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quinta-feira, 28 de abril de 2011

Marcha da Marijuana 2011

No Dia da Maconha nos EUA, site lista 20 músicas sobre a erva

Ranking foi divulgado nesta quarta (20), data chamada de 'weed day'.
Bob Dylan, Black Sabbath, Neil Young, Dr. Dre e Sublime estão no top 20.



O cantor Bob Dylan aparece na listaO site da revista "Billboard" divulgou nesta quarta-feira (20) uma lista com as melhores 20 músicas sobre maconha. A compilação foi feita por causa do dia do fumo de maconha nos EUA, chamado de "4/20" ou "weed day".

De acordo a publicação, a intenção é listar 20 faixas que falem sobre o tema, incluindo um indicador da "potência" que cada música tem: "Ela vai de 1 (levemente entorpecido) a 10 (totalmente chapado)".

Na lista estão artistas de vários estilos musicais como o reggae (Peter Tosh, Sublime), o rock (Black Sabbath, Weezer) e o rap (Dr. Dre, Cypress Hill, Kid Cudi). Veteranos como Bob Dylan, Tom Petty e Neil Young também são citados. O grande campeão é o produtor e cantor americano Rick James (1948-2004).

1) "Mary Jane" - Rick James
2) "Stay high" - Three 6 Mafia
3) "Legalize It" - Peter Tosh
4) "Smoke two joints" - Sublime
5) "Hits from the bong" - Cypress Hill
6) "Sweet leaf" - Black Sabbath
7) "I got 5 on it" - The Luniz
8) "Pass the koutchie" - The Mighty Diamonds
9) "The next episode" - Dr. Dre, Snoop Dogg e Nate Dogg
10) "Rainy day women nº 12 & 35" - Bob Dylan
11) "Marijuana" - Kid Cudi
12) "Weed with willie" - Toby Keith
13) "Take a toke" - C+C Music Factory
14) "We be burnin'" - Sean Paul
15) "In the cut" - Wiz Khalifa
16) "Roll another number (for the road)" - Neil Young
17) "You don't know how it feels" - Tom Petty
18) "How high" - Method Man and Redman
19) "Hash pipe" - Weezer
20) "Because I got high" - Afro Man

Maconha pode ajudar no desastre nuclear do Japão

O cultivo de maconha é apresentado como uma alternativa viável na tragédia nuclear do Japão, pois a planta absorve a radiação.

Maconha pode ajudar no desastre nuclear do Japão
Esta planta popular poderá contribuir significativamente para reduzir os altos níveis de radiação que permanecem na área de Fukushima. Até agora a radiação tem se estabelecido em torno da área nuclear, como uma zona tampão da taxa de radioatividade no ar, a qual em terra seria fatal para todos. Algo similar aconteceu em Chernobyl, na Rússia, onde para limpar o solo, utilizaram-se várias plantas que poderiam absorver a radiação da terra.

O ano era 1998, 12 anos após a explosão fatal, juntaram-se produtores e processadores (CGP), a empresa Phytotech, e do Instituto de Crop Bast da Ucrânia, para realizar experiências com o uso de plantas que poderiam purificar a Terra da enorme quantidade de metais tóxicos. O objetivo era testar se as plantas, alimentando-se de nutrientes do subsolo também poderia absorver metais radioactivos, num processo conhecido como fitorremediação. Algumas plantas têm a capacidade de absorver metais através de suas raízes, alguns particularmente prejudiciais para os seres humanos, tais como o urânio ou estrocio 90. Uma vez absorvidos, estes itens se acumular nas folhas.

Entre os testes realizados na época, as plantas mais eficientes nesse trabalho de desintoxixação foram o girassol e a maconha, a qual atingiu a mais alta taxa de 80% de remoção dos metais nocivos na área afetada. Ao terminar o processo de absorção das plantas, estas era incineradas e suas cinzas tratadas como resíduos radioactivos.

Mary-Louise Parker e maconha no promo da 7ª temporada de Weeds

Para comemorar o Dia da Maconha, celebrado em 20 de abril, o canal pago americano Showtime divulgou o vídeo promocional da 7ª temporada de “Weeds”, série que gira em torno da maconha.

No vídeo, a protagonista Mary-Louise Parker aparece com os cabelos esvoaçando em câmera lenta, com várias mudas de maconha também no ar. A música “Time of the season”, dos Zombies, toca ao fundo.

A próxima temporada de “Weeds” estreia em 27 de junho nos EUA e, ao contrário do que estava sendo especulado, não deve ser a última do programa.

A Historia das coisas

"Não defendo a liberação da maconha", afirma líder petista

Não defendo a liberação da maconha, afirma líder petistaEnvolvido em uma polêmica após divulgação na imprensa de declarações suas pinçadas durante o evento "Cannabis Medicinal em Debate", ocorrido na capital paulista, no mês de fevereiro, o deputado federal Paulo Teixeira, líder do PT na Câmara, adotou o hábito de medir as palavras. Demonstrando aparente receio, ele conversou, aparentemente ressabiado em razão da reportagem publicada na edição de domingo (dia 17) da Folha de São Paulo.

Cauteloso, diante da complexidade de um tema que suscita opiniões quase sempre inflamadas, Teixeira esclareceu seu posicionamento sobre a maconha.

-Não defendo a liberação da maconha. Defendo uma regulação que restrinja, porque a liberação geral é o cenário atual - afirma, emendando:

-Esse cenário que a sociedade brasileira tanto teme, de gente oferencendo droga para crianças, adolescentes e adultos na esquina é o cenário atual.

Ele pontua que, apesar de todos os esforços no combate às drogas, o País não tem observado uma resposta eficaz.

- Em relação às drogas ilícitas, o tom a ser dado é o da prevenção, o da informação, o dos cuidados e o do tratamento. Agora, qual a realidade brasileira? Nós, apesar de termos essas preocupações, buscarmos esses objetivos, temos um contingente muito grande de usuários de drogas ilícitas. Então, apenas nossa mensagem em relação à prevenção não tem atingido o contingente grande de brasileiros e brasileiras que consomem drogas.

Texeira argumenta que é preciso minar a força econômica do tráfico e retirar do usuário a pecha de criminoso. Crítico do modelo de enfrentamento das drogas adotado pelos Estados Unidos - baseado na repressão -, Teixeira cita como iniciativas bensucedidas os casos da Espanha e de Portugal e as coloca como uma possibilidade para o Brasil.

- Temos a experiência de Portugal, que definiu que o uso de drogas não é crime até uma certa quantidade. Com isso, deprimiu a economia do tráfico e conseguiu retirar o tema da violência da agenda política. Uma segunda estratégia, ainda incipiente, é a espanhoa, que convive com cooperativas que produzem para o consumo dos usuários. No que tange à maconha, digamos, tirou o convívio do usuário com o mercado ilegal.Não sei se essas duas estratégias, transpostas para o Brasil, iriam resolver nosso problema - pondera.

Indagado se a implantação de cooperativas nesses moldes não aumentaria a oferta de maconha, o deputado, que sugere um amplo debate sobre o tema junta à sociedade, rebate: "O problema nosso não é no futuro. É hoje. E hoje, a oferta é muito grande. É livre. Hoje, é muito mais fácil comprar droga do que remédio controlado.

Confira a entrevista.

Terra Magazine - Foi divulgado que o senhor defende a regulamentação do plantio da maconha e a criação de cooperativas formadas por usuários? Qual sua posição a respeito destas questões?
Paulo Teixeira - Sempre que trato do tema drogas, alerto que é um tema complexo e o uso e o abuso de drogas podem desencadear problemas de saúde graves. Sempre trabalho com o tema da prevenção. Sempre começo falando sobre o problema do álcool, que é uma droga lícita. A regulamentação, no Brasil, do álcool é muito permissiva. Permite, por exemplo, que ele possa ser anunciado na televisão.

O senhor considera que há uma certa hipocrisia no tratamento da questão, já que o álcool também é uma droga, apesar de lícito?
O problema do uso e do abuso de drogas começa com o álcool. Há uma permissividade inadimissível na sociedade brasileira e, na minha opinião, deveríamos proibir o anúncio de álcool nos meios de comunicação, assim como aconteceu com o cigarro.Em relação às drogas ilícitas, o tom a ser dado é o da prevenção, o da informação, o dos cuidados e o do tratamento. Agora, qual a realidade brasileira? Nós, apesar de termos essas preocupações, buscarmos esses objetivos, temos um contingente muito grande de usuários de drogas ilícitas. Então, apenas nossa mensagem em relação à prevenção não tem atingido o contingente grande de brasileiros e brasileiras que consomem drogas.

Por que o senhor acha que isso ocorre? O que está sendo ineficaz na sua avaliação?
São temas de diversas naturezas. Há o problema de uma sociedade em transição, de uma sociedade industrial, pós-industrial. Você tem problemas dos ritos de passagem, você tem uma sociedade muito desigual socialmente, então, todos esses fatores contribuem para o uso e o abuso de drogas.O que temos que fazer? Temos que nos debruçar também sobre a realidade desses usuários de drogas ilícitas. Esses usuários obtém essas drogas no mercado de drogas ilícitas e, do ponto de vista da informação, eles não têm, neste mercado, qualquer informação a respeito dos danos à saúde dele. Ao mesmo tempo, essas drogas não têm qualquer controle de qualidade, o que aprofunda o dano que o usuário poderia ter só pelo utilização.

Quando o senhor se refere à "controle de qualidade", está sugerindo...
Vou chegar lá. Você quer uma definição. Estou no diagnóstico ainda. Essas pessoas que se utilizam do mercado de drogas, que é um mercado muito cristalizado e violento... Então, estamos colocando em contato com o público jovem esse tipo de mercado. Como se nós, ao sentirmos que nossa mensagem não está sendo eficaz,aceitássemos que esses jovens sejam tratados pelos traficantes. Este é um dos pontos dessa questão. Quem trata esse tema junto à juventude são os traficantes. O segundo pólo que tem muita influência nesse processo é a polícia, porque o usuário ainda está sob a legislação penal.

Mas a atual lei de tóxicos (Lei 11.343/2006) não prevê prisão para usuário. É considerada branda se comparada com os antigos artigos 12 e 16 da Lei 6368/76?
O usuário ainda está sob a pressão penal. O que eu acho? Quem trata diretamente com os usuários são os traficantes e a polícia. A lei atual não define claramente quem é usuário, quem é traficante. E também não classifica a gravidade do envolvimento das pessoas. Trata igualmente todos os envolvidos. Do grande traficante ao pequeno traficante. E a ideia de tráfico é muito vinculada à posse da droga. Então, o que faz o crime organizado? Contrata trabalhadores eventuais para carregar, transportar, para vender e ele (criminoso) dificilmente é pego.Então, o primeiro tema é: como vamos tratar o usuário? Defendo que retiremos o usuário da legislação penal. Dois: como deprimir a economia da droga, retirar a força econômica da droga?

Como o senhor acha que isso poderia ser feito?
Nesse contexto, há duas experiências muito bensucedidas. Temos a experiência de Portugal, que definiu que o uso de drogas não é crime até uma certa quantidade. Com isso, deprimiu a economia do tráfico e conseguiu retirar o tema da violência da agenda política.Uma segunda estratégia, ainda incipiente, é a espanhola, que convive com cooperativas que produzem para o consumo dos usuários. No que tange à maconha, digamos, tirou o convívio do usuário com o mercado ilegal. Então, esses dois objetivos, o de melhorar o atendimento ao usuário e o de colocar as instituições que devam atendê-lo na frente, como é o caso da família, da escola, da sociedade civil, das políticas públicas. Colocá-las no lugar do traficante e da polícia. Por outro lado, deprimir a economia da droga. Não sei se essas duas estratégias, transpostas para o Brasil, iriam resolver nosso problema. Aí, volto a falar para você. Há duas políticas no mundo divergentes, que tem sido aplicadas. A política de guerra às drogas dos Estados Unidos, uma repressão contundente, que tem como resultado um grande número de presos e uma repressão que não tem conseguido diminuir o número de usuários. Uma política centrada na repressão. A segunda estratégia é a europeia, chamada de redução de danos. É aquela que não se coloca apenas um objetivo na frente, que é o tabaco ou consumo de drogas. Além desses objetivos, coloca outros, como reduzir danos à saúde, danos sociais, danos econômicos. Esse debate tem que ser aberto no Brasil, dada a gravidade do nosso problema. Temos muitos usuários. O crack é uma droga muito potente e arrasadora. Temos que abrir esse debate para buscar estratégias mais eficazes, que diminuam o uso de drogas e deprimam a força econômica do tráfico. Precisamos de um caminho mais eficaz.

No caso das cooperativas espanholas que o senhor mencionou, como seria a regulamentação delas, se fossem implantadas no Brasil?
Posso te colocar em contato com uma pessoa que coordena uma dessas cooperativas para você entrevistá-lo. Lá, paga-se imposto, eles alertam o usuário, acompanham nos casos do abusos, têm controle de qualidade, indicam para tratamento, mas, principalmente, tiram o usuário do contato com o crime.

Mas o senhor não acha que a implantação dessas cooperativas no Brasil aumentaria a oferta de maconha, por exemplo?
O problema nosso não é no futuro. É hoje. E hoje, a oferta é muito grande. É livre. Hoje, é muito mais fácil comprar droga do que remédio controlado.

O que o senhor está frisando é que, com toda restrição existente hoje, quem quer comprar droga consegue comprar de fato?
Compra de fato. E esse cenário de liberação geral é o cenário atual. Estou propondo um cenário de regulação restrita. Hoje, é muito fácil comprar drogas, mesmo com todos os nossos esforços.

Um dos argumentos daqueles que se posicionam contrários à liberação da maconha se baseia no fato de que ela costuma ser porta de entrada para outras drogas. Diante da expansão acelerada do crack, o senhor não considera que esta seja uma preocupação pertinente?
Tenho comigo que a porta de entrada na alteração de consiciência é o álcool. Por isso, defendo uma regulação mais restrita. Segundo: não defendo a liberação da maconha. Defendo uma regulação que restrinja, porque a liberação geral é o cenário atual.

O senhor então é a favor de uma regulamentação, e não da liberação da maconha?
Uma regulamentação restrita. É isso que sou favorável. Hoje, há pessoas que fumam maconha com crack adicionado. Por que fazem isso? Porque ninguém sabe a origem e a qualidade. Esse cenário que a sociedade brasileira tanto teme, de gente oferencendo droga para crianças, adolescentes e adultos na esquina é o cenário atual.

O senhor fala de "controle da origem" da droga. Este pensamento estaria na ótica da política de redução de danos?
É. Por exemplo, sem mudar nenhuma legislação, a Europa já faz. Há países em que o usuário em ambientes da área de saúde, que, quando, utilizam a substância, é atestada sua a origem.

Qual o posicionamento do senhor em relação a outros tipos de drogas?
Esse debate tem que ser aberto. Minha proposta é a criação de uma comissão de alto nível que dê conta dessa discussão. Uma comissão formada junto à sociedade.

Cartoon



Entrevista com a Professora Gilberta Acselrad

Jovem viaja com maconha na mochila e é surpreendido pela polícia

Ônibus de turismo seguia de Guaíra para Londrina, Oeste e Norte do Paraná.
Jovem já tinha passagem pela polícia por tráfico de drogas e furto.


Droga estava escondida da mochila do menor (Foto: Divulgação)A Polícia Rodoviária Estadual (PRE) apreendeu 7,4 kg de maconha (10 tabletes) por volta das 4h desta quarta-feira (27), na PR-323, km 160, em Maringá, região Norte do Paraná. Segundo os policiais, a droga foi encontrada durante uma fiscalização de rotina em um ônibus de turismo, que seguia de Guaíra para Londrina, regiões Oeste e Norte paranaense. O entorpecente estava na mochila de um dos passageiros, de 17 anos.

A droga foi comprada no Paraguai e seria revendida em Apucarana (PR). O jovem que já tinha passagem pela polícia por tráfico de drogas e furto, está preso na delegacia da Polícia Civil, em Maringá.

Vinte e cinco mil pés de maconha são destruídos no norte da Bahia

Plantação tinha sistema de irrigação moderno e era bem cuidada.
Policia mapeou área para identicar proprietário das terras.


plantação de maconha na bahia (Foto: Divulgação)Vinte e cinco mil pés de mudas de maconha foram descobertos e destruídos por policiais de Juazeiro, no norte da Bahia, nesta quarta-feira (27).

De acordo com o delegado Fábio Antônio Cândido, titular da Delegacia de Juazeiro, a droga foi encontrada nas proximidades de uma fazenda, que fica a 70 km do centro da cidade. Policiais chegaram ao local após denúncias dos moradores da região.

Segundo Cândido, a plantação estava sendo cultivada com sistema de irrigação semelhante ao usado na fruticultura e também foram encontradas sementeiras no local. Ainda de acordo com o delegado, a área utilizada para o cultivo da droga é muito extensa e surpreendeu os policiais pela organização na plantação.

Fábio Cândido informou ainda que ninguém foi preso e que os policiais mapearam a área para encaminhar as coordenadas ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra). A polícia irá analisar os dados do Incra para identificar se a área plantada pertence à fazenda para assim, chegar ao dono das terras

terça-feira, 26 de abril de 2011

Polícia apreende 2,5 t de maconha em caminhão em SP

Policiais rodoviários apreenderam cerca de 2,5 toneladas de maconha e 80 kg de crack no fundo falso de um caminhão que trafegava pela SP-421 em Iepê (516 km de SP), na tarde de quinta-feira (21). Ao anunciar o caso nesta sexta, a Secretaria da Segurança informou que um homem foi preso.

A droga foi localizada durante fiscalização feita pelo TOR (Tático Ostensivo Rodoviário). Os policiais ordenaram a parada do veículo, que transportava estofados e tinha placas de Curitiba, na altura do km 116.

O motorista, de 56 anos, foi preso e levado à delegacia da cidade, onde a ocorrência foi registrada. Ele, depois, foi encaminhado ao CDP (Centro de Detenção Provisória) de Caiuá, de acordo com a secretaria.

Polícia Rodoviária apreende mais de 2 toneladas de maconha e 80 kg de crack em fundo falso de veículo em SP

Polícia encontra 1.620 trouxas de maconha enterradas em SP

A Polícia Militar apreendeu 1.620 trouxas de maconha na favela do Simioni, em Ribeirão Preto (313 km de SP). Parte da droga estava enterrada.

Segundo a ocorrência, os policiais faziam patrulhamento de rotina quando um grupo, com vários jovens, se dispersaram ao verem a viatura.

No local, foram encontrados 150 pacotes de maconha, envoltos em plástico, e um cartucho calibre 12.
Em seguida, os policiais viram um pedaço de terra remexida. No local, foram encontradas mais 1.470 trouxas da droga enterradas.

Ninguém foi preso. O material foi encaminhado para perícia.

Goleiro holandês é condenado por cultivar maconha, diz jornal

O goleiro holandês Gino Coutinho, do Den Haag, foi condenado a 12 de meses de prisão por manter uma plantação de maconha em um terreno de sua propriedade --segundo o jornal inglês de 'The Telegraph'.

De acordo com a publicação inglesa, o jogador, de 28 anos, havia sido preso em 2009 --quando a polícia local descobriu uma plantação com 4.200 pés de maconha em seu terreno em Ens, na província de Flevoland.

À época, Coutinho negou qualquer envolvimento depois de ser detido no local --junto a sua namorada. Mais tarde, porém, foi descoberto que a fazenda era registrada em seu nome --também segundo o 'The Telegraph'.

A namorada do goleiro também teria sido condenada a 12 meses de prisão e o pai dele, diz a publicação, foi recentemente condenado a dois anos de detenção por sua participação na fazenda de maconha.

O Den Haag é o sexto colocado do campeonato holandês, a dois pontos da zona de classificação para a Liga Europa.

Coutinho já passou por clubes como o PSV Eindhoven, em 2008, e chegou a defender a seleção holandesa sub-21.

Autor do hit "Bed Intruder Song" é preso por posse de maconha nos EUA

Antoine Dodson, um jovem de 24 anos que ficou conhecido após dar uma entrevista que se tornou música (e hit), foi preso por porte de maconha no sábado (23), nos EUA.

Em julho do ano passado, a casa de Dodson foi invadida e sua irmã sofreu uma tentativa de estupro. O jovem falou ao noticiário local e sua entrevista virou uma música com a ajuda dos Gregory Brothers.
A música "Bed Intruder Song" figurou nas paradas da Billboard e no topo do ranking de vídeos mais vistos do YouTube.

Dodson foi preso no Alabama, EUA, na madrugada de sábado e fichado por posse de maconha. Em seguida, foi liberado.

Cannabis é droga mais consumida

A cannabis é a droga mais consumida em Portugal, seguindo-se, ainda que em menor grau, a cocaína, o ecstasy e as anfetaminas. A heroína é a mais comum entre a população reclusa e a que causa mais mortes. As conclusões, segundo a Lusa, são do Instituto da Droga e da Toxicodependência (IDT), que hoje revela o relatório «A situação do país em matéria de drogas e toxicodependências – 2009».

Cannabis é droga mais consumidaDe acordo com este relatório, entre 2001 e 2007, «estudos nacionais apontam para um aumento moderado do consumo a nível da população portuguesa e para uma diminuição a nível das populações escolares e da população reclusa». Os condenados em 2009 por crimes ao abrigo da Lei da Droga continuavam a ser maioritariamente homens (87%), sendo a idade média de 30 anos, indica o relatório anual do Instituto da Droga e Toxicodependência (IDT).

Do total, 16% eram estrangeiros e cerca de 56% dos condenados eram solteiros.A maioria vivia com familiares, predominando a coabitação só com a família de origem (32%) ou só com a família constituída (31%).

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Indianos comemoram com mistura de leite e maconha festa da Holi

Os indianos comemoraram mais uma vez o festival mais divertido no país, um dia em que a rígida sociedade da Índia se torna um pouco mais relaxada e se pinta de todas as cores ou bebe uma curiosa mistura de leite com maconha.

Balões e pistolas de água colorida ou simplesmente tintas em pó servem para comemorar este “festival das cores”, que lembra a chegada da primavera no país.

“Os jovens adoram este festival, já que podem se reunir e sair juntos para comemorar a Holi”, contou à Agência Efe Durgesh Nainwal, um morador de Nova Délhi de 24 anos.

Em uma sociedade de costumes rígidos e marcada pelos choques constantes entre as diferentes confissões religiosas, classes sociais ou castas, a Holi é uma festa que une todos os indianos.
Neste dia, no qual os jovens saem às ruas com roupas velhas, todos pintam e se deixam pintar em cores vivas, o que simboliza a eliminação de qualquer forma de discriminação, seja de idade, religião, sexo ou nível social.

Nos bairros, mesclam-se os gritos infantis de adultos embriagados com os tambores festivos, enquanto uma cidade como Nova Délhi recebe várias festas diurnas em áreas de lazer, algumas delas com proposta “ecológica”, para evitar o uso de corantes tóxicos e as visitas ao dermatologista no dia seguinte.

A festa tem suas raízes nas comemorações promovidas pelo deus Krishna, o primeiro ao qual as castas baixas puderam rezar graças ao fato de ter nascido em uma família rural.
Encarnado em um príncipe que ganhava os corações de todos com suas brincadeiras leves e amáveis, Krishna projetou este costume para eliminar as distinções sociais e aproveitou para paquerar todas as meninas do povoado, de acordo com a mitologia hindu.

“Na Holi, os casais têm a oportunidade de se tornar mais carinhosos”, explicou Nainwal, que destacou que é o dia perfeito para encontrar um par, já que todos podem se aproximar e tocar outros jovens com o pretexto de pintá-los sem que eles se sintam ofendidos.

Durante esta festa, as mulheres têm inclusive a possibilidade de beber o popular “bhang”, uma bebida de leite com folhas de maconha que exalta as emoções e contribui para deixar mais soltos os jovens.
Muitos aproveitam a ocasião do Holi para misturar o “bhang” nas bebidas de amigos ou idosos com quem querem brincar.


holi-785469Ao cair a tarde, quando a maioria volta para casa para tomar banho e tirar as cores que ficam presas a suas peles, cabelos e unhas, pelas ruas e parques é possível ver gente rindo ou chorando sem parar sob o efeito do “bhang”.
No entanto, como explicou o jovem Nainwal, a festa não é só um dia para as brincadeiras, mas também ocasião para esquecer velhas rixas.

“Todos visitamos parentes e vizinhos para pintá-los. É o melhor dia para esquecer rancores e se reconciliar, no espírito da festa”, disse.

As famílias recebem dezenas de convidados e oferecem a eles doces preparados em casa especialmente para a Holi.
“É o festival das cores e comemora a vitória do bem sobre o mal”, observou Nainwal, porque também lembra a morte da demônio Holika, que tentou queimar vivo seu sobrinho Prahlad, mas se queimou no processo, como simbolizam as fogueiras públicas da noite que antecede a Holi.

Só um povo de toda a Índia não comemora a ocasião: os habitantes de Durgapur, no estado de Jharkhand, norte do país, creem que, se fizerem isso, serão punidos com uma crise de fome.
“Quando a Holi é comemorada, o gado morria e as colheitas não cresciam durante três anos consecutivos”, afirmou à agência “Ians” Maghi Mahto, um aldeão de 85 anos que calcula que, há 150 anos, o festival foi abolido no povo.

“Os que querem comemorar a Holi vão para outros povoados, a casa de amigos ou parentes”, explicou.

Quatro pessoas são detidas com panfletos para a Marcha da Maconha

Segundo a polícia, eles estavam com 3.500 panfletos e 30 camisas do evento.
Grupo foi autuado por apologia às drogas e vai responder em liberdade.





Quatro pessoas foram detidas na noite de sexta-feira (22) na Lapa, no Centro do Rio. Segundo a Polícia Civil, o grupo fazia panfletagem para a Marcha da Maconha.

Com eles foram apreendidos 3.500 panfletos e 30 camisas com propaganda do evento. O grupo foi levado para a 5ª DP (Mem de Sá), onde foi autuado por apologia às drogas, e vai responder o processo em liberdade.

Até quando esta injustiça?????

Livro "Cozinhando com cannabis"

Este livro é uma ótima recomendação para aqueles que gostam de inovar no sentido "be stoned" da coisa.

Se o tradicional beck ou então pipes e bongs não fazem mais sua cabeça, então talvez você devesse exprimentar o cookie canábico ou então o pavê a base de óleo de hashish.

Este livro cheio de receitas interessantes vai fazer não só sua cabeça mas como seu estomago!

DOWNLOAD

domingo, 24 de abril de 2011

I-Olite, o vaporizador de bolso

Que a cultura canábica vem englobando cada vez mais tecnologias em seus artefatos todos nós já sabemos e as vezes até usufrumios.

O que me surpreende é a praticidade aplicada no dia a dia do "stoner".

O ultimo conceito em vaporizador e praticidade é o novíssimo I-Olite, ou I-Inhale, uma verdadeira jóia de bolso.



O I-Olite funciona muito bem para um vaporizador portatil. O clima temperado podem não chegar ao mesmo nível, vamos dizer, de um Volcano, mas o fato é que o I-Olite se encaixa perfeitamente dentro do seu bolso ou sua mão e sua carburação é perfeita.


O preço normal é de cerca de € 179 (R$ 349), mas pode ser vista no site Sensi Seeds introdução de um preço de 140 €.






SensiSeeds.com € 140

Vaporstore.com €179

Gotvape.com €179


Os mesmos estão disponíveis em diversas cores e estampas, com certeza se encaixa ao seu tipo de maconheiro

A arte de apertar!

Um titulo como esses dispensa comentários né?
Vamos direto ao que interessa.

"THE JOINTROLLING HANDBOOK" ou o livro de bolso de enrolar baseado, é uma famosa publicação britânica com um amplo acervo de varias maneiras de enrolar seu baseado. Os níveis do manual vão de um simples cigarro à um complexo baseado com 6 extremidades! Arte pra origamista nenhum botar defeito!




Este é o primeiro livro de uma coleção de 3 que envolvem:
-The Jointrolling handbook
-The Jointrolling handbook vol2
-Cooking with cannabis (cozinhando com cannabis)
Faça o Download AQUI!!!

Nike Dunk Hi SB Skunk

O Nike Dunk HI SB Skunk foi lançado dia 4/20 (20/4) na gringa e não teve essa data de lançamento escolhida atoa. Ele não é de canhamo como seu concorrente Adidas Gazelle (Adidas Hemp) porém possui atributos bastante memoráveis: Textura de grama e um compartimento secreto escondido atras da lingua, fora o nome que é bastante sugestivo.

Fica ae essa dica pra que tirem suas conclusões:


































Top 5 - Documentários cannabicos

24188_352669942823_571027823_3025381_1860150_n5 - Reefer Madness (1936)
Reefer Madness é o pioneiro a documentar a maconha nas telas da tv. A essência do filme é baseada na ignorância por trás da erva, seus atos priobicionistas e a propaganda anti-cannabis adotada na época por muitos governos. Reefer Madness fez na época muitas pessoas acreditarem que os males da maconha chegassem realmente a proporções monstruosas!
Hoje em dia é uma boa pedida, um documentário simples e divertido, ótimo para assistir chapado.




MarijuanaInc4-Marijuana Inc
Documentario produzido pela CNBC que tem como foco mostrar a indústria canábica na Califórnia. Marijuana Inc foi o primeiro documentário a abordar a maconha de maneira pacífica e com bases cientificas, dando ao documentário um reconhecimento mundial.
Desde então, os produtores deste documentário produzem o “Drug Inc”, exibido semanalmente na National Geographic




Super_High_Me
3- Super High Me

Projeto do comediante Doug Benson, consistia no seguinte: Um reality show de sua própria vida em uma situação bastante corriqueira, fumar maconha durante 30 dias seguidos após ficar 30 dias careta.
Uma boa pedida para aqueles que realmente acreditam que a maconha deixa o ser humano improdutivo






weed
2- How Weed Won the West

O documentário mostra com amplas abordagens como a maconha chegou se enraizou na Califórnia. O documentário abrange também os benefícios adotados pela California com a legalização da erva e o que mudaria no mundo com uma visão mais tolerante sobre a erva.








Grass-Poster-Small
1- Grass

Narrado por Woody Harrelson, este clássico pra stoner nenhum botar defeito tras detalhadamente a história da maconha sobre a sociedade, pontos de vistas patéticos e relevantes e como a mídia e o governo vêm abordando a maconha ao longo do ultimo século


sexta-feira, 22 de abril de 2011

Pipe Sujo?????

Eu sou um grande fã de pipes, possuo um e particularmente enfrento o mesmo problema que muitos fãs desses artefatos enfrentam: a sujeira.


Pipes de vidro tendem a sujar rapido, mesmo que você use telinhas de metal nos bocais, o interior do vidro ficará todo resinado após algumas "pipadas" e maconheiro que se preza raramente limpa seu pipe ou ao mínimo se preocupa com isso.


A solução?
PurSterile!

PurSterile é uma combinação de químicos ativos e ervas que junto a água, removem em segundos toda a resina grudada no interior e bongs e pipes.
Uma solução de PurSterile, água e alguns segundos de atividade é o bastante para trazer de volta 100% da transparencia de vidros e acrilicos.


Gostou?

terça-feira, 19 de abril de 2011

Maconha e a nova rota da economia

No mês de Novembro, a Califórnia ira abriu um plebiscito apurando se a maconha deveria ser legalizada ou não. Foram décadas de lutas e resistência até começarem a ceder.

Ceder e notar quantos benefícios a maconha têm trazido aos países que a adotam legalmente.
A qualidade e vida e os empregos aumentaram significativamente nos países que legalizaram a erva para uso recreativo ou medicinal.

A indústria da maconha tem sido próspera há anos. Áreas como Humboldt, Califórnia e o condado de Mendocino têm economias locais, que são alimentadas e apoiadas pelas vendas e ganhos por produtores de maconha. Estipula-se que com a legalização, só o Condado de Mendocino renderia 1 bilhão de dólares por ano com maconha legal.
Mesmo novos no ramo, investidores acusam que agora é o momento ideal para investir massivamente em maconha medicinal. Acreditam que a exploração de suas beneficências medicinais poderá acarretar ao mundo uma nova era de economia.
Em Oakland, a indústria já fornece a maconha medicinal do governo com 11 milhões de dólares por ano em impostos. Em Los Angeles dispensários de maconha medicinal são mais numerosos do que Starbucks. A maconha tem revitalizado a economia da Califórnia.
Os oponentes da legalização da maconha ainda insistem em dizer que há uma longa lista de razões para não legalizar a maconha. Eles falam sobre agrotóxicos, os danos ao meio ambiente e os perigos de máfias e tráficos de drogas. O que eles não percebem é que se a maconha fot legalizada todos estes problemas desaparecem.

Durante a proibição do álcool, máfias floresceram a base da venda ilegal de álcool e violência subiu.Hoje a conversa é outra, é até difícil de associar violência à indústria do álcool. O mesmo irá acontecer com a maconha uma vez que é legalizada. Produtores e vendedores operam negócios legítimos regulados pelo governo. As pesticidas e danos ecológicos seriam monitorados e também regulamentados. Acima de tudo, nossa economia iria colher os benefícios, o governo iria arrecadar os impostos, e milhões pessoas estariam empregadas neste processo.
Mesmo agora, a maconha não está crescendo apenas com as farmácias e com os cultivadores de maconha, mas com empresas interessadas nas pesquisas em maconha medicinal.
Legalizar, uma solução pacífica para problemas criados com base em ignorância e que ainda geraria progresso, lucro e empregos.

E por que não legalizar?

Top 10 - Cidades Legalize!

10. Pequim - China

De todas as cidades da lista, Pequim é a que tem as leis mais rígidas quanto a maconha. A unica razão da qual esta cidade está aqui, é que além dos diversos clubes de haxixe espalhados pela cidade aberto aos turistas, a maconha na China não é considerada um problema policial. Donos de haxixe clubs garantem que a polícia não irão incomodar os maconheiros que não causarem problemas.
Preço: U$ 25,00 por cada 2 gramas de haxixe.

9. Nova Deli - Índia
A Índia tem sido um refúgio para aqueles que procuram um retiro espiritual, a maconha lá é encarada como um elemento religioso. A única razão pela qual a maconha ainda é ilegal em Nova Deli, é porque, como em muitos países, os Estados Unidos ainda dita a política. A polícia de Nova Deli realmente não se importa com a maconha. A maconha é barata, mas é muito fraca. A solução é o haxixe indiano.




Preço: U$ 2,00 para 10 gramas de maconha, U$ 1 por grama de haxixe.


8. Berlim - Alemanha
Enquanto você portar menos de 10 gramas de maconha a polícia de Berlim não irá lhe encher o saco. No entanto, doses maiores são encaradas com rigidez e até extradição! De maconha a haxixe, é possível encontrar diversas espécies e sabores facilmente.


Preços U$ 8,00 pela grama do haxixe.


7. Kingston - Jamaica
Esta lista não estaria completa sem um toque Rastafari. A única razão que Kingston não está no topo desta lista é que a cidade em si não é amigável com turistas, altos índices de assaltos e violência tem feito com que seu turismo despenque cada vez mais. Tirando este problema, a cidade é um paraiso, quando estiver a procura de maconha basta perguntar a algum rastafari que cruze com você na rua.

Preço: U$ 1,50 por 10 gramas.



6. Denver - EUA
Denver foi a primeira cidade dos Estados Unidos a legalizar maconha medicinal. É isso mesmo! A maconha é legal em Denver. Bem, mais ou menos. A cidade de Denver declarou a maconha legal, mas o estado do Colorado mantém ainda a mantem ilegal, e eles têm a autoridade real. No entanto, Denver é muito amigável quando o asssunto é maconha. Todos os policiais são orientados a manter a maconha como prioridade mais baixa possível.
Preços U$ 5 por cada grama de maconha.



5. Londres - Reino Unido
Ah britânicos. Apesar do parlamento enrolar a décadas o assunto "maconha", eles tem uma política muito tranquila quanto a drogas leves. Se você for apanhado com pequenas quantidades de maconha, você receberá no máximo uma advertência.




Preços 20€ por cada 18 gramas de maconha.


4. Berkeley - Califórnia

Berkeley é o refúgio mundial dos hippies e o paraíso dos fumantes. As ruas são pavimentadas com a cultura local e música. Ir a qualquer um dos parques ou passear em qualquer rua que cercam a universidade é o bastante para se deparar com diversos maconheiros que fumam livremente pelas ruas. O fato da maconha ter sido legalizada medicinalmente na Califórnia, fez com que a repressão policial em cima de usuarios caíssem em mais de 90%
Preços U$ 50,00 por 18 gramas.


3. Bogata - Colombia

Mesmo pressionados pela política anti-drogas dos Estados Unidos, a Colombia ainda é um dos maiores produtores de drogas do mundo. A polícia não age com repressão em caso de pequeno porte de maconha, ha ainda más linguas que dizem que por 10 dólares é possível corromper a polícia em casos de apreensões maiores.


Preços U$ 3,00 por 10 gramas de maconha.



2. Vancouver - Canadá

Vancouver surgiu recentemente no ranking das cidades cannabicas graças à publicidade de Marc Emery, bem como a sua descriminalização. Eles têm uma enorme variedade de ervase possui um dos maiores índices de usuários do mundo.Definitivamente a Amsterdam da América do Norte.


Preços U$ 30,00 por 10 gramas.

1. Amsterdam - Holanda

Eu odeio ser previsível, mas é inevitável. Amesterdam, mesmo sob uma nova política que visa acabar com o turnismo em cima da maconha, ainda é a melhor cidade canabica do mundo. Lá a polícia realmente não é um problema pros maconheiros e vice-versa, o relacionamento amistoso entre ambas as partes tem se mantido pacífico e sem maiores problemas. Amsterdam oferece muito mais que coffeeshops aos usuários. Não é à toa que são hospedeiras da anual Cannabis Cup.

US $ 9,00 por grama.

Obs: Os valores informados no texto acima variam radicalmente por causa da política adotada pelo países em relação a maconha. Vale destacar também que algumas cidades citadas acima têm o seu valor estipulado por traficantes, por ainda não terem a erva legalizada.

Top 10 citações canábicas

Aqui estão algumas das mais famosas, engraças e ridiculas citações de Cannabis ditas por pessoas influentes ao redor do mundo:


10- Mesmo se levasse-mos em consideração e ponderasse-mos todas as alegações negativas que circulam a maconha, ainda assim sua proibição teria causado muito mais mal as pessoas.
William F. Buckley Jr. - autor, comentarista , conservador e mala americano








9- Quarenta milhões de americanos adoram fumar maconha, os únicos que não gostam são o juiz Gnsberg, Clarence Thomas e Bill Clinton.
Jay Leno - apresentador queixudo







8- Agora tenho certeza absoluta que fumar um baseado é tão prejudicial ao cérebro quanto se expor a uma explosão de bomba atômica
Ronald Reagan - ex presidente americano e fanfarrão






7- A droga é segura aos humanos, elas oferecem riscos apenas aos ratos, portanto os ratos não deveriam usa-la.

Henderson JWD - diretor do conselho de medicamentos humanos, saúde e bem-estar do Canadá



6- Usuários casuais de drogas deveriam ser detidos e baleados.

Darryl Gates - chefe do departamento de polícia (há) de Los Angeles e membro do comitê judiciário do senado americano






5- Quando estava na Inglaterra cheguei a exprimentar maconha uma ou duas vezes e não gostei, não cheguei a inalar e nunca mais fumei.

Bill Clinton - ex presidente americano e infiel







4- A questão é que eu dava uns tapas de vez em quando , quando garoto.
Barack Obama - presidente negão sangue bom











3- Agora que sou o presidente, seria muito dificil alguem entrar aqui na Casa Branca portando drogas, e se caso o fizesse, o aconselharia a não se perder nessa vida, não queremos ver gente envolvida nisso
George W. Bush - ex presidente americano ganancioso e odiado





2- Acho que maconha deveria ser legalizada. Eu não fumo, mas eu gosto do cheiro dela.

Andy Warhol - artista plástico, pop e fresco.




1- Eu costumava a fumar maconha. Mas eu vou te dizer uma coisa, eu só fumava entre a tarde e a noite, ou, ocasionalmente, no início da noite, mas geralmente da tarde pra noite , ou talvez no meio da noite. Raramente, no início da tarde ou no meio da tarde, cedo, ou talvez bem tarde. Oh, às vezes, fumava de manhã ou no inicio da tarde... Mas nunca ao anoitecer.
Steve Martin - ator de comédias de sessão da tarde