalizou a fileira industrial respetiva, obtendo mil milhões de euros em receitas fiscais que vieram mesmo a calhar.
Fonte : http://expresso.sapo.pt/legalizar-a-canabis-so-traria-vantagens