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domingo, 30 de setembro de 2012

Lady Gaga fuma maconha no palco em Amsterdão



Gaga em dia de Marley: cantora fuma baseado em show e diz que maconha é o novo símbolo da paz mundial. 

 Gaga se apresentou com a sua turnê "The Born This Way Ball" (17/09), na Holanda, em Amsterdam e durante o show Gaga recebe um baseado de um fã na platéia e fuma ao vivo no palco. 

Durante apresentação em Amsterdã (Holanda) Lady Gaga aproveitou as leis mais permissivas e acendeu um grande cigarro de maconha no palco. Depois, ela falou ao público sobre as "maravilhas medicinais" da cannabis e que estava no local adequado para discutir a questão. A pop star americana disse, ainda, que a folha da maconha é o novo símbolo da paz mundial





 

Maconheiros: por que vocês não fazem suas hortas?


Por: Lilibeth Cardozo

Fonte: folhacarioca.com.br

Muito se discute sobre violência provocada pelo narcotráfico. Muitas também são as defesas ardorosas do “um baseadinho não faz mal nenhum” e lá se vai correndo solto na hipocrisia de comprar maconha, ser usuário “social” (existe isso?) e cair de pau na questão da violência. 


Ando muito saturada de tanta hipocrisia! Enquanto não se descriminalizar o uso da maconha no Brasil, a erva é ilegal, faz dinheiro, alimenta o narcotráfico, coloca milhares de jovens no mundo do crime vendendo a “tão inofensiva erva” que, na voz dos usuários, “não faz mal nenhum”.


Não quero discutir os malefícios das drogas, até porque sou totalmente ignorante nessas questões químicas X dependência. Nem quero intervir no respeito da individualidade das pessoas. Se drogar, com álcool, maconha, cocaína, crack, heroína ou seja lá o que for, é um movimento individual. Sou fumante e bem sei o que faz uma dependência química da nicotina. Mas não compro o danoso tabaco no mundo do crime, do tráfico. Vou lá no bar, na banca da esquina, na tabacaria e compro, pagando impostos, meu maço de cigarros. Se estou me matando, é uma questão absolutamente individual e fumar meu cigarro, embora me destrua, não alimenta uma rede de ilegalidades. Mas deixaria de ser uma questão minha se, para ter meu vício, muitos morressem ou matassem pelo mundo afora. 

Se compro uns gramas de maconha, já alimentei a corrente do narcotráfico, e também é responsabilidade minha saber que quem me entregou a erva não a plantou e faz parte da grande rede. A cada cigarrinho de maconha fumado deve-se ser consciente de que um menino de sete anos pode estar começando seu trabalho de “aviãozinho”; mais um jovem cheio de sonhos de ter dinheiro, posição social e chegar lá, do outro lado da margem do rio, vendendo a droga.Ele está caminhando num terreno acidentado onde muitos atalhos podem levar a outras drogas, ao banditismo, à violência, à dependência e à morte.Não vou advogar a violência contra os usuários de drogas. Não é o caminho. Não vou propor soluções para o narcotráfico, pois não as tenho. Mas não aguento mais conviver com a hipócrita atitude dos usuários da maconha de que “faz menos mal que o cigarro” e impostam as vozes para discutir politicamente as melhores soluções contra o narcotráfico. Vestidos de branco, cantando, empunhando bandeiras de paz, participam de passeatas contra a violência, fumam o baseado que não plantaram e se horrorizam com as toneladas da droga que movem a engrenagem, enriquecem bandidos e donos do tráfico. Certamente condenam os horrorosos crimes do narcotráfico! 

Que se legalize se é tão inócua, mas enquanto for ilegal, que pensem que poderiam fazer uma plantaçãozinha em casa para consumo próprio. Conheço alguns maconheiros assumidos que pegam sua trouxinha do “bagulho” nas mãos do mesmo traficante que, em seu carrão ou carrinho, segue viagem para entregar as outras encomendas de maconha, cocaína, êxtase e crack. E não acham nada demais! Seriam ou não elos na grande corrente do narcotráfico pelo mundo? Se forem pobres de comunidades carentes serão chamados de traficantes. Se forem riquinhos dos bairros ricos da cidade, lógico, serão chamados de “meninos e meninas tendo experiências normais da juventude”. 

O que não dá é ver gente com discurso de sensibilidade política, contra drogas, contra violência, com boas falas sobre diminuir desigualdade social, aumentar ações educacionais e de saúde, fumando seu “bagulho” e dizendo que não faz mal nenhum. Não faz mal nenhum? A ninguém? É o que proponho discutir! É uma discussão complicada, cheia de tabus, tão cheia que este texto vai dar muita briga contra mim.Que seja. Quem sabe, colocando as cartas na mesa, lemos todos os naipes e o jogo fica menos hipócrita?

Quanta hipocrisia! 

Maconha não mata neurônios





Conheça os mitos e verdades sobre o uso da droga

A maconha pode alterar o funcionamento dos neurônios, mas não é capaz de destruí-los. Já o álcool e solventes, como éter, cola de sapateiro, benzina e lança-perfume matam o neurônio, pois exercem um efeito tóxico sobre ele. As informações são de Dartiu Xavier, coordenador do Programa de Orientação e Assistência a Dependentes da Unifesp, que conversou com Jairo Bouer.

No entanto, o uso frequente da maconha, sobretudo na adolescência, pode afetar a memória, a concentração e outras funções cerebrais.

Uma combinação tão perigosa quanto álcool e volante é a de dirigir sob efeitos do uso da maconha. Um estudo holandês, que comparou usuários de álcool e de maconha na direção, concluiu que ambos não estavam aptos para dirigir e que apenas os usuários de maconha tinham a consciência de seu estado vulnerável para tal prática.

Perguntas sobre Maconha

A maconha mata os neurônios?
A maconha é menos prejudicial que cigarro e álcool?
Fumar maconha causa câncer de pulmão ou de boca?
A maconha causa impotência ou infertilidade?
Afinal, a maconha vicia, ou não vicia?
Maconha alivia dor de quem tem esclerose múltipla?
A maconha pode causar dano permanente à memória?
A maconha pode causar esquizofrenia ou psicose?
Existe uma dose segura para consumo da maconha?
O consumo de maconha na gravidez prejudica o bebê?
A maconha diminui as dores de pacientes com câncer?
Fumar maconha e dirigir é perigoso?

Para responder a essas questões, o @saúde com Jairo Bouer recebeu o Dartiu Xavier, coordenador do Programa de Orientação e Assistência a Dependentes da UNIFESP.

Fonte e mais informações: UOL NOTÍCIAS SAÚDE

EUA tentam fechar cerco contra maconha artificial


Proibido nos EUA, pacote de maconha artificial traz mistura de ervas, acetona e canabinoides artificiais
Os Estados Unidos entram em uma nova fase na luta contra as drogas nesta semana. Após uma investigação que buscou provas em todo o país desde o Ano-Novo de 2012, as autoridades devem indiciar três pessoas pela produção e distribuição de maconha artificial.

“O spice [gíria em inglês para maconha artificial] é bem popular tanto nos Estados Unidos quanto no Reino Unido há alguns anos. O relatório de drogas da ONU, que é feito por um escritório bem formal e distante das ruas, começou a dar destaque para ele no fim da década passada, em 2009, mas é um fenômeno dos anos 2000”, explica o jornalista Tarso Araujo, autor do Almanaque das Drogas, da editora Leya.

Para driblar a legislação dos EUA, a droga extraída da planta Cannabis passou a ser também fabricada em laboratórios caseiros com um processo químico lucrativo e, até então, legalizado. A maconha artificial é uma mistura feita de ervas, incenso, grama, acetona e canabinoides sintéticos importados da China e da Índia.

Mas agora, Dylan Harrison,  John Shealy e Michael Bryant, sócios da empresa Mr. Nice Guy, podem ficar até 30 anos atrás das grades por comercializar mais de cem pacotes com ervas medicinais “turbinadas” com elementos químicos por semana.

Brecha

Identificados por siglas alfa-numericas, esses químicos eram permitidos, pois imitavam os efeitos da droga sem trazer na sua composição o THC (tetrahidrocanabinol) ou outras substâncias psico-ativas  proibidas da maconha. Quando a Justiça descobria qual o canabinoide sintético comercializado, os fabricantes mudavam a fórmula e vendiam uma nova droga no lote seguinte, mantendo-se sempre à frente da lei.

“Esses elementos são perigosos porque são mais potentes do que os canabinoides ‘naturais’ da maconha. Estudos apontam que eles se encaixam com mais intensidade nos receptores de canabinoides que existem em várias partes do nosso organismo – do hipocampo ao sistema gástrico, que regula nosso apetite”, afirma Araujo.

A maconha tem uma sigla menos conhecida, o CBD, mas que faz um importante contraponto no cérebro das pessoas aos males provocados pelos canabinoides. “O canabidiol [CBD] é outro componente da planta da maconha, mas que não traz esses efeitos nocivos, como ataques de ansiedade e esquizofrenia provocados pelo THC”, explica o neuropsicólogo Paulo Jannuzzi Cunha, pesquisador do IPq (Instituto de Psiquiatria) do Hospital das Clínicas. “Ele mimetiza o efeito de relaxamento, por exemplo, mas não chega a trazer o efeito mais danoso no cérebro que o THC carrega e que causa o ‘barato’ maior.”

A ausência do CBD na substância de laboratório pode explicar o porquê de a droga ser mais nociva (e preocupante) do que a “original”. Relatos médicos indicam que os usuários da maconha artificial apresentaram sérios transtornos psiquiátricos quando não ficavam catatônicos.

“Essas drogas têm dois aspectos que facilitam o uso e atraem os jovens para o consumo: o acesso fácil e também o fator de risco desconhecido, que se encaixa no perfil do jovem, que não se importa com as consequências”, lembra Cunha, especializado em dependentes químicos.

O imbróglio

A Justiça começou a combater o uso descontrolado da maconha sintética há dois anos, quando um ato proibiu o uso de cinco substâncias bastante populares, entre elas JWH-018, AM-2201 e HU-210, e, principalmente, seus análogos.

Mas os advogados dos três empresários de Miami alegam que eles comercializavam um composto bem diferente, fato que os protegeu até julho. Mas há dois meses, o presidente Barack Obama baniu todos os tipos de canabinoides artificiais, enquadrando o grupo de vez.

“UR-144 é um dos componentes estruturalmente diferente das substâncias banidas e muito difícil de ser enquadrado na lei dos análogos. Basicamente, eles mudaram uma molécula e a substituíram por um novo grupo químico. O produto com UR-144 não vai causar euforia, alterar a percepção nem mexer nas habilidades motoras, e isso não é uma mudança pequena”,  alegam Thomas Wright e Spencer Siegel à imprensa norte-americana.

O escritório da dupla ficou especializada em prestar assessoria jurídica, ao custo mensal de US$ 3.500, a vários fabricantes e distribuidores de drogas sintéticas no país. O caso da empresa Mr. Nice Guy é um emblema contra a fragilidade do sistema jurídico, segundo a dupla, que não está preparada para entender a questão das drogas sintéticas.

“Além da proibição de novas drogas sintéticas não ter efeito prático, ela dá condições para o mercado negro. O movimento de proibir essas drogas gera drogas em que o controle de qualidade é muito baixo e sem testes clínicos. É um tiro no pé, na minha opinião”, conclui o autor do Almanaque das Drogas.

Fonte: UOL NOTÍCIAS 

Nove estudantes são presos com pés de maconha em Ilha Solteira


Nove estudantes são presos com pés de maconha em Ilha Solteira

Polícia Militar/Divulgação
Nove estudantes universitários, entre 18 e 24 anos, entre os quais dois estrangeiros, foram presos na tarde desta quarta-feira (26) em uma república de Ilha Solteira.Eles são acusados de associação ao tráfico e por tráfico de drogas. As informações são da Folha da Região de Araçatuba.

O que chamou a atenção da Polícia Militar foi que no telhado da casa havia quatro vasos de maconha, que podiam ser vistos de longe.

Conforme a PM, houve denúncia anônima que na casa os moradores usavam e traficavam drogas. Depois de entrarem na república, que fica no Passeio São Luís, na zona norte, a PM apreendeu os quatro vasos com maconha que estavam no telhado.

3% dos adultos brasileiros consomem maconha




Brasil ocupa 17º lugar em ranking

Cerca de 7% dos adultos brasileiros já usaram maconha pelo menos uma vez na vida (cerca de 8 milhões de pessoas) e 3% da população adulta (mais de 3 milhões) afirmou ter consumido a droga no último ano. Além disso, mais da metade dos usuários do país, estimados em 1,5 milhão de indivíduos, usa a substância todos os dias. É o que mostra o 2º Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad), divulgado pela Universidade Federal de São Paulo no dia 01/09/2012.



A pesquisa, feita com 4.607 pessoas de 149 municípios brasileiros, indica que a experimentação da maconha ocorre antes dos 18 anos para a maioria, ou 62%, da população que já consumiu (ou ainda consome) a droga. Cerca de 37% dos usuários são considerados dependentes da substância.

Quando aplicados ao universo dos adolescentes, os resultados não são muito diferentes: 4% (o equivalente a 600 mil indivíduos) consumiram maconha pelo menos uma vez na vida, e 3% (mais de 470 mil), no último ano. Destes jovens, 17% conseguiram obter a substância na escola.

Segundo o coordenador da pesquisa, o psiquiatra Ronaldo Laranjeira, em 2006 existia um adolescente para cada adulto que usa maconha. Em 2012, a proporção aumentou para 1,4 adolescente por adulto, o que é preocupante.

DESTAQUES

1 em cada 10 homens adultos já experimentou maconha na vida

Mais de 1% da população masculina brasileira é dependente de maconha

Quase 40% dos adultos usuários de maconha são dependentes

Dentre os usuários, os homens usam três vezes mais que as mulheres

Ranking

Os dados mostram que o Brasil não está entre os países com maiores índices de consumo de maconha - ele aparece em 17º no ranking. Em primeiro lugar está o Canadá (44% de uso na vida e 14% no último ano), a Nova Zelândia (42% e 13%, respectivamente) e Estados Unidos (41% e 10%).

No entanto, ainda conforme a pesquisa, as Nações Unidas acreditam que os dados oficiais na América Latina possam ser subestimados, "uma vez que o volume de maconha apreendido no Brasil está entre os maiores do mundo e o país não é um grande fornecedor de nenhuma região."

A pesquisa tambem aferiu que a maior parte dos brasileiros, ou 75%, é contra a legalização da maconha.

(Com Agência Brasil) 

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