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quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Sub-Especie BigBud

Big Bud

Clique na Imagem para visitar a loja!

Uma das Especies mais populares, ganhou a Cannabis Cup em 1989.

Big Bud é uma das espécies comerciais mais antigas.

A Big Bud foi seleccionada para a maior colheita possível sem comprometer a qualidade da erva. Os cabeços podem-se tornar tão pesados que podem necessitar ser seguros. Big Bud tem algumas características de skunk e uma moca bastante duradoura.

Super Skunk


O Super Skunk, do aclamado banco de sementes Sensi seeds, foi um dos primeiros projetos a serem levados com a seriedade de se criar um novo patamar nos híbridos de canábis. Através do cruzamento da inovadora Skunk #1 com outra espécie muito antiga, de linhagem pura, altamente resinosa, a Afghani hash plant.

Em 1990, o Super Skunk foi lançado com grande sucesso, ganhando a Cannabis Cup como a melhor maioritariamente Índica. Super Skunk sempre faz jus ao seu poderio super potente, e claro, seu super aroma inesquecível.

O Sensi Seed`s Super Skunk feminizado é notavelmente uniforme, com uma estrutura consistente exibindo uma formação de buds incrível. Com apenas noções básicas, esta híbrida se mostra colossal no cultivo indoor. O Super Skunk ostenta a rara distinção de ser uma das únicas variedades de canábis que requer mais experiência para de fumar do que para cultivar!



Pode encontrar sementes deste hibrido em:

Cannabis seeds

Djavan fala sobre maconha: "É muito bom. Fumo eventualmente"


Cantor, que lança DVD "Ária ao Vivo", fala ao iG também sobre outras drogas e nega que esteja com Parkinson

Djavan fala sobre maconha: Os grandes figurões da MPB, acostumados a falar com a imprensa há décadas, em geral tentam restringir suas declarações aos produtos que estão lançando. Não é o caso de Djavan, que coloca no mercado neste mês o CD e DVD ao vivo do elogiado álbum "Ária", com o qual rodou o País durante um ano.

Em conversa com o iG, em um restaurante ao lado do Pão de Açúcar, cartão postal do Rio, o cantor e compositor não fugiu dos assuntos propostos pela reportagem e expôs seu modo de pensar sem o patrulhamento politicamente correto que, muitas vezes, esconde o verdadeiro olhar do artista. Sobre o uso da maconha, declarou: "É muito bom. Fumo eventualmente, não tenho o hábito de comprar e fumar sempre", soltando uma gargalhada em seguida.

Aos 62 anos, Djavan também negou boatos, surgidos nas redes sociais, de que esteja com Mal de Parkinson. Esticou as mãos para o repórter: "Treme alguma coisa aqui?".

Lançar um DVD após um CD bem-sucedido se tornou praticamente obrigatório, não?
DJAVAN: Não acho que seja, sinceramente. A não ser que seja algo legal para se registrar. O DVD, hoje, com o advento do celular com câmeras, perdeu um pouco sua função. Faça um show agora e em instantes já está na internet, mesmo que a qualidade seja qualquer nota. O DVD se tornou um documento histórico, porque comercialmente não é mais tão atrativo, assim como o próprio CD.

Por que gravou o show em Belo Horizonte?
DJAVAN: O Palácio das Artes, na capital mineira, tem uma acústica favorável, além de o povo ser musical. Era para ser em um local pouco usual. É difícil achar um lugar assim no Rio ou em São Paulo. O Rio perdeu muito com o fim do Canecão.

Vai fazer shows para divulgar o DVD?
DJAVAN: Não, agora vou começar a produzir o disco da Martn'alia e, em novembro, entro em estúdio para começar a fazer meu CD de inéditas. Desde 2007 não compunha.

Como é esta fase de criações?
DJAVAN: Gostaria de ter um texto bacana para falar sobre isso. Todo mundo espera que se tenha um ritual. Mas inspiração é sofrimento, muito trabalho. Só componho quando preciso. Sento e faço doze canções. Com trinta anos de carreira, tenho muito mais autocrítica e preciso ter a ilusão de que não estou me repetindo.

Isso quer dizer que é inevitável não se repetir?
DJAVAN: Não sei se é inevitável, mas é difícil. Consigo alimentar esta ilusão de que não me repito dentro de mim (risos). A pressão é um instrumento maravilhoso para tudo. A composição é isso, procurar o que você não perdeu, tirar leite da pedra. É preciso que você tenha um clima, uma introspecção, sem telefone, envolvido só com aquilo, tendo que cumprir um prazo.

Bebe para se inspirar?
DJAVAN: Não bebo para compor nem para nada. Tomo no máximo um vinho no jantar.

Aliás, você já foi pego na fiscalização da Lei Seca...
DJAVAN: Perdi a carteira duas vezes por ter tomado apenas uma taça de vinho. Não fiz o teste do bafômetro porque a capitã, em uma das ocasiões, me alertou: "Não faz! Se bebeu uma taça, não sabe como é seu organismo. Pode acusar álcool e você vai se dar mal". Me colocou um medo enorme e não fiz. Perdi a carteira. O carro foi apreendido porque estava sem vistoria do Detran.

Você é contra este rigor na fiscalização?
DJAVAN: Não sou contra. Mas, por exemplo, adoro vinho. Com a Lei Seca, agora saio para jantar e só bebo água. É chato. Por outro lado, você paga por estas pessoas que enchem a cara e saem com carro. Gostaria que não colocassem todos no mesmo saco. Mas este evento tem que existir, é preciso inibir nego que dirige embriagado.

O fato de ser famoso o ajuda, em certos momentos, a sair de enrascadas como esta?
DJAVAN: Ao contrário. Isso é pior, porque querem pegar famoso para servir de exemplo. Houve uma época que guarda me parava no trânsito para pedir autógrafo. Situação assim já não existe mais. Não quero privilégios. Nascer com voz já é um privilégio. Não entrar em fila? Detesto que cedam a vez para mim. Acontece muito isso. As pessoas querem ser gentis. Mas não precisa tanto.

Há boatos nas redes sociais de que você teria Mal de Parkinson. Você está doente?
DJAVAN: Com o quê? Parkinson (ele estica os braços para frente)? Treme alguma coisa aqui?

Você não está tremendo. Mas já sabia desse rumor?
DJAVAN: Ouvi sim. Também ouvi que a música "Flor de Lis" era dedicada a uma esposa que eu tive e morreu no parto. Olha que imaginação trágica que as pessoas têm! Tem nego que vive disso, de plantar coisas na internet, inventar o que quiser. Se é verdade ou não, é o menos importante. Há boatos de todo tipo. Há solicitações até de casamento. Ajuda financeira, mãe com câncer, casa que caiu... As pessoas apelam para o que pode. É do ser humano!

Como está de saúde?
DJAVAN: Minha saúde está ótima. Este tipo de comentário não me assusta. Minha vida é melhor hoje. Perdi a ansiedade comum aos jovens. Vislumbro melhor as soluções que devo tomar. Tenho três filhos do primeiro casamento e dois do segundo: Sofia, de 9, Inácio, de 4. Faço coisas que antes não conseguia. Vou a festinhas de colégio, que é um saco, reunião de pais. Faz parte do papel de pai.

Sobre maconha: "É muito bom, já fumei várias vezes. Fumo eventualmente"

Este ano é marcado pelas passeatas favoráveis à maconha, incluindo um filme que reacendeu o debate. Você é a favor da legalização da maconha?
DJAVAN: Não adianta buscar parâmetros na Holanda, em outros países. Cada nação tem sua realidade. Não basta mudar uma nova legislação, mas é questão de educação. Comprar maconha e fumar em qualquer lugar é questão de liberdade. Seria bom que acontecesse, mas é preciso que haja restruturação em toda a sociedade.

Você fuma, gosta de maconha?
DJAVAN: Total (dá uma gargalhada)! É muito bom. Nunca tive envolvimento com drogas, nunca cheirei cocaína. Mas, agora, a maconha sim, já fumei várias vezes. Fumo eventualmente. Mas não tenho o hábito de comprar e fumar sempre.

O que pensa sobre a associação da maconha com a violência urbana?
DJAVAN: A violência que decorre da maconha não é pelo consumo, mas pela venda. O poder que o tráfico tem vem da venda, é este poder que gera a violência. O consumo também tem que ter responsabilidades. A sociedade precisa estar respaldada com leis condizentes com a liberdade proposta por esta ideia de legalidade.

Não estamos então preparados para a legalização nos moldes atuais?
DJAVAN: Antes da legalização, tem que fortalecer a educação, tem que mudar as leis, para que a sociedade esteja preparada para isso. Não saberia te dizer se basta liberar, se isso resolve a violência.

A seu ver, quando a droga deixou de ter a conotação poética dos anos 70 e passou a ser problema médico?
DJAVAN: Quando a droga, no caso especifico da maconha, passou a representar um poder inominável, a coisa começou a mudar. Antes era mais romântica. Maconha sempre foi vendida e despertou algum lucro. Mas surgiram os cartéis, criaram uma indústria superequipada, afeita a produzir e lucrar cada vez mais. Hoje é uma estrutura industrial, como outra qualquer. Aí a coisa tomou o rumo da violência e confusão em todas as sociedades do mundo.

Já experimentou outras drogas?
DJAVAN: Não, nada. Só álcool. Como te falei, vinho é o que bebo. Nem cerveja, detesto. Não tomo refrigerante, uísque, nada.

Você já deve ter ouvido falar que não aparenta ter 62 anos. Qual seria o segredo da longevidade não aparente?
DJAVAN: Tem quem passe por uma flor linda e nem olhe... Eu me mantenho próximo da vida saudável, ligado à natureza. Convivo com água pura, bichos, o verde. Tenho uma casa em Araras (região serrana do Rio). Não como carne vermelha há treze anos. Evito frango, não bebo café.... Só como orgânicos. Tenho um orquidário com mais de 60 espécies, um jardim com trinta mil metros quadrados só com flores. Desperdiço o mínimo de água possível, não desmato. Isso tudo é um prazer.

Sub- Especie Pakalolo


Os ancestrais desta incrível variedade vieram de Maui, Hawaii, os quais cruzados na Holanda pelo The Sativa Seed Bank com o skunk #1 geraram esta espécie denominada Pakalolo. No Hawaii, do mesmo jeito que chamamos a cannabis de maconha no brasil, esta é chamada de Pakalolo lá.

100% Sativa, uma planta alta e esguia que produz uma forte euforia ativa. Numa criação outdoor leva de 56 a 64 dias para florir. Qunado o cultivo é indoor ela tem um rendimento mais ou menos de 400g por metro quadrado.

Cannabis Cup Amsterdam 2011


Cannabis Cup Amsterdam 2011
A cidade de Amsterdam, na Holanda, durante uma semana, vira o principal destino daqueles que procuram acesso e informações sobre o mundo canábico.

A 24º High Times CANNABIS CUP é um dos principais eventos do mundo onde juízes se reúnem para escolher as melhores amostras de maconha e haxixe. Além do consumo e escolha dos melhores fumos, o evento tem uma ampla estrutura para promover também shows e grupos que abordem o assunto cannabis.

A Cannabis Cup acontecerá entre os dias 20 e 24 de novembro em Amsterdam, porém, ainda não existe um local definido. As inscrições acontecerão entre os dias 18 e 20 de novembro.

O evento vai muito além de simplesmente experimentar diferentes tipos de maconha e haxixe. Há toda uma estrutura por trás do evento para levantar e debater o assunto maconha. Através de stands são disponibilizadas informações sobre o mundo canábico, incluindo comércio, industria e diferentes produtos. A Cannabis Cup é um evento completo que reúne diversão, informação e conscientização.

Com seu conceito original, a Copa da Cannabis High Times é um dos eventos mais aguardados na Holanda. A capital acolhe turistas vindos de todas as partes do mundo. Este é essencialmente um evento de maconha que convida os visitantes de todos os setores da sociedade a participar.

O início da Copa Cannabis remete a 1987, quando Steven Hager organizou a primeira Copa da Cannabis High Times. Desde então continua a ser um evento popular, onde uma equipe de juízes experimenta amostras de maconha e vota em seus favoritos. Os prêmios vêm em diferentes categorias, que são as de melhor novo produto, o melhor stand, a melhor vitrine e melhor haxixe. Grande parte da maconha utilizada nesta competição vêm dos diferentes cafés que existem em torno de Amsterdam.

PROIBIÇÃO DO USO DE CANNABIS POR TURISTAS
Um fato que tem chamado atenção para a edição deste ano são os recentes movimentos do parlamento holandês para mudar as leis que regulamentam os Coffee Shops do país. As mudanças propostas pela ala mais conservadora da política holandesa, já aprovadas, pretendem restringir o consumo da maconha por parte de visitantes. Para eles, a presença de turistas influencia diretamente nos percentuais de criminalidade. Portanto, esta é a última Cannabis Cup na qual turistas poderão participar.
A meta é acabar com o chamado “Turismo da Maconha”. Segundo argumentos do governo holandês, a medida tem como objetivo reduzir pequenos crimes e o número de turistas interessados em usar drogas. A intenção é criar um sistema de membros associados dos coffee shops, que excluiria os turistas. A cidade de Amsterdã, que atrai a maioria dos estrangeiros, é contra a decisão. Os comerciantes donos dos cafés e hotéis da região argumentam que seria a morte de toda a cadeia de estabelecimentos que dependem dos dinheiro vindo de fora da cidade para sobreviver.

A medida vai começar a vigorar nas províncias sulistas de Limburg, Noord Brabant e Zeeland até o fim do ano e no resto do país, incluindo Amsterdam, no ano que vem. O governo espera que o fechamento dos coffee shops a estrangeiros reduza em pouco tempo o número de turistas para consumir maconha.

Como construir um sistema hidroponico

"Me olhavam como se fosse maconheiro" Fernando Grostein, diretor de 'Quebrando o Tabu'


Me olhavam como se fosse maconheiro disse Fernando Grostein, diretor de Quebrando o TabuFernando Grostein Andrade, diretor de Quebrando o Tabu, contou como foi a reação das pessoas ao ter a ideia de fazer o documentário. "Me olhavam como se eu fosse maconheiro, sem-vergonha", disse, em entrevista nesta segunda-feira (26) no estúdio do portal. A segunda produção da carreira de Grostein tem o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso como âncora de um debate sobre drogas, em especial a maconha.

"Experimentei maconha aos 13 anos. Não aconteceu nada. Usei várias vezes na adolescência e não tenho vergonha de dizer. Isso nunca me impediu de trabalhar, trabalho desde os 15 anos", admitiu ele. Porém, o diretor afirmou que depois de um tempo optou por parar: "ficou chato fumar maconha. Eu percebi isso sozinho".

Durante o bate-papo, Grostein fez questão de explicar que não está falando em liberação das drogas. "Descriminalizar quer dizer deixar de ser crime, fazer com que o doente e o usuário não sejam tratados como doentes. Quando se fala em regulamentar, você cria regras e limites para esse comércio. O álcool não pode ser vendido para menores de idade, o cigarro não pode ter propaganda. Eu não consigo imaginar uma pessoa que pense em liberação."

A ideia de produzir Quebrando o Tabu começou há 10 anos, quando Grostein filmou um clipe no qual precisou passar noites nas favelas. Tal experiência mudou sua opinião em relação às drogas e aos traficantes. "Tinha imagem do traficante como um grande vilão. Cheguei lá e vi jovens explorados pelo tráfico. Crianças estavam com oportunidades castradas", relatou.

Na hora de formar o elenco, Fernando disse que achou o ex-presidente FHC a pessoa certa para ser o âncora, devido ao fato de ele não usar a repressão como o único instrumento. "Achei ele a pessoa certa. Não foi fácil chegar nele. De imediato, o FHC topou, principalmente pelo alto preço que se paga por manter uma política equivocada".

Tratada como tema principal do documentário, a descriminalização de drogas é discutida por políticos e personalidades, que falam sobre as falhas no combate ao tráfico e contam experiências pessoais. Entre os participantes estão os ex-presidentes dos Estados Unidos Bill Clinton e Jimmy Carter, o médico Drauzio Varella e o escritor Paulo Coelho.

O acesso aos políticos internacionais foi conquistado com a ajuda de Fernando Henrique Cardoso. "Ele abriu as portas. Não é fácil alguém pegar o telefone e dizer: você fala sobre um tema difícil por mim?". Os depoimentos de Quebrando o Tabu foram filmados em lugares como Holanda, Suíça, Estados Unidos, Portugal e favelas do Rio de Janeiro. Foram dois anos de gravação, em 18 cidades pelo mundo.

Na opinião de Grostein, há um certo preconceito em relação às pessoas que fumam maconha, pois acham que os usuários são doentes. Ele citou pesquisas que apontam que a maconha causa menos mal que o álcool e o tabaco. "O pai tem que entender que o filho com o baseado é completamente diferente do filho fumando um cachimbo de crack. Cada substância é de um jeito, a frequência que o cara usa a droga também define."

O diretor falou também a respeito de uma pesquisa que sua equipe fez para identificar a melhor estratégia de abordar o tema. De acordo com ele, os evangélicos foram os que mais gostaram do filme, por quererem tirar as pessoas das drogas, e a melhor forma para isso seria levantar o assunto.

Fernando Grostein Andrade salientou a importância de as pessoas verem o longa para que acabe a tragédia, segundo ele, que o mundo está por causa dos problemas relacionados às drogas, que além da saúde entram no setor de segurança, tráfico, entre outros. "Se a pessoa tem um espaço para usar droga onde tenha ajuda, o risco de acontecer algo é quase zero", afirmou.

Verba e produção
Na captação de recursos para a produção do filme, Fernando disse que foi difícil e que as empresas tinham "um pé atrás". "Deixamos claro que estávamos buscando alternativas para o dano que a droga causa na pessoa e na sociedade. Tínhamos dois ícones do Brasil, o Fernando Henrique e o Luciano Huck, meu irmão, e isso deu uma segurança para as empresas entrarem no projeto. Bancos, montadoras e grupos de comunicação entrarem nisso é uma prova de que o tabu está sendo quebrado."
 
Fonte: Terra

Auto-cultivo Cannabis

Cidade da Holanda restringe turismo da maconha


Cidade da Holanda restringe turismo da maconhaOs proprietários dos coffee shops, cafés que vendem maconha e haxixe em quantidades limitadas, da cidade de Maastricht, no sul da Holanda, decidiram limitar a venda de drogas a turistas - e somente os belgas e os alemães poderão comprar drogas nesses locais, a partir de 1º de outubro.

A medida segue uma resolução do Conselho de Estado holandês, e tem como objetivo diminuir a presença de turistas de países europeus que vão à Holanda apenas para comprar drogas nos coffee shops em cidades fronteiriças.

Maastricht fica bem perto da fronteira com a Bélgica e a Alemanha, mas a restrição não será aplicada a turistas alemães e belgas, porque segundo Marc Josemans, presidente da associação Coffee Shops Oficiais de Maastricht (VOCM, sigla em holandês), o principal alvo da medida são os turistas de países europeus mais distantes, que chegam de carro e "perturbam a ordem do trânsito local e causam desordem e destruição, principalmente nos fins de semana".

A Associação espera diminuir inicialmente em 20% a presença desses turistas. Segundo Josemans, a meta é que 500 mil consumidores de maconha e haxixe de países como França, Luxemburgo, Itália e Espanha "se desencorajem de vir até a Holanda somente para comprar drogas".

"Não descartamos a possibilidade de que os turistas recusados nos coffee shops venham a comprar droga ilegalmente nas esquinas, o que será lamentável, mas desde agosto estamos fazendo panfletagem nos cafés locais e na mídia de países europeus para informar sobre a nova situação", diz.

Dados do Instituto Nacional para a Gerência de Crises e Segurança indicam que Maastricht recebe 10.500 visitantes por dia e cerca de 3,8 milhões por ano, sem contar outras cidades fronteiriças, como Rosendaal, Bergen op Zoom, Terneuzen e Eindhoven, entre outras, que também alegam ter problemas com turistas em busca de drogas.

Reservas da prefeitura A prefeitura de Maastricht acolheu a iniciativa do setor privado com reservas, e divulgou nota aberta alertando que há um forte elemento discriminatório em seu conteúdo.

A administração municipal pediu que o Conselho de Cidadãos fique atento para informar eventuais "deslizes" da medida, que vai vigorar em caráter experimental.

De acordo com a nota, o Conselho Municipal vai esperar a publicação da política nacional relativa às restrições - ou não - a estrangeiros aos coffee shops e outras mudanças ao tratamento tolerante às drogas leves que vigora na Holanda desde 1976.

A prefeitura de Amsterdã, que possui o maior número de coffee shops do país (em torno de 200), não é a favor de restringir a presença de turistas nos estabelecimentos, nem de reduzir a quantidade de cafés na cidade.

A administração da capital, junto de dois terços das 106 prefeituras holandesas, declarou que não enfrenta problemas com os coffee shops.

Em 2008, houve o fechamento de alguns locais no centro da capital, no chamado "distrito da luz vermelha", suspeitos de servir de fachada para o crime organizado.
Outro motivo foi a proximidade dos coffee shops a escolas secundárias. A lei exige que eles sejam mantidos a um mínimo de 250 metros de escolas.

Segundo a Assessoria de Marketing e Turismo de Amsterdã, cerca de 23% dos turistas que visitam a cidade vão a coffee shops experimentar alguma erva disponível no cardápio.

"Conrad Murray" vira nome de maconha medicinal nos Estados Unidos


Loja de maconha medicinal nos EUA batiza uma das espécies de 'Conrad Murray', médico que receitava as drogas ao Michael Jackson

Segundo matéria publicada nesta segunda-feira (03), no site TMZ, uma loja autorizada a vender maconha para fins medicinais na Califórnia, nos Estados Unidos, batizou uma de suas plantas de “Conrad Murray OG”, nome do médico que está sendo acusado de matar o cantor Michael Jackson, em 2009.

Ainda de acordo com a publicação, o dono do local brincou com a morte do astro pop na hora de criar a propaganda de seu mais novo produto. “Coloca você para dormir... por muito tempo”.

Conrad Murray enfrenta nesta segunda-feira (03), o quinto dia de julgamento pela morte do músico. Ele é acusado de homicídio culposo.

Maconha previne dores da quimioterapia


Maconha preveni dores da quimioterapia
Durante o estudo, camundongos machos e fêmeas foram tratados com paclitaxel e monitorados para evidências de neuropatia.
Estudo publicado no Anesthesia & Analgesia mostrou que o canabidiol, um extrato de maconha, pode ser um tratamento promissor na prevenção das dores causadas pela quimioterapia com paclitaxel.

Pesquisadores da Temple University School of Pharmacy, na Filadélfia, nos Estados Unidos, afirmam que o uso do canabidiol diminui as dores e inflamações ratos. Em camundongos fêmeas, a substância reduziu a neuropatia, que é uma complicação potencialmente grave que capaz de impedir que os pacientes recebam todo tratamento quimioterápico.

O paclitaxel é utilizado no tratamento de câncer de mama em estágio avançado e de câncer de ovário. A droga pode causar danos nos nervos (condição conhecida como neuropatia), o que, por sua vez, pode provocar dores, dormência e formigamento.

Durante o estudo, camundongos machos e fêmeas foram tratados com paclitaxel e monitorados para evidências de neuropatia. Os resultados mostraram que a droga induziu respostas anormais para dor principalmente nas fêmeas. Contudo, quando tratadas com o canabidiol antes do paclitaxel, não foi observada dor anormal.

A partir da descoberta, os cientistas constataram que o canabidiol tem efeito preventivo da dor, e que esse efeito era permanente ao longo do tratamento, uma vez que os nervos não foram danificados. Entretanto, são necessários mais estudos para avaliar o efeito do canabidiol em seres humanos antes de ele ser recomendado para prevenção de neuropatias

por CORREIO DO ESTADO

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Canabinoides runners high


Em vez de endorfina, são os canabinoides que atuam após uma boa corrida.

Você já deve ter sentido aquela sensação de bem-estar depois de correr intensamente. Ou não? Durante décadas, os pesquisadores creditaram o aparecimento desse estado, que eles dizem lembrar a condição em que se fica quando se toma drogas, a um grupo de substâncias chamadas de endorfinas.

Compostos fabricados pelo corpo e que agem como a morfina, elas seriam as causadoras do chamado runners high, algo que poderia ser traduzido como “chapação da corrida”. Mas agora, ao que tudo indica, o papel das endorfinas está sendo colocado em xeque.

Cientistas afirmam que essas substâncias são grandes demais, de modo que não conseguem invadir o cérebro, o que significa que elas não causariam mesmo esse tremendo bem-estar. Os novos candidatos são compostos chamados de canabinoides, nome inspirado na Cannabis, a maconha, já que os efeitos deles são parecidos aos da droga. Sim, o corpo produz canabinóides quando se corre intensamente, e seriam eles os causadores da euforia gerada pela corrida. Você acredita?

Entenda os conflitos sobre a legalização da maconha medicinal nos EUA


Nos debates — e nas notícias — sobre a legalização da maconha no Brasil, há uma referência constante: nos Estados Unidos, o uso da maconha para fins medicinais começou a ser legalizado em 1996. Na verdade, não há qualquer lei federal nos EUA que descriminalize o plantio, a distribuição e o uso da maconha, para qualquer fim, dizem agentes e promotores federais, segundo o Las Vegas Review-Journal.

O que existe no país é um conjunto de leis estaduais que legalizaram o uso medicinal da maconha, umas espelhadas nas outras. Mas, em vários desses estados, distribuir e plantar maconha ainda dá cadeia.

Em Nevada, o estado que abriga os famosos cassinos de Las Vegas, Lake Tahoe e Reno, 12 pessoas que operam uma cooperativa de distribuição de maconha sob a proteção da lei estadual, foram presas por agentes federais e estão sendo processadas. Outras sete pessoas, que operam “dispensários” (estabelecimentos de beneficência que “dispensam” gratuitamente medicamentos e que ostentam oficialmente o título de "totalmente legal"), também foram presas. Todas estão sendo acusadas de crimes de distribuição, produção e posse de maconha.

Além do conflito da legislação estadual com a federal, as leis aprovadas pelos estados têm falhas que são exploradas pelas autoridades federais. Por exemplo, a lei de Nevada permite a pessoas portadoras do cartão de usuário plantar maconha em suas propriedades, para seu próprio consumo. Mas a lei é vaga e não descriminaliza claramente a compra de sementes de maconha para o plantio. "Isso quer dizer que a pessoa primeiro tem de cometer um crime, que é a compra ilegal da semente, para depois poder exercer o seu direito legal de plantar e consumir maconha", diz o advogado Robert Draskovich, que defende alguns dos distribuidores de maconha presos.

Além de vago na definição de alguns pontos, o texto da lei também seria complexo até mesmo para pessoas habituadas a lidar com a lei. De acordo com os autos de um processo que tramitou por um tribunal de Nevada, o juiz Doug Smith disse ao advogado Robert Draskovich, em uma audiência recente: "Tive de ler essa lei que legaliza a maconha para fins medicinais por duas ou três vezes para entendê-la. Não sei como os parlamentares que a aprovaram conseguem entendê-la."

As autoridades federais também se empenham na fiscalização do estrito cumprimento da lei. Em Nevada e outros estados, elas lutam contra algumas "espertezas" ilegais dos dispensários e das cooperativas. Os agentes e promotores federais as acusam, por exemplo, de solicitar uma contribuição dos usuários a suas organizações, ao fazerem a distribuição da maconha, que deveria ser gratuita. Para os promotores públicos, isso caracteriza comércio.

Outra é a de conseguir um cartão de usuário para pessoas que não dispõem de prescrição médica e que, portanto, não teriam direito a receber a maconha para uso medicinal. Elas teriam conseguido cartão de usuário até para agentes disfarçados em usuários da DEA (Drug Enforcement Administrations — o órgão americano que combate o tráfico de drogas).

Mais uma: elas estariam plantando mais maconha em seus estabelecimentos do que o permitido por lei. Teoricamente, os dispensários solucionariam o problema dos pacientes com doenças como o câncer, que não têm mais condições físicas para fazer o plantio da própria maconha. A lei os autoriza a fornecer maconha para pacientes. Mas elas têm uma cota de produção, que não estariam observando. E também o problema de conseguir semente para plantá-la, o que é igualmente ilegal para os dispensários.

No estado de Delaware, as autoridades governamentais acham que a lei aprovada pelo legislativo estadual não vai produzir qualquer efeito pelo menos até meados de 2013, por causa dessa questão das sementes e dos processos burocráticos. Em Nova Jersey, já se passaram 20 meses desde que a lei estadual foi aprovada e não se espera que ela tenha efeito até meados de 2012.

Até agora, 15 estados americanos, liderados pela Califórnia, já passaram leis de legalização da maconha, mas lutam com sua regulamentação e com sua aplicação prática. Até as doenças que se qualificam ou não para justificar o uso da maconha para fins medicinais não foram bem definidas — e estão sujeitas a controvérsias.

A lei de Delaware, por exemplo, exclui o glaucoma o lista de doenças qualificadas. No entanto, alguns estudos clínicos chegaram à conclusão de que a maconha pode aliviar a pressão intraocular nos olhos causados pelo glaucoma. Também em Delaware, ao contrário de outros estados, nem mesmo pacientes com doenças qualificadas, como AIDS, câncer e distúrbio de estresse pós-traumático, podem plantar maconha em casa.

Nova Jersey também não permite aos pacientes plantar sua própria maconha em casa. O estado entregou a tarefa de distribuição da maconha a seis dispensários, distribuídos em uma área de 18 quilômetros quadrados, com uma população de 8,7 milhões de habitantes. Em Michigan, uma decisão judicial cancelou as licenças de dispensários. Agora, os pacientes e as pessoas que tratam deles podem cultivar até 12 pés de maconha em casa.

Fonte: João Ozorio de Melo, correspondente da revista Consultor Jurídico nos Estados Unidos.

Cannabis Cup Amsterdam 2011


Cannabis Cup Amsterdam 2011
A cidade de Amsterdam, na Holanda, durante uma semana, vira o principal destino daqueles que procuram acesso e informações sobre o mundo canábico.

A 24º High Times CANNABIS CUP é um dos principais eventos do mundo onde juízes se reúnem para escolher as melhores amostras de maconha e haxixe. Além do consumo e escolha dos melhores fumos, o evento tem uma ampla estrutura para promover também shows e grupos que abordem o assunto cannabis.

A Cannabis Cup acontecerá entre os dias 20 e 24 de novembro em Amsterdam, porém, ainda não existe um local definido. As inscrições acontecerão entre os dias 18 e 20 de novembro.

O evento vai muito além de simplesmente experimentar diferentes tipos de maconha e haxixe. Há toda uma estrutura por trás do evento para levantar e debater o assunto maconha. Através de stands são disponibilizadas informações sobre o mundo canábico, incluindo comércio, industria e diferentes produtos. A Cannabis Cup é um evento completo que reúne diversão, informação e conscientização.

Com seu conceito original, a Copa da Cannabis High Times é um dos eventos mais aguardados na Holanda. A capital acolhe turistas vindos de todas as partes do mundo. Este é essencialmente um evento de maconha que convida os visitantes de todos os setores da sociedade a participar.

O início da Copa Cannabis remete a 1987, quando Steven Hager organizou a primeira Copa da Cannabis High Times. Desde então continua a ser um evento popular, onde uma equipe de juízes experimenta amostras de maconha e vota em seus favoritos. Os prêmios vêm em diferentes categorias, que são as de melhor novo produto, o melhor stand, a melhor vitrine e melhor haxixe. Grande parte da maconha utilizada nesta competição vêm dos diferentes cafés que existem em torno de Amsterdam.

PROIBIÇÃO DO USO DE CANNABIS POR TURISTAS
Um fato que tem chamado atenção para a edição deste ano são os recentes movimentos do parlamento holandês para mudar as leis que regulamentam os Coffee Shops do país. As mudanças propostas pela ala mais conservadora da política holandesa, já aprovadas, pretendem restringir o consumo da maconha por parte de visitantes. Para eles, a presença de turistas influencia diretamente nos percentuais de criminalidade. Portanto, esta é a última Cannabis Cup na qual turistas poderão participar.
A meta é acabar com o chamado “Turismo da Maconha”. Segundo argumentos do governo holandês, a medida tem como objetivo reduzir pequenos crimes e o número de turistas interessados em usar drogas. A intenção é criar um sistema de membros associados dos coffee shops, que excluiria os turistas. A cidade de Amsterdã, que atrai a maioria dos estrangeiros, é contra a decisão. Os comerciantes donos dos cafés e hotéis da região argumentam que seria a morte de toda a cadeia de estabelecimentos que dependem dos dinheiro vindo de fora da cidade para sobreviver.

A medida vai começar a vigorar nas províncias sulistas de Limburg, Noord Brabant e Zeeland até o fim do ano e no resto do país, incluindo Amsterdam, no ano que vem. O governo espera que o fechamento dos coffee shops a estrangeiros reduza em pouco tempo o número de turistas para consumir maconha.

Mais informações podem ser encontradas na: High Times

Maconha reduz risco de obesidade afirma pesquisa


Até as caixas de papel-gomado vendidas nas bancas de revistas sabem que fumar maconha aumenta o apetite. E se aumenta o apetite e há ingestão de comida sem queima de calorias, em tese, alguns gramas são ganhos.

Cerca de cinco anos atrás e sobre a economia canábica, escrevi um artigo na revista CartaCapital, me referi a um estudo feito em Londres. O estudo mencionava o consumo elevado de pizzas entre usuários que, com as namoradas, passavam os sábados em casa, a fazer uso canábico (fumacê, diriam os adolescentes) e a assistir filmes alugados. Lucravam as pizzarias, as locadoras e as fábricas de refrigerantes e cervejas.

Um estudo feito por pesquisadores franceses do Instituit National de la Santé et de la Recherche Médicale (Inserm) que acaba de ser publicado no American Journal of Epidemiology, coloca em dúvida a tese de que maconha abre o apetite. Pela pesquisa, fumar maconha emagrece.

Para os pesquisadores, o porcentual de obesidade para quem fuma (dá um tapa, diriam os jovens) cigarro de maconha pelo menos três vezes por semana é mais baixo, 33%, em comparação com os não fumantes.

Os autores do estudo analisaram duas fontes de dados colhidos com cerca de 52 mil norte-americanos.

Com base na primeira fonte, descobriram que a obesidade atingia 22% daqueles que não fumavam maconha em contrapartida a 14% dos usuários habituais. A segunda fonte mostrou que 25% dos não fumantes eram obesos, isto com relação a 17% dos consumidores regulares.

Os pesquisadores alertaram que “qualquer que seja a explicação sobre a correlação ‘obesidade x consumo de maconha’ é improvável que a canabis possa substituir uma dieta eficaz”.

por Wálter Fanganiello Maierovitch

Maconha contra ansiedade


CanabidiolPesquisa estuda efeitos do Canabidiol em ratos.
Uma substância da maconha pode ser utilizada para o tratamento da ansiedade. É o que indica uma pesquisa realizada na USP de Ribeirão Preto.

O Canabidiol, constituinte da maconha não responsável pelos malefícios da planta, aumenta a produção de novos neurônios no hipocampo, ou seja, a substância protege contra os danos promovidos pelo estresse.

"O nosso trabalho reforça o papel ansiolítico [tranquilizante] do Canabidiol e abre novas perspectivas em busca de tratamentos farmacológicos" explica a pesquisadora da USP de Ribeirão Preto responsável pelo trabalho, Alline Campos.

A equipe de 12 pessoas do laboratório coordenado pelo professor Francisco Silveira Guimarães realiza os experimentos em ratos. Os pesquisadores mimetizam alguns aspectos da ansiedade como ataque de pânico e o estresse pós traumático nesses animais. Segundo Alline, ainda não há como especificar as vantagens do Canabidiol sobre os anti depressivos utilizados.

Porém, de acordo com a pesquisadora, estudos iniciais em animais demonstraram que a substância não provoca os efeitos colaterais dos medicamentos convencionais. No entanto, ainda é cedo para saber se esse mesmo resultado será observado em humanos.

Já existem no mundo tratamento para outras doenças que são à base de canabinoides. Um exemplo é o medicamento Sativex, utilizado no tratamento de esclerose múltipla no Reino Unido e no Canadá.

A doutora Alline Campos reforça que o Canabidiol é apenas um constituinte da maconha. "Os usuários dependentes da maconha buscam a planta por causa da substância THC (tetraidrocanabinol). Quanto maior o teor de Canabidiol na maconha, menores os efeitos alucinógenos", ressalta.

Pakalolo





Os ancestrais desta incrível variedade vieram de Maui, Hawaii, os quais cruzados na Holanda pelo The Sativa Seed Bank com o skunk #1 geraram esta espécie denominada Pakalolo. No Hawaii, do mesmo jeito que chamamos a cannabis de maconha no brasil, esta é chamada de Pakalolo lá.

100% Sativa, uma planta alta e esguia que produz uma forte euforia ativa. Numa criação outdoor leva de 56 a 64 dias para florir. Qunado o cultivo é indoor ela tem um rendimento mais ou menos de 400g por metro quadrado.

ONU diz que drogas do tipo anfetamina estão quase tão comuns quanto maconha


Segundo um relatório da ONU, grupos criminosos estão vendendo drogas do tipo anfetamina, como ecstasy e metanfetamina, por ser mais barato e fácil de fazer, em novos mercados. O número de comprimidos de metanfetaminas apreendidos no sudeste da Ásia, por exemplo, quase triplicou em um ano para 93 milhões (em 2009), e depois aumentou para 133 milhões em 2010. O número de laboratórios também disparou.

Apreensões policiais de todos os estimulantes do tipo anfetamina (ATS, na sigla em inglês) aumentou entre 2005 e 2009, exceto o ecstasy, que se manteve constante, enquanto a cocaína, a heroína e a cannabis ficaram em grande parte estáveis.

“O mercado ATS evoluiu de uma indústria caseira caracterizada por operações de pequena escala de produção para um mercado do tipo da cocaína ou heroína, com um maior nível de integração e grupos de crime organizado em toda a cadeia de produção e abastecimento”, disse o Diretor Executivo do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), Yury Fedotov.

Vários países europeus têm relatado um aumento no uso e na produção de metanfetamina, que é mais forte e age mais rapidamente do que as anfetaminas padrão.

Segundo o relatório, países do Oeste Africano começaram a fabricar a droga; ATS que foram apreendidos em vários países do Leste Asiático parecem ter se originado na África Ocidental.

Países da América Central e do Sul também estão relatando um aumento na fabricação de ATS, com laboratórios desmantelados aqui no Brasil, em Guatemala e Nicarágua.

A ONU também destacou o surgimento de novos estimulantes chamados substâncias analógicas, que estão fora do controle internacional e estão amplamente disponíveis na internet.

Drogas como mephedrone ou metilenodioxipirovalerona, que vieram à tona pela primeira vez no ano passado, são vendidas como “sais de banho” ou “alimentos para planta” na net, e substituídas por drogas ilegais como a cocaína.

O uso de ATS apresenta problemas de saúde particularmente relacionadas com a propagação do HIV e AIDS. Existe uma preocupação especial com isso no leste e sudeste da Ásia, bem como partes da Europa.

Brad Pitt admite ter se entupido de maconha diariamente nos anos 90


Em entrevista recente à revista "Parade", Brad Pitt falou que se sentiu perdido durante parte dos anos 90. "Eu me isolava e ficava sentado no sofá fumando maconha o dia todo. Depois de um tempo, eu comecei a me sentir patético", disse. Um verdadeiro ídolo, depois de estourar no cinema e casar com uma das melhores, resolveu relaxar e fumar maconha o dia todo. Depois, vem dizendo ter estado perdido na época, convenhamos, puro marketing, afinal, ele é um ídolo das menininhas.

"Nessa época, eu procurava roteiros sobre uma vida interessante, mas eu mesmo não me encaixava nessa categoria. Acho que o meu casamento (com Jennifer Aniston) tinha algo a ver com isso. Eu estava tentanto fingir que nosso casamento era algo que não existia", contou o ator.

domingo, 7 de agosto de 2011

Manifestação contra maconha em São Paulo reúne cerca de 800 pessoas


Manifestação contra maconha em São Paulo reúne cerca de 800 pessoasUma manifestação contra maconha reuniu em torno de 800 pessoas, neste sábado no Centro de São Paulo. Porém não alcançou as expectativas dos organizadores que esperavam reunir cerca de 100 mil pessoas.

O grupo saiu por volta das 11h do Museu de Arte de São Paulo, na Avenia Paulista, sentido à Assembleia Legislativa e ocuparam duas faixas no sentido zona sul.

Vestidos com camisetas com mensagens como "A legalização da maconha destrói seu filho", e carregavam faixas que diziam: "Hippie que usa maconha não é hippie é micróbio".

Os manifestantes são ligados ao Instituto Espiritual Xamanico Céu Nossa Senhora da Conceição, presente em 150 cidades do país, e liderado pelo "escritor ecumênico" Xamã Gideon dos Lakotas.

Fonte: SRZD

Mais da metade dos americanos consome bebidas alcoólicas


Mais da metade dos americanos com mais de 12 anos consome bebidas alcoólicas, quase um quarto se embebedouno último mês, e um em cada 14 adolescentes fez uso de maconha, segundo um relatório sobre o abuso de substâncias químicas elaborado por uma agência governamental dos Estados Unidos.

Um total de 52% dos 137.436 americanos entrevistados em 2008 e 2009 disseram ter bebido no último mês, aponta o relatório, divulgado no fim de julho pela Administração dos Serviços de Saúde Mental e Abuso de Substâncias (SAMHSA, sigla em inglês).

O consumo de bebidas alcoólicas é mais frequente entre os 18 e 25 anos, e o estado de New Hampshire registrou o maior índice: 75% dos adultos jovens disseram ter bebido no último mês, segundo o relatório.

Nos 50 estados americanos, a idade permitida para o consumo de álcool é de 21 anos, embora haja exceções. Muitos estados permitem que menores bebam em locais privados, com o consentimento dos pais.

Segundo a SAMHSA, 23,5% dos americanos beberam em excesso no último mês, ou seja, consumiram cinco doses ou mais. Em Dakota do Norte, quase um em cada três habitantes embebedou-se no mês passado, o índice mais alto dos Estados Unidos.

O número de americanos que fizeram uso de maconha no mês anterior à consulta também aumentou em 2008 e 2009: 6,4% dos americanos com mais de 12 anos disseram ter consumido a droga, contra 6% em 2007-2008.

No grupo de 12 a 17 anos, o uso de maconha caiu, mas 7% dos adolescentes americanos ainda consumiam cannabis, segundo o relatório.

Os 10 estados que registraram o maior consumo de maconha foram Alasca (norte), Colorado (oeste), Washington D.C. (leste), Havaí, Maine (nordeste), Massachusetts (nordeste), New Hampshire (nordeste), Oregon (noroeste), Rhode Island (leste) e Vermont (nordeste).

A maconha para uso medicinal é permitida em todos os estados, menos Massachusetts e New Hampshire. O relatório foi baseado em pesquisas nacionais sobre o consumo de drogas e a saúde de 2008 e 2009.

Fonte: AFP

Droga artificial simula efeito de maconha e é vendida ‘disfarçada’


Droga artificial simula efeito de maconha e é vendida ‘disfarçada’
O fabricante, no entanto, já enfrenta problemas típicos do sucesso de qualquer produto: as falsificações.
A maconha artificial mais popular nos EUA, vendida como incenso, a K2 é alvo de resenhas em sites especializados, que também publicam vídeos ensinando a usá-la.

O fabricante, no entanto, já enfrenta problemas típicos do sucesso de qualquer produto: as falsificações.

Os inventores da K2 –uma alusão à montanha no Himalaia– até criaram um “selo de originalidade” para os pontos de venda, conforme seu próprio site indica, mas ainda há muitas cópias “piratas” por aí.

“Os usuários muitas vezes não fazem ideia do que estão usando. Eles se baseiam nos efeitos que os traficantes dizem que aquela droga vai ter”, diz Rafael Lanaro, do Centro de Controle de Intoxicações do Hospital de Clínicas da Unicamp.

“O assunto está ganhando cada vez mais espaço nos congressos de toxicologia, mas ainda há pouca literatura sobre os efeitos, sobretudo os de longo prazo, dessas drogas”, conclui.

SEM CONTROLE
O uso das drogas artificiais vem crescendo. Um estudo britânico divulgado na semana passada diz que a mefedrona (usada para fazer similares de cocaína e ecstasy) já é tão popular quanto a cocaína no Reino Unido. Mesmo assim, a maioria dos países ainda engatinha em seu controle.

Boa parte da Europa e os Estados Unidos estão se esforçando na proibição dessas substâncias, mas basta uma pequena engenharia química para que as drogas retornem à “legalidade”.

“É muito fácil fazer uma pequena alteração química que muda sua nomenclatura”, diz Lanaro.

Nos Estados Unidos, a maior frente de batalha é contra os canabinoides sintéticos. Trinta e oito dos 50 estados americanos baniram ou aguardam legislação para banir a venda dessas substâncias em seu território.

Por meio de sua assessoria, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) disse que, no Brasil, a análise e o subsequente banimento de substâncias vem da demanda de policiais e da própria população. No caso da recém-proscrita mefedrona, o apelo veio da Polícia Federal.

Apesar da proibição, coibir a venda e o uso dessas substâncias deve ser complicado. “Elas são mais difíceis de apreender porque os policiais não estão familiarizados com elas, a apresentação pode ser aparentemente inofensiva”, avalia Lanaro.

Testes comuns de detecção de drogas não costumam identificá-las. A maioria passa desapercebida pelos cães farejadores.

Coffeeshops na Holanda só poderão vender maconha para holandeses e turistas belgas e alemães


Objetivo é reduzir distúrbios e problemas como tráfego congestionado

A Prefeitura de Maastricht (sudeste da Holanda) determinou que o acesso às cafeterias que vendem maconha será permitido apenas a holandeses, belgas e alemães a partir de outubro. O objetivo da medida restritiva é reduzir os problemas provocados pelos turistas que vão ao país apenas para consumir a droga.

O proprietário da cafeteria Easy Going, Marc Josemans, disse à agência de notícias France Presse que a prefeitura local informou que fecharia os estabelecimentos se os problemas não diminuíssem. Josemans também é presidente da VOCM (Associação "Coffe Shops Oficials" de Maastricht, na sigla em holandês), que reúne 13 dos 14 estabelecimentos da cidade e que promove a iniciativa de restringir o acesso.

Josemans explicou que, como Bélgica e Alemanha fazem fronteira com a Holanda, os turistas que vêm desses países usam mais os transportes coletivos "e, portanto, não provocam, por exemplo, problemas no trânsito". No total, 1,4 milhão de turistas visitam anualmente as cafeterias da cidade que vendem maconha, provocando problemas no tráfego, poluição sonora e a proliferação de traficantes de drogas nas ruas.

Fora belgas e alemãs, os turistas que vão à Holanda exclusivamente para comprar e fumar maconha livremente são principalmente os da França, da Itália, da Espanha e de Luxemburgo. Com a restrição, a Prefeitura de Maastricht espera reduzir os distúrbios em 20%.

O governo municipial negou ter ameaçado fechar os locais, mas lembrou que mantém o plano de deslocar metade dos estabelecimentos, a partir de 2013, para os arredores da cidade, com o objetivo de diminuir os problemas. O plano da prefeitura é transformar essas cafeterias em clubes, aos quais apenas associados teriam acesso.

A Corte de Justiça da UE (União Europeia) disse que esse tipo de restrição é permitida pela legislação do bloco.

Fonte: AFP

85 mil pés de maconha são incinerados na Bahia e em Pernambuco


Policiais federais eliminam milhares de pés de maconha apreendidos em cinco municípios da BA e PEEm 5 dias, 85 mil pés de maconha são incinerados na BA e em PE
Em uma ação que percorreu áreas rurais de pelo menos cinco municípios, a Polícia Federal (PF) incinerou, somente nos últimos cinco dias, mais de 85 mil pés de maconha na Bahia e em Pernambuco.

O trabalho ocorreu durante a Operação Caruá IV, que teve o saldo de apreensões divulgado nesta quinta-feira. A corporação estima ter eliminado mais de 21,2 toneladas do entorpecente.

Segundo a PF, o resulta representa avanços diante da Operação Caruá II, realizada no ano passado com o mesmo objetivo. O total de apreensões cresceu mais de 33%.

A estrutura logística da "Caruá IV" impressiona: os agentes contaram com dois helicópteros "esquilo", um caminhão tanque, um ônibus de comando, uma ambulância, quinze viaturas 4x4, além de um caminhão guincho. A ação atingiu os municípios de Juazeiro (BA), Petrolina (PE), Dormentes (PE), Curaçá (BA) e Campo Formoso (BA).

A PF destacou que a sequência de operações realizadas desde 2006 já conseguiu incinerar mais de três milhões de pés de maconha somente na região.

A importância da farmácia viva


A fitoterapia é uma importante opção terapêutica que se baseia em experiências populares via conhecimento empírico do uso tradicional de plantas medicinais passadas de geração a geração, sustentada nas comunidades humanas tradicionais, quilombolas, silvícolas... Porém, sem a aquiescência cientifica. No entanto, estima-se que setenta e cinco por cento das drogas derivadas de plantas em utilização no mundo foram descobertas a partir de indicações de populações tradicionais (CRBIO, 93).

Fontes arqueológicas e antropológicas confirmam fatos significativos quanto ao uso de plantas medicinais pelas civilizações antigas e em todo o decorrer da evolução da humanidade. Os assírios, por exemplo, conheciam cerca de duzentos e cinquenta mil espécies de plantas fitoterápicas.

As famosas Tabuinhas sumerianas registra o uso de erva curativa. Alexandre “o Grande”, costumava agregar aos seus despojos de guerra espécies vegetais medicinais. Aristóteles escreveu tratados sobre ervas com princípios de ações emolientes, adstringentes e antiespasmódicas.

A China atual reconhece cerca de cinco mil espécies de ervas medicinais, dos quais quatro mil delas já foram submetidas a algum tipo de estudo. A trigésima assembleia mundial de saúde (WHA-30-19) estabeleceu três diretrizes básicas, através das quais distribuiu seus princípios de ação.

No Brasil, pesquisas científicas comprovam que o país possui a maior biodiversidade do planeta e estudos mostram que sua utilização racional nos proporcionará importante qualidade de vida e riqueza sustentável às futuras gerações. Então, por que não as pesquisamos e as utilizamos?

Ademais, dados estatísticos comprovam que o Brasil importa atualmente sessenta por cento da matéria-prima utilizada pela indústria farmacêutica nacional, embora muitas destas substâncias ou similares poderiam ser encontradas na flora brasileira. Paradoxal, não? Cadê o incentivo à pesquisa cientifica?

É sabido que as relações do ser humano com as plantas medicinais datam das mais remotas épocas, e que no mundo moderno, uma busca ao natural, se confunde com a preocupação de nossas próprias raízes. Então, por que não rever com seriedade este tesouro natural e dele colher bons frutos? Entende-se que, no momento em que o ser humano manuseia seus próprios conhecimentos, estes se revigoram e trazem o beneficio que se estende a toda a comunidade.

Como diz Pires (1978), a história das plantas medicinais no Brasil mescla-se com a história da botânica e com sua própria história. Ao analisarmos a flora mato-grossense, e sua importância no contexto nacional, com certeza encontraremos um rol muito extenso de espécies vegetais autóctones, nativas de extrema importância à vida, e que são fartamente usadas na medicina caseira regional.

No entanto, com a recente e intensa pressão antrópica das últimas três décadas, sobre os ecossistemas mato-grossenses e amazônicos impondo destruição sem precedentes, a vida nesses ambientes, inúmeras espécies vegetais ou até mesmo populações inteiras são e serão dizimadas sem que haja a “priori” um estudo mais acurado deste importantíssimo potencial nativo.

Evitar a depredação desses recursos e resgatar esse imenso tesouro natural, em parte ainda desconhecido, é dever dos poderes constituídos e da sociedade humana como um todo.

Fomentar a pesquisa científica, implantar infraestrutura de apoio e estimular a criação coletiva de farmácias-vivas e hortas-caseiras seriam um bom começo.

*ROMILDO GONÇALVES é biólogo, mestre em Educação e Meio Ambiente, perito ambiental em Fogo Florestal e prof.-pesquisador da UFMT/Seduc

Na França, legalizar a maconha renderia 1 bilhão de Euros



A legalização da maconha e a imposição de uma taxa similar à do tabaco sobre seu consumo renderia à França 1 bilhão de euros anuais, além de não provocar uma alta do consumo, segundo um estudo divulgado nesta terça-feira.

Eme netrevista ao jornal francês Le Monde, o autor do estudo, Pierre Kopp, professor da Universidade Sorbonne, disse que o país economizaria 300 milhões de euros em despesas ligadas às detenções pelo tráfico da droga.

O estudo comparou o custo da política atual de luta contra o tráfico ilegal da maconha e os gastos que seriam gerados por uma eventual autorização.

Para Kopp, a chave está em impor a essa substância um imposto que regule seu preço - para que não fique muito baixo e acabe favorecendo o consumo, nem alto demais, o que poderia gerar um mercado negro. "Um nível adequado (do imposto) permitiria evitar uma alta do consumo e geraria fundos para financiar a prevenção", indicou o especialista.

Kopp acrescentou que a atual política faz com que o Estado gaste cerca de 300 milhões de euros anuais na repressão ao tráfico.

Conheça a UDV: Religião da floresta amazônica, chega aos 50 anos



Aos 50 anos, com 15 mil seguidores, presente em todo o Brasil e em alguns países do Exterior, incluindo os Estados Unidos e Europa, o Centro Espírita Beneficente União do Vegetal (UDV) recebeu homenagens em sessão solene na Câmara dos Deputados e no dia 22 celebrou a data de sua fundação. Em todos os núcleos e distribuições do chá ahyuasca houve hasteamento das bandeiras (nacional, da unidade federativa e da instituição),almoço de confraternização e sessão.

“A UDV trabalha pela evolução humana por meio do aprimoramento de suas virtudes morais, intelectuais e espirituais, com o objetivo de estabelecer a paz no mundo”, explica o seu mestre geral representante Francisco Herculano de Oliveira, que foi discípulo do mestre José Gabriel da Costa, recriador da doutrina.

Ele foi seringueiro na floresta do Abunã, em terriório boliviano, próximo a Plácido de Castro e dono de olarias em Porto Velho. Morava na Rua Abunã, onde hoje se encontra o templo do núcleo que leva o seu nome. Foi também enfermeiro no Hospital São José.

Chá para concentração mental

Para efeito de concentração mental os sócios da UDV bebem nas sessões o chá hoasca (ou ahyuasca), obtido com a infusão de dois vegetais, o cipó mariri (Banisteriopsis caapi) e a folha chacrona (Psychotria viridis).

Na sessão da Câmara, a deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC) disse: “O uso de duas plantas – um cipó e uma folha, na formulação de um chá sagrado, a ayahuasca, daime ou vegetal inicia neste mundo um novo jeito de caminhar, mas que anda no mesmo caminho de outras respeitáveis e dignas religiões, levando milhares de homens, mulheres, jovens e crianças a se aproximar do sagrado.”

Perpétua lembrou a vigência de uma resolução baixada pelo Conad, o Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas, garantindo o uso ritualístico do chá. “Um competente grupo de trabalho que teve a relatoria do juiz acreano federal Jair Facundes”. A deputada solicitou ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional o reconhecimento do uso da ayahuasca em rituais religiosos como patrimônio imaterial da cultura brasileira.

Prática do bem

A Beneficência da UDV tem cinco mil voluntários permanentes. A titulação federal concedida à instituição teve seu primeiro reconhecimento em 22 de Julho de 1999 e vem sendo renovada anualmente, em concordância com as realizações do Centro, todas em benefício do ser Humano.

“O reconhecimento do Estado é uma confirmação de parceria que vem crescendo anualmente e dando bons frutos em prol da Sociedade Brasileira”, comenta o Mestre Francisco Herculano de Oliveira.

Desde 2010, o cadastro dos dados no Ministério da Justiça são compartilhados com o Ministério Público Federal, dando maior transparência das atividades beneficentes da UDV ao governo e sociedade.

Atualmente, uma das maiores ações e das mais relevantes é o Projeto Luz do Saber, voltado para alfabetização de jovens e adultos pelo computador. Já o Departamento Médico e Científico da UDV é o responsável pelo apoio e divulgação de pesquisas que têm comprovado a inofensividade do chá.

A Associação Novo Encanto de Desenvolvimento Ecológico, considerada a maior organização da sociedade civil de interesse público (Oscip) do Brasil certifica produtos orgânicos e mantém florestas em pé no sul do País e na Amazônia.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Legalização da maconha será discutida em evento do Judiciário


O Noade- Núcleo de Orientação e Acompanhamento aos Usuários e Dependentes Químicos de Natal - foi convidado a participar do ciclo de debates que será promovido pela Simulação de Tribunais Constitucionais (STC), no dia 09 de agosto de 2011, às 18h45min, na Biblioteca Central Zila Mamede (UFRN).

Durantes o evento, caberá a coordenadora do Noade, Lucineide Nascimento, mostrar a experiência do Núcleo, abordando os impactos sociais e psicológicos gerados pelo uso de drogas entre crianças, adolescentes, jovens e adultos no município de Natal.

Para a acadêmica de direito e organizadora do ciclo de palestras, Katyúrcia Cardoso, a presença do Noade no evento será essencial para que seja alcançado o objetivo do encontro que é desenvolver um raciocínio lógico, crítico e jurídico sobre a "Legalização da Maconha" no país.

Uruguai apoia debate sobre legalização do cultivo de maconha


O secretário da Presidência do Uruguai, Diego Cánepa, manifestou apoio nesta segunda-feira ao processo aberto no Parlamento do país para descriminalizar o cultivo de maconha para uso pessoal. "Acredito que temos que caminhar em direção a um processo de descriminalização da posse de maconha para o consumo pessoal", afirmou Cánepa, que também é presidente da Junta Nacional de Drogas.

O secretário da Presidência concedeu estas declarações após participar da conferência "Políticas de Drogas na Região e no Mundo", organizada pelo Ministério das Relações Exteriores uruguaio, na qual dedicou seu discurso a destacar o título da Copa América conquistado pela seleção de seu país. O feito é "muito mais que um triunfo esportivo, porque os jogadores se transformaram em uma espécie de arquétipo, de essência de valores como solidariedade e humildade que nós, uruguaios, queremos praticar", declarou.

"Além das políticas publicas que temos que desenvolver, além da redução da oferta, além de nosso compromisso na luta contra o consumo abusivo de drogas legais e produtos ilegais, também discutimos uma questão de valores", argumentou.

Fonte: Terra

AutoBlueberry



O AutoBlueberry foi criado por razões diferentes. Primeiro de tudo para trazer qualidade superior na genética automática das plantas feminilizadas. O Blueberry em si é um dos grandes best-sellers, um clássico do banco de semente Dutch Passion. As qualidades especiais do Dutch Passion Blueberry são conhecidas no mundo todo.

O AutoBlueberry está pronto para colheita em cerca de 10 semanas. Eles não crescem demais, consequentemente se criadas em Outdoor escondem-se fácil dos olhos de visitantes indesejados. Pela mesma razão, é possível colher ao ar livre duas ou três vezes por temporada, dependendo da latitude. Em latitudes do Norte é uma alternativa muito atraente para uma colheita de verão, enquanto que em climas mediterrânios duas ou três colheitas por temporada não são incomuns.




Em cada aspecto o AutoBlueberry é um verdadeiro cosmopolita. É uma variedade fantástica para o cultivo de clones. A fonte da floração automática da genética provém de cruzamentos com a espécie canadense Ruderalis e retrocruzamentos, até a geração F4, o que resultou no AutoBlueberry de floração 100% automática. Ainda assim carregando a maior parte das caracteristicas do Blueberry, de modo que o fenótipo é Blueberry distintivo. O aroma e o sabor é doce e frutado. A força e a qualidade da onda está acima de moderado.

domingo, 24 de julho de 2011

Espaço público para o debate sobre a maconha


A sociedade é um organismo vivo em permanente transformação. As mudanças acontecem quando velhos paradigmas apresentam-se como comportas que represam seu desenvolvimento. Para se superar o velho é preciso espaço para que o novo surja. Esse espaço é forjado nas ruas e, dependendo de sua força, entra pelos gabinetes adentro mudando as instituições.

A discussão sobre a liberação da produção, da comercialização e do consumo da maconha começa a ganhar espaços públicos. Ela quer sair do âmbito das delegacias e da segurança pública para contagiar acadêmicos, religiosos, políticos e a população. Em momentos como este, a informação de qualidade pode contribuir significativamente para que o debate evolua em direção ao que pode ser melhor para todos. É a busca da solução civilizatória que resolva conflitos latentes que jogamos para debaixo do tapete da hipocrisia durante anos.

A Agência Brasil publicou 40 matérias sobre o assunto "maconha" desde o começo deste ano. As principais abordagens foram:
Prisões e apreensões (feitas por forças policiais e pela Receita Federal): 22 (55%);
Decisão do STF e decisões judiciais sobre a realização da Marcha da Liberdade: 9 (23%);
Marchas da Liberdade em São Paulo, Brasília e no Rio de Janeiro: 4 (10%);
Dados globais sobre produção e consumo: 2 (5%);
Debate sobre a liberação: 3 (8%).

Abordar o assunto como caso de polícia (55% das matérias), relatando os fatos de como o Estado tenta reprimir e conter o avanço do uso de entorpecentes, é o tratamento tradicional da imprensa e a história nos mostra que não contribui para a diversidade da informação, não traz e não cria novas abordagens, ou seja, não acrescenta conhecimento sobre o assunto.

Das três notícias que debatem a questão, duas trazem argumentações favoráveis à liberação (*) e uma contrária. Lendo esta última: Procurador diz que liberação da maconha favorece o tráfico e a violência, publicada dia 2 de julho, o leitor Romualdo Rocha protestou: “Espero que sejam oferecidos outros pontos de vista sobre a questão, além deste... Por enquanto, me parece que isso não foi respeitado.”

A ABr respondeu: “Agradeço a sugestão do leitor.”

A resposta da ABr não informou sobre a existência de duas outras matérias cujos conteúdos seriam contrapontos favoráveis à liberação da maconha, publicadas no mês anterior, mas que não foram associadas por meio de links à notícia lida por Romualdo.

Na imprensa virtual geralmente não se esgota um assunto em uma única matéria devido à necessidade de concisão. Por isso liga-se diversas notícias permitindo que o leitor navegue pelo conteúdo publicado aprofundando-se em aspectos de seu interesse. É uma forma de transcender à leitura imediata de uma notícia e aproveitar seu conteúdo multiplicando seu potencial de exposição ao longo do tempo.

Todavia a ausência de links interligando as notícias de uma cobertura é um problema persistente na edição da Agência Brasil, conforme observado em outras colunas neste mesmo espaço.

Se a ABr quiser aprofundar o debate há diversos aspectos que podem ser explorados como, por exemplo: especialistas em neurociências podem contribuir para esclarecer sobre os efeitos químicos e psíquicos; sociólogos e antropólogos podem explicar as razões sociais e comportamentais que levam ao vício; tributaristas podem esclarecer por que o Estado reprime o uso de certas drogas enquanto se beneficia do uso de outras como o cigarro e as bebidas alcoólicas. Assistentes sociais e psicólogos podem analisar o consumo cada vez mais precoce de crianças e adolescentes. As políticas públicas e sua eficácia podem ser verificadas por meio de indicadores, estudos e pesquisas. Usuários e fornecedores também precisam ser ouvidos para se entender a real dimensão da questão.

Assim a Agência Brasil estará contribuindo para se formar cidadãos críticos, com autonomia de pensamento e de decisão.

Texto do Paulo Machado
Ouvidor da Agência Brasil

Estufas do Projeto Éden são consideradas as maiores do mundo


Localizadas na Cornualha, no Reino Unido, estas estufas estão implantadas numa antiga mina de argila. Foram classificadas pelo Guinness como as maiores estufas do mundo e contêm mais de um milhão de plantas. Inclusive nosso famoso cânhamo. O Projeto Éden é um centro único de recursos para os interessados em aprender mais sobre a Natureza e o meio-ambiente.

É constituído por 3 biomas principais: Bioma da Floresta Tropical, Bioma do Mediterrâneo e Bioma ao ar livre. Os biomas foram construídas sobre uma mina de argila inactivada com mais de 160 anos sobre a orientação de Tim Smit, o chefe-executivo deste projecto.

Durante os primeiros meses da construção, 162.7 milhões de litros de água da chuva foram drenadas para o local. Através de um sistema de drenagem de água subterrâneo é possível colher a água de chuva que entra na área.

Dentro do Bioma da Floresta Tropical podem ser exploradas as florestas tropicais naquela que é considerada a maior selva fechada do mundo. Contém plantas tropicais, uma grande cascata e um dossel. O ar interior é mantido húmido (90% humidade relativa à noite e 60% durante o dia) e o solo irrigado. A cascata que utiliza água reciclada também ajuda a manter a elevada humidade dentro desta estufa.

Estufas do Projecto Éden são consideradas as maiores do mundo

Ao contrário, no Bioma do Mediterrâneo, o ar é mantido seco para evitar problemas de fungos nas plantas. Neste local podem ser vistos limoeiros, oliveiras, vinhas e ervas aromáticas, representantes das paisagens típicas do Mediterrâneo, África do Sul e Califórnia.

O Bioma ao ar livre exibe a flora que se adapta ao clima do Reino Unido como chá, lavanda, lúpulo, cânhamo e girassóis. O jardim também serve como uma fonte de informação. Aqui estão caracterizadas as histórias das plantas e a forma como são usadas na medicina, na produção de combustíveis, de materiais e de alimento em todo o mundo.

O Projeto Éden está aberto ao público todo o ano ao longo do qual recebe vários programas de caridade, entretenimento e educação.

Plantação de maconha estimada em US$ 205 milhões é destruída nos EUA


Plantação de maconha estimada em US$ 205 milhões é destruída nos EUA
A intervenção policial aconteceu no dia 13 de julho em uma região montanhosa do parque Los Padres National Forest, onde as autoridades localizaram e eliminaram mais de 68.800 pés de maconha cultivados nas encostas de uma serra.

No local, os agentes encontraram barracas, sacos de dormir e uma infraestrutura de cultivo e irrigação em terraços, assim como várias armas, munição e restos de um cervo e outros animais de menor porte, um indicativo de caça ilegal.

Estima-se que o preço de mercado das plantas de maconha teria superado os US$ 205 milhões.

Ainda não foi realizada nenhuma detenção, embora a investigação continue aberta.

Neste ano foram destruídos mais de 100 mil pés de maconha no condado de Ventura.

A maconha é uma droga ilegal na Califórnia, liberada apenas para fins medicinais.

George Clinton comemora 70 anos fumando maconha em festival


Com a responsabilidade de encerrar o primeiro dia do festival Black na Cena, que acontece até domingo (24) na Arena Anhembi em São Paulo, o cantor George Clinton comemorou seu aniversário de 70 anos, completados nessa nesta-feira (22), fumando um cigarro de maconha, dado por um fã em uma das primeiras músicas de seu show de mais de uma hora e meia.

A apresentação começou pontualmente às 2h30 da madrugada desse sábado (23), anunciada de surpresa por membros do Public Enemy, os pelos rappers Flavor Flav e Chuck D.

Como presente de aniversário, o fundador do Parliament-Funkadelic ganhou da produção do festival um buquê de rosas brancas e vermelha e um bolo com cobertura de marshmallow e morangos, que não deu tempo nem de cortar: ele se serviu com as próprias mãos e passou a cobertura branca no rosto do guitarrista Michael Elton e do rapper Flavor Flav.

Ainda recebeu um Parabéns a Você, encorajado por Flav, que disse, em inglês: "me ajudem, não sei cantar em português". E a plateia respondeu, com uma mistura de línguas, o hino de aniversário a George Clinton, que em agradecimento deu um beijo no rosto do rapper.

Cultivo doméstico de maconha cresce rápido em província canadense

O cultivo doméstico de maconha se transformou em um grande negócio na província canadense de British Columbia, apesar de ser ilegal no país.

John faz o cultivo no porão de casa e colhe 3,6 quilos a cada dois ou três meses, o que rende cerca de US$ 20 mil. Mesmo se não tivesse outro trabalho, John teria um salário de cerca de US$ 80 mil ao ano apenas com a maconha. Segundo o inspetor Brian Cantera, da Polícia Real Montada Canadense (RCMP, na sigla em inglês), a plantação de John é apenas uma de cerca de 20 mil encontradas em residências ao redor da província.

Esse número exclui plantações maiores localizadas em distritos industriais e as grandes fazendas de cannabis no interior de British Columbia.

Se as estimativas de Cantera estiverem corretas, a região de British Columbia tem possivelmente a maior concentração de unidades criminais organizadas do mundo.

Classe média

Um dos aspectos mais interessantes do negócio da maconha em British Columbia é que já ultrapassou as fronteiras de grupos criminosos organizados - apesar de alguns ainda estarem envolvidos - e chegou à classe média.

Muito da renda gerada pelo "BC Bud" - algo como broto de British Columbia, como a planta cultivada no local é conhecida - é usado no pagamento de mensalidades escolares, na compra do segundo carro ou para as férias no Caribe.

No local onde a polícia mantém as mercadorias confiscadas de pessoas envolvidas no negócio de maconha estão carros, lanchas e até mesmo helicópteros que os traficantes usam para mandar a droga para o seu maior mercado: os Estados Unidos.

O cultivo da droga em British Columbia Britânica é polêmico tanto no Canadá como nos Estados Unidos.

Muitos canadenses afirmam que o uso generalizado da maconha está tendo um efeito devastador especialmente nos jovens.

Billy Weselowski e sua mulher, Kim, trabalham com mulheres vulneráveis que tentam se livrar do vício e recomeçar suas vidas. O casal também faz campanha contra os que defendem a legalização da maconha.

"Trabalhei com pelo menos 20 mil viciados e, facilmente, 10 mil vão dizer que recaíram com a maconha", diz Weselowski. "É como o álcool: alimenta uma indústria."

Uso medicinal

O cultivo de maconha tem também muitos simpatizantes. Michelle Rainey tem o direito legal de cultivar uma pequena quantidade da droga para uso medicinal.

A maconha é a única droga que alivia a dor que ela sente por causa da doença de Crohn, um problema inflamatório crônico do trato gastrointestinal.

Rainey é acusada nos Estados Unidos de conspiração e lavagem de dinheiro por causa de um negócio legal de semente de cannabis com o qual esteve envolvida.

Na última década, o Canadá tem se movido vagarosamente para um regime mais tolerante em relação à maconha, apesar de o atual governo de Stephen Harper se opor a essa tendência.

Com isso, o assunto tem gerado debates intensos entre Canadá e Estados Unidos, que têm o Office of National Drug Control Policy (Escritório de Política Nacional de Controle de Drogas) como um guardião da política ortodoxa americana contra as drogas.

Se o negócio de maconha conseguir influenciar uma mudança do status legal da droga no Canadá, as implicações para as relações entre o país e o vizinho podem ser profundas.

* Misha Glenny é a autora do livro "McMafia: Crime without frontiers" ("McMáfia: Crime sem fronteiras) e produziu uma série especial de programas de rádio, chamada "How Crime Took on the World", para a BBC na Grã-Bretanha.

Fonte: BBC

ONU alerta para alto consumo de drogas prescritas no Brasil


O Relatório Mundial sobre Drogas, lançado dia 23 de junho de 2011 pela agência da ONU sobre Drogas e Crime (UNODC), revela que, embora tenha havido uma estabilização no consumo mundial de drogas tradicionais como heroína e cocaína, há uma tendência de aumento no uso não-medicinal de drogas prescritas, inclusive no Brasil.

“O uso não-medicinal de drogas de prescrição, como tipos de opioides sintéticos, tranquilizantes e sedativos, ou de estimulantes prescritos, é um crescente problema de saúde em vários países”, afirma o relatório.

Na América do Sul, o documento aponta alto uso de opioides prescritos no Brasil e no Chile. Ambos os países, além da Argentina, também registraram altos índices de consumo de ATS (estimulantes sintéticos do grupo das anfetaminas), em sua maior parte prescritos legalmente como anorexígenos ou para o tratamento de transtorno de deficit de atenção, mas desviados para o uso não-medicinal.

O relatório diz que drogas prescritas substituem outras drogas ilícitas por serem consideradas menos nocivas, já que são indicadas por médicos, por serem mais baratas que drogas proibidas e por serem mais aceitas socialmente.

Outro fator para a crescente popularidade dessas drogas, segundo a UNODC, é que pacientes as compartilham ou as vendem para parentes e amigos. O órgão diz que seu uso é especialmente comum entre jovens adultos, mulheres, idosos e profissionais da saúde.

Fonte: BBC

Maconha medicinal ainda gera polêmica nos EUA


Irvina Booker vive com uma dor constante. Inválida por esclerose múltipla e artrite, é uma avó cuja mobilidade depende de seu andador, sua filha e da maconha.

“Eu nunca havia fumado antes de ficar doente, e não fumo por diversão”, garante Irvina, 59 anos, que mora em Englewood, Nova Jersey. Ela não quis divulgar como consegue a droga, mas diz: “Não quero ficar me escondendo, com medo de que alguém seja preso por comprar para mim”.

Assim como diversas pessoas que argumentam que a maconha alivia a dor e a perda de apetite causadas por sérias doenças, Irvina ficou feliz em janeiro de 2010, quando Nova Jersey legalizou o uso da substância em casos como o dela. Mas, um ano e meio depois, a maconha legalizada pelo estado, que estaria disponível para os pacientes, ainda não existe. E não há nenhuma previsão de quando esta situação vai mudar.

A lei de Nova Jersey foi criada para ser a mais rigorosa do país, em reação aos programas da Califórnia e do Colorado, vistas como muito expansivas, e especificou que apenas seis centros serão licenciados. A maconha será restrita a uma lista de pessoas em condições graves como câncer, AIDS e esclerose lateral amiotrófica, ou quando o paciente tem expectativa de vida de menos de um ano.

O texto foi aprovado, apesar da reprovação do atual governador Chris Christie. O então governador Jon Corzine aprovou o projeto em seu último dia no cargo. Christie tentou designar a Univerdade de Rutgers como o único cultivador e os hospitais como únicos distribuidores, mas a instituição de ensino e os hospitais não quiseram participar do projeto. O governador, então, pediu que Legislativo adiasse o início do programa, e foi o que aconteceu.

A espera tem sido frustrante para pacientes como Sandy Fiola, de Asbury Park, diagnosticado com esclerose múltipla e sarcoidose, uma doença inflamatória. Ela sustenta que ninguém a questionou quando ela tomou analgésicos muito mais perigosos, como morfina.

“A maconha me permite diminuir muito o uso da morfina, funciona melhor e me deixa mais lúcida. Espero que o programa saia logo. Está demorando muito”, conclui Sandy, de 54 anos.

Nos últimos meses, agentes do governo de Nova Jersey, assim como em outros estados, disseram que a falta de informações do governo Obama os deixou sem certeza se o uso medicinal da maconha poderia acarretar em processos criminais aos envolvidos, incluindo os funcionários públicos.

O Departamento de Justiça emitiu, no final de junho, um memorando com questões que precisam ser respondidas e o governador Chris Christie ainda não esclareceu como irá tratar este assunto. Mas defensores do uso medicinal da substância afirmam que, pelo menos em Nova Jersey, a lei é estrita o suficiente para não envolver a polícia federal. Eles também acreditam que o verdadeiro objetivo do governador é bloquear o programa.

“Não precisa ser o Sherlock Holmes para perceber isso. Ele já usou todas as táticas possíveis para atrasar e dificultar o cumprimento desta lei”, critica o senador Nicholas Scutari, do Partido Democrata.

O governador Christie, do Partido Republicano, e seus assistentes insistem que o atraso tem sido uma tentativa de fazer com que o programa funcione corretamente.
Irvina Booker fuma maconha para aliviar suas dores crônicas

“O escritório do governador está trabalhando para que a implementação do programa não seja conflitante com as leis federais e não coloque os funcionários do estado em risco por dirigir este tipo de ação”, afirma Kevin Roberts, porta-voz de Christie.

No último dia 7, Scutari – que é promotor público – e a Assembleia Reed Gusciora, patrocinadora inicial da lei, se encontraram com os conselheiros do governador.

“Eles nos disseram que não estão totalmente certos e que precisam do nosso estímulo”, diz.

O estado nomeou seis organizações não governamentais para cultivar e estocar a erva. Os futuros cultivadores afirmam que, depois que receberem a autorização, ainda precisarão de pelo menos quatro meses para que o cultivo comece a andar.

“Muitas pessoas perguntam quando, como e se nós vamos realmente cultivar, mas não podemos dizer nada”, afirma Ida Umanskaya, diretora do Centro de Compaixão da Folha Verde, que planeja operar em Montclair.

Outra possível cultivadora, a Fundação de Centros de Cuidados Compassivos da América, que operaria em New Brunswick, está “atentamente esperançosa”, segundo o porta-voz do grupo, Raj Mukherji.

Em março deste ano, agentes federais invadiram lugares onde a erva era guardada, em Montana. O fato fez alguns estados se perguntaram sobre a real tolerância do Departamento de Justiça. Contando com Nova Jersey, 16 estados e o distrito de Columbia têm leis que permitem o uso medicinal da maconha.

A governadora democrata Christine Gregoire, de Washington, vetou propostas para modificar o programa estadual do uso medicinal da droga, pois acreditava que algumas pessoas poderiam ficar expostas a processos. Já o governador Lincoln Chafee, de Rhode Island, suspendeu os planos de legalizar a maconha para este uso.

Em 29 de junho, o procurador-geral James Cole enviou um memorando aos promotores, citando um aumento no âmbito do cultivo comercial, da venda, da distribuição e do uso da maconha para uso medicinal. O documento, segundo ele, não tinha o objetivo de atrapalhar a implementação dos programas, cujas projeções de rendimentos giram na casa dos milhões de dólares, baseado no cultivo planejado de milhares de pés de cannabis.
Fonte: The New York Times

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Canna Buddies

As primeiras cannabis interactivas de estimação....



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